Sessenta por cento é de quem trabalhou entre 98 e 2006. Professor merece respeito!
Como beneficiária dos precatórios do fundef, venho solicitar do prefeito Biu Abreu e as forças ocultas que o dominam ,que para não se repetir o mesmo erro do passado, onde se demorou quatro meses para se impetrar um Alvará solicitando a passagem dos precatórios da conta Judicial para o Município,o que implicou em atraso interminável e muito desrespeito para com os beneficiários, onde até hoje, ainda não recebemos a primeira parcela, para que seja agilizada a segunda, para recebermos dentro de um prazo razoável e não 12 meses depois ou mais, como está se passando com a primeira.
Dessa vez não vai precisar de coleta de dados, pois a plataforma fechará amanhã e todos os dados já foram coletados
O que precisa é vontade política, projeto na Câmara ,aprovação e em seguida, pagamento.
Se tenho direito, não quero a parte que me toca mais um ano enchendo cofre de banco. Tenho o que fazer com minha parte. Já se tem pronto o primeiro Pedido de Alvará, é apenas fazer um copia e cola e mudar a data para o novo mês e ano, e pronto estará concluído .
O dinheiro está disponível desde o final de março. A prefeitura está está esperando o quê?
Sendo 40% para investimento na Educação , a pasta em questão ,está perdendo muito tempo para fazer melhorias na área, afetando o desenvolvimento sócio educacional de muitas crianças e adolescentes .
Se o dinheiro está disponível, porquê e para quê esperar para fazer bom uso dele?
Quanto a economia de Orobó, deixou de prosperar desde o ano passado com mais de trinta milhões que seriam injetados na economia local, tanto dos 40 da prefeitura em investimentos na Educação, como dos 60%dos professores que não iriam gastar no exterior e sim por aqui mesmo.
Esses atrasos e descasos afetam a todos ,desde o comerciante àquele que vai receber . Que amor é esse vocês dizem ter por Orobó que contribuem para o fracasso de todos, desde que os bolsos de vocês estejam estufados?
A sorte de vocês é que Orobó não sabe votar, não entende de políticas públicas , muito menos de senso crítico coletivo. Exceto poucas pessoas que usam o cérebro com inteligência .
Orobó é um município pequeno
Como dizia meu pai, mato tem olhos e paredes tem ouvidos. Ficar no restaurante Peixada ,rindo daqueles que tem consciência crítica e vao em busca de direitos jurídicos não é uma opção inteligente.Cuidado coisa ruim! quem rir por último rir mais e melhor .
Mas poderoso que tu era Bolsonaro , e hoje vive com o brinquedinho eletrônico na perna. Espera que tua hora cedo ou tarde ,chegará aí tu vai ter tempo suficiente para ri a vontade no Coteu
Perguntar não ofende: vai passar mais outro ano para pedir a liberação da segunda parcela ou vai repetir a mesma palhaçada da primeira ?
Bora Biu. Cuidado que laranja é doce mais em excesso pode prejudicar quem tem intolerância a melado.
Por Madalena França

1 comentário:
O uso político de recursos públicos em ano eleitoral.
O gestor municipal continua agindo como subordinado da família Tacharral, aguardando ordens para liberar os valores. Por se tratar de ano eleitoral e com a esposa disputando vaga de deputada, a verba só seria liberada às vésperas da eleição — transformando-se em moeda de troca para votos.
O que está em jogo
Os precatórios do FUNDEF são recursos destinados à educação, já disponíveis em conta judicial desde março.
A demora na liberação levanta suspeitas de manobra política, prática que, segundo críticos, já teria ocorrido em outras ocasiões.
A estratégia apontada seria segurar o dinheiro até o período eleitoral, para usá-lo como ferramenta de influência junto ao eleitorado.
Essa prática configuraria não apenas má gestão, mas também uso indevido de recursos públicos com fins eleitorais. A legislação brasileira prevê punições severas para casos de abuso de poder econômico e político, especialmente quando há desvio de finalidade em verbas da educação.
Os docentes devem denunciar a falta de transparência e fiscalização rigorosa. Recursos do FUNDEF devem ser aplicados exclusivamente em benefício da educação, e não como instrumento de barganha política. A sociedade civil, sindicatos e órgãos de controle precisam acompanhar de perto para evitar que o expediente se repita.
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