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sábado, 25 de julho de 2015

Alckmin age para não se contaminar

O Palácio dos Bandeirantes decidiu atuar ostensivamente na operação que prendeu fiscais delatados pelo doleiro Alberto Youssef, por meio de sua corregedoria, com receio de que o governo Alckmin fosse contaminado pela Operação Lava Jato. Dois dos fiscais presos já fizeram contribuições para candidatos a deputado, do PSDB e do Solidariedade. As investigações, segundo o governo, não apontaram conexão política. A informação é de Natuza Nery, na Folha de S.Paulo deste sábado.
O Gedec (Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômicos), do Ministério Público de São Paulo, e a Corregedoria-Geral da Administração deflagraram nesta sexta (24) a Operação Zinabre, contra agentes fiscais investigados por envolvimento em suposto esquema de desvio de recursos do ICMS.
A apuração teve início após depoimento do doleiro Alberto Youssef para a força-tarefa da Operação Lava Jato. A suspeita dos promotores paulistas é que os funcionários públicos cobravam propina a empresários do ramo de cobre em São Paulo em troca da redução do tributo ou da isenção de multa.
O valor efetivamente pago chegou, em alguns casos, a 1% da multa inicialmente apresentada às empresas. A suspeita é que tenham sido desviados até R$ 35 milhões.

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