terça-feira, 21 de setembro de 2021

Bolsonaro na ONU envergonha os 213 milhões de brasileiros que ele deveria representar, diz Lula


Postado por Madalena França

Lula e Bolsonaro

247 - Em entrevista à Rádio Vitoriosa, de Uberlândia, na manhã desta terça-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que a gestão de Jair Bolsonaro é uma vergonha para o país e que isso ficou ainda mais evidente na viagem oficial para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas esta semana, em Nova York (EUA).

Lula afirmou que Bolsonaro age como se representasse apenas a si mesmo e a sua família, desprezando o papel de um presidente da República. “Ele não está lá representando a família Bolsonaro. Ele está lá representando 213 milhões de brasileiros”, criticou Lula, comentando os episódios registrados na viagem oficial a Nova York esta semana.

Por ter se negado a tomar a vacina contra a covid-19, contrariando as recomendações científicas, Bolsonaro está proibido de frequentar lugares fechados durante sua estadia na cidade norte-americana. “Aquilo que ele acha que é um orgulho pra ele, é uma vergonha para o Brasil”, resumiu o ex-presidente, dizendo que a foto de Bolsonaro comendo pizza em uma calçada foi para agradar “os milicianos que o apoiam”.

Bolsonaro mentiu em poucos minutos na ONU o que todos os presidentes não mentiram em todos os tempos

 Leia na íntegra quanta mentira junta...

O presidente Jair Bolsonaro discursou, na manhã de hoje, na 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

Foi a terceira vez que Bolsonaro discursou como presidente do Brasil – o representante do país é encarregado de abrir oficialmente a fala dos presidentes mundiais desde 1947.

Leia abaixo a íntegra do discurso de Bolsonaro:

Senhor Presidente da Assembleia-Geral, Abdullah Sharrid,

Senhor Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres,

Senhores Chefes de Estado e de Governo e demais chefes de delegação,

Senhoras e senhores,

É uma honra abrir novamente a Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Venho aqui mostrar o Brasil diferente daquilo publicado em jornais ou visto em televisões.

O Brasil mudou, e muito, depois que assumimos o governo em janeiro de 2019.

Estamos há 2 anos e 8 meses sem qualquer caso concreto de corrupção.

O Brasil tem um presidente que acredita em Deus, respeita a Constituição e seus militares, valoriza a família e deve lealdade a seu povo.

Isso é muito, é uma sólida base, se levarmos em conta que estávamos à beira do socialismo.

Nossas estatais davam prejuízos de bilhões de dólares, hoje são lucrativas.

Nosso banco de desenvolvimento era usado para financiar obras em países comunistas, sem garantias. Quem honra esses compromissos é o próprio povo brasileiro.

Tudo isso mudou. Apresento agora um novo Brasil com sua credibilidade já recuperada.

O Brasil possui o maior programa de parceria de investimentos com a iniciativa privada de sua história. Programa que já é uma realidade e está em franca execução.

Até aqui, foram contratados US$ 100 bilhões de novos investimentos e arrecadados US$ 23 bilhões em outorgas.

Na área de infraestrutura, leiloamos, para a iniciativa privada, 34 aeroportos e 29 terminais portuários.

Já são mais de US$ 6 bilhões em contratos privados para novas ferrovias. Introduzimos o sistema de autorizações ferroviárias, o que aproxima nosso modelo ao americano. Em poucos dias, recebemos 14 requerimentos de autorizações para novas ferrovias com quase US$ 15 bilhões de investimentos privados.

Em nosso governo promovemos o ressurgimento do modal ferroviário.

Como reflexo, menor consumo de combustíveis fósseis e redução do custo Brasil,

em especial no barateamento da produção de alimentos.

Grande avanço vem acontecendo na área do saneamento básico. O maior leilão da história no setor foi realizado em abril, com concessão ao setor privado dos serviços de distribuição de água e esgoto no Rio de Janeiro.

Temos tudo o que investidor procura: um grande mercado consumidor, excelentes ativos, tradição de respeito a contratos e confiança no nosso governo.

Também anuncio que nos próximos dias, realizaremos o leilão para implementação da tecnologia 5G no Brasil.

Nossa moderna e sustentável agricultura de baixo carbono alimenta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo e utiliza apenas 8% do território nacional.

Nenhum país do mundo possui uma legislação ambiental tão completa.

Nosso Código Florestal deve servir de exemplo para outros países.

O Brasil é um país com dimensões continentais, com grandes desafios ambientais.

São 8,5 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 66% são vegetação nativa, a mesma desde o seu descobrimento, em 1500.

