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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Orobó:Era uma vez uma cidade , hoje a desordem é ilimitada ...

 

O ano de 2026 se avizinha. Acaba um e vem outro. Orobó permanece no mesmo desarrumado. Para se falar dessa municipalidade, comecemos falando do passado em progressão .Pois o presente é invisível e o futuro sem dúvidas, é o agora ,onde nada faz sentido e a palavra esperançar é um verbo distante a anos luzes.
Como pensar numa cidade onde o prefeito é meramente um nome, sem nenhuma vez, nem voz.  Os poderes vivem de marketing e o povo da ilusão?  
A justiça até quando alguém ganha um processo perde. Como assim? Aconteceu comigo. Ao ganhar uma causa contra prefeitura ,o advogado renunciou o caso. O bichinho foi seduzido pelo demônio.Tentei falar com o juiz e ouvi da funcionária da justiça que o juiz não atende cidadão comum.que eu precisava  de outro advogado. Qual advogado vai pegar uma causa ganha por outro? Pra receber o quê? Que justiça é essa? O nome mais indicado seria injustiça. Ou uma maneira inconformada de dizer que Orobó é terra onde a justiça só existe para punir os financeiramente fragilizados. Se um bêbado der uma tapa no outro, pode ver o sol nascer quadrado, mas os políticos deitam, rolam, escravizam, humilham, acumulam riquezas ilícitas, mas com eles não acontecem absolutamente nada.  São os heróis dos iludidos e os assassinos da verdade. Como some dois milhões e meio do Ipreo ( previdência dos servidores) em 2018 e até hoje não apareceu um culpado? Tá todo mundo solto rindo , comendo e luxando com o dinheiro dos servidores. Ha seis meses os professores tiveram a notícia de uma indenização Federal (precatórios do FUNDEF). Simplesmente o fato do prefeito da cidade que lidera Orobó, ser o que manda no prefeito de faz de conta, nada foi resolvido, dinheiro aplicado ,juro rendendo, gente dando risada e dizendo: Estão muito apressados. Pago quando eu quiser! 
A quem recorrer?  Nossa Senhora da Conceição, derrama bençãos a quem merece. O Povo de Orobó fez a sua escolha e Deus dá o livre arbítrio para o ser humano escolher o céu ou o inferno, mas o povo escolheu a segunda opção. Ninguém pense que o inferno é o fogo queimado pra sempre os pobrezinhos dos condenados, Deus não seria tão insensível. O inferno é a ausência de Deus, a tristeza, a mentira, a falta de caridade, de justiça e de amor. E com certeza a mais de uma década, Orobó vive esse inferno. Por aqui quem mais visita as igrejas e se apresentam na primeira fila das missas e cultos se colocam a frente do andor de Maria ,são os mesmos que põem os cristãos a provação, distribuem ódio, tirania, incompreensão e injustiça. Orobó é um povo que vive na obscuridade, na ignorância e na escravidão da idolatria a homens sem nenhuma característica de Deus. 
 Infelizmente  2026 se aproxima e o que posso desejar ao povo de Orobó é juízo, para que possa salvar Orobó desse caus. Só o povo tem o poder de salvar a si mesmo. Digo a maioria. É como se um terremoto tivesse passado por aqui, e precisasse da força de cada um e cada uma ,para reconstruir cada palmo do que foi um dia, uma cidade digna.
Nem posso dizer feliz ano novo, por que não há nada de bom a esperar.
Eu poderia dizer Feliz juízo novo! povo sem ação e sem amor  próprio.
Por Madalena França 

Morador de Surubim chama administração de Chaparral de Teatro Político.


 O Teatro da Política e a Persistência da Mentira no Agreste setentrional

Não resta dúvida que o marketing mais eficiente para se ganhar eleição é a mentira. Essa e a realidade que atravessa séculos e continua a se repetir em pleno século XXI. A política, que deveria ser o espaço do debate racional e da construção coletiva, tem se transformado em um espetáculo onde falácias, manipulações e pirotecnia midiáticas valem mais do que propostas concretas.

O espetáculo da política

No nosso Agreste setentrional, as campanhas eleitorais são verdadeiros shows, em que candidatos disputam não apenas votos, mas a atenção de uma plateia cada vez mais seduzida por narrativas simplistas. A mentira, nesse contexto, é moldada como produto: embalada em discursos emocionais, slogans fáceis e promessas impossíveis. O eleitor, nunca é tratado como cidadão crítico, mas como consumidor de ilusões.

A persistência da mentalidade primitiva

Note-se que, mesmo em pleno século XXI, a população do Agreste setentrional continua a se comportar como “homens das cavernas”. É muito cruel, e real, em vez de buscar informação, reflexão e análise, a sociedade ainda reage instintivamente a estímulos básicos medo, esperança, raiva. É como se a racionalidade fosse constantemente sufocada pela emoção, tornando o eleitor vulnerável às manipulações.

A mídia como palco

A mídia e as redes sociais potencializam esse cenário. O algoritmo privilegia o escândalo, a polêmica e a mentira bem contada. O resultado é um ciclo vicioso, quanto mais espetacular a narrativa, maior a sua propagação; veja o caso dos concursados de Surubim, onde o prefeito entrou com ação no Tribunal de Contas para anular o concurso e indicar seus cabos eleitorais, a não obter sucesso no tribunal de Contas, tem o descaramento de se apresentar como salvador do concurso.

Enquanto a mentira continuar sendo o marketing mais eficiente para vencer eleições, a democracia permanecerá fragilizada. O desafio não está apenas nos candidatos, mas especialmente nas escolas, nas associações, nos sindicatos, na sociedade em geral, que precisam abandonar a postura primitiva e assumir seu papel de protagonista crítico. Sem isso, continuaremos a assistir ao mesmo espetáculo, promessas vazias, pirotecnia política e a eterna repetição da história.