Somente no bioma amazônico, 84% da floresta está intacta, abrigando a maior biodiversidade do planeta. Lembro que a região amazônica equivale à área de toda a Europa Ocidental.

Antecipamos, de 2060 para 2050, o objetivo de alcançar a neutralidade climática. Os recursos humanos e financeiros, destinados ao fortalecimento dos órgãos ambientais, foram dobrados, com vistas a zerar o desmatamento ilegal.

E os resultados desta importante ação já começaram a aparecer!

Na Amazônia, tivemos uma redução de 32% do desmatamento no mês de agosto, quando comparado a agosto do ano anterior.

Qual país do mundo tem uma política de preservação ambiental como a nossa?

Os senhores estão convidados a visitar a nossa Amazônia!

O Brasil já é um exemplo na geração de energia com 83% advinda de fontes renováveis.

Por ocasião da COP-26, buscaremos consenso sobre as regras do mercado de crédito de carbono global. Esperamos que os países industrializados cumpram efetivamente seus compromissos com o financiamento de clima em volumes relevantes.

O futuro do emprego verde está no Brasil: energia renovável, agricultura sustentável, indústria de baixa emissão, saneamento básico, tratamento de resíduos e turismo.

Ratificamos a Convenção Interamericana contra o Racismo e Formas Correlatas de Intolerância.

Temos a família tradicional como fundamento da civilização. E a liberdade do ser humano só se completa com a liberdade de culto e expressão.

14% do território nacional, ou seja, mais de 110 milhões de hectares, uma área equivalente a Alemanha e França juntas, é destinada às reservas indígenas. Nessas regiões, 600.000 índios vivem em liberdade e cada vez mais desejam utilizar suas terras para a agricultura e outras atividades.

O Brasil sempre participou em Missões de Paz da ONU. De Suez até o Congo, passando pelo Haiti e Líbano.

Nosso país sempre acolheu refugiados. Em nossa fronteira com a vizinha Venezuela, a Operação Acolhida, do Governo Federal, já recebeu 400 mil venezuelanos deslocados devido à grave crise político-econômica gerada pela ditadura bolivariana.

O futuro do Afeganistão também nos causa profunda apreensão. Concederemos visto humanitário para cristãos, mulheres, crianças e juízes afegãos.

Nesses 20 anos dos atentados contra os Estados Unidos da América, em 11 de setembro de 2001, reitero nosso repúdio ao terrorismo em todas suas formas.

Em 2022, voltaremos a ocupar uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU. Agradeço aos 181 países, em um universo de 190, que confiaram no Brasil. Reflexo de uma política externa séria e responsável promovida pelo nosso Ministério de Relações Exteriores.

Apoiamos uma Reforma do Conselho de Segurança ONU, onde buscamos um assento permanente.

A pandemia pegou a todos de surpresa em 2020. Lamentamos todas as mortes ocorridas no Brasil e no mundo.

Sempre defendi combater o vírus e o desemprego de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. As medidas de isolamento e lockdown deixaram um legado de inflação, em especial, nos gêneros alimentícios no mundo todo.

No Brasil, para atender aqueles mais humildes, obrigados a ficar em casa por decisão de governadores e prefeitos e que perderam sua renda, concedemos um auxílio emergencial de US$ 800 para 68 milhões de pessoas em 2020.

Lembro que terminamos 2020, ano da pandemia, com mais empregos formais do que em dezembro de 2019, graças às ações do nosso governo com programas de manutenção de emprego e renda que nos custaram cerca de US$ 40 bilhões.

Somente nos primeiros 7 meses desse ano, criamos aproximadamente 1 milhão e 800 mil novos empregos. Lembro ainda que o nosso crescimento para 2021 está estimado em 5%.

Até o momento, o Governo Federal distribuiu mais de 260 milhões de doses de vacinas e mais de 140 milhões de brasileiros já receberam, pelo menos, a primeira dose, o que representa quase 90% da população adulta. 80% da população indígena também já foi totalmente vacinada. Até novembro, todos que escolheram ser vacinados no Brasil, serão atendidos.

Apoiamos a vacinação, contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada a vacina.

Desde o início da pandemia, apoiamos a autonomia do médico na busca do tratamento precoce, seguindo recomendação do nosso Conselho Federal de Medicina.

Eu mesmo fui um desses que fez tratamento inicial. Respeitamos a relação médico-paciente na decisão da medicação a ser utilizada e no seu uso off-label.

Não entendemos porque muitos países, juntamente com grande parte da mídia, se colocaram contra o tratamento inicial.

A história e a ciência saberão responsabilizar a todos.

No último 7 de setembro, data de nossa Independência