Crédito do texto. Morador que vive ausente de Surubim mas defende ardentemente sua Terra natal.

Postado por Madalena França 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Um dia a casa cai: casal na mira do MPP

 O MINISTÉRIO PÚBLICO DE PERNAMBUCO ABRE OS OLHOS PARA A “FARRA DAS FESTAS” EM SURUBIM E CASINHAS



A paciência acabou. O Ministério Público de Pernambuco decidiu investigar a farra de gastos com festas promovidas pelas prefeituras de Surubim e Casinhas, depois de inúmeras denúncias sobre possíveis irregularidades, exageros e prioridades completamente fora da realidade da população.


Enquanto falta estrutura, falta saúde, falta transporte decente e sobra abandono em vários setores essenciais, o que não faltou foi dinheiro público para bancar shows, palcos, contratações suspeitas e eventos que mais parecem servir para autopromoção política do que para benefício da população.


Nas ruas, o povo já deu nome ao que está vendo: o “Casal Mutreta do Agreste” — como muita gente tem chamado Chaparral e Juliana de Chaparral. Um apelido que não surgiu do nada, mas do sentimento de indignação de quem vê dinheiro público escorrendo em festa enquanto problemas reais ficam jogados para escanteio.


Agora, com o MPPE entrando no caso, a expectativa é clara: que tudo seja investigado a fundo. Contratos, valores, empresas, licitações e toda a engrenagem por trás desses eventos precisam ser analisados para que a verdade venha à tona — doa a quem doer.


Surubim e Casinhas merecem respeito, transparência e gestão séria. Se existe mutreta, que seja exposta. Se existe responsabilidade, que seja cobrada. E se existe dinheiro público mal utilizado, que seja devolvido.


O povo está atento. E a justiça, pelo visto, também.

Reportagem de Mauricio Freitas 

Postado por Madalena França 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Acaba hoje o prazo para Biu Abreu responder ao Ministério Público : onde está o dinheiro dos precatórios dos professores de Orobó?


 Desde 22 de julho do corrente ano ,que os professores de Orobó buscam receber uma indenização do FUNDEF, verba do governo federal .( Dinheiro que a União deixou de enviar entre os anos 98 e 2006). Depois de 27 anos de espera finalmente o governo federal deposita mas de Vinte e nove milhões referente a primeira parcela dos precatórios. Desde então foi muita luta dos professores, do  sindicato que os representam e até da vereadora Isabelle Brito ,que tentou pedir explicação sem sucesso. Muitas manifestações foram feitas. Entre elas, em setembro, um carro de som saiu às ruas, eu professora Madalena França, fui a frente da casa de Biu Abreu cobrar o que é nosso de direito. No outro dia, era desfile de Umburetama onde o prefeito que nunca governou, anunciou o pagamento nos microfones, ao vivo, em seguida anunciou mais uma vez, no desfile de Emancipação política e continua enrolando , enrolando, enrolando... Até a data de hoje. Cada semana uma promessa; uma história mal contada. Muitas frases foram ditas por esse que foi eleito por Orobó, mas nunca governou . Tem alguém mais forte politicamente que dá as ordens e dita as regras. É comum ouvir da boca de Biu:. Se dependesse de mim já teria pago, quem quer pagar sou eu, o dinheiro não está comigo.etc, etc, etc.

Resumindo, Orobó tornou-se a terra de ninguém e ao mesmo tempo ,a terra de um único Senhor que nos bastidores , por trás das câmaras, continua gerindo um desgoverno interminável. Assim já se vão 5 anos sem prefeito, sem remédio, sem enxames, sem cumprimento de qualquer Lei. Nem mesmo uma indenização já paga a seis meses pelo governo federal ,foi paga a quem de direito. 
Hoje termina o prazo de 15 dias que o promotor estipulou para Biu responder onde está os milhões dos precatórios e porque não pagou aos professores?. Será que Ele vai responder ou vai se esconder atrás das mentiras como, dor de garganta, depressão, dor de ouvido, dor de cabeça... O prefeito doentinho, vai acabar indo pra cadeia ou vai se curar da covardia e dá o seu grito de liberdade?

Outro exemplo é o rateio do Fundeb. Todas as prefeituras estão anunciando. Cadê o de Orobó? O Fundeb é único no Brasil. Porque em todo lugar sobra e em Orobó, desde 2013 nunca foi pago um real de rateio?

A coisa de Orobó está tão tenebrosa que nem mesmo na inauguração do Pórtico  da cidade, obra onde foi gasto 6 milhões advindos de empréstimo feito para a população pagar ,o prefeito apareceu. Onde já se viu  uma obra importante pra cidade ser inaugurada pelo prefeito de outra cidade?
 Até quando Orobó vai continuar nessa vergonha sem precedentes?
 Uma cidade de 23 mil habitantes que não tem um juiz próprio da comarca,  não tem um promotor, não tem prefeito, nenhum conselho funciona, exceto o Tutelar, a Câmara de vereadores também não funciona por ser de maioria de uma situação de submissão e tirania.  E o povo?
Infelizmente o povo merece o desgoverno que tem porque muitos vendem o voto por bobagens e outros se calam por medo ou covardia.
Que tristeza Orobó! A terra que virou o símbolo da impunidade, da vergonha e da imoralidade. Vergonha, vergonha, vergonha!

Por Madalena França 


Gestão de Orobó mente inescrupulosamente sobre precatórios do FUNDEF e a paciência esgotou...

 Eles mentem para os professores, eles mentem para sociedade, eles mentem para o sindicato, eles mentem para o MP e a impunidade continua. A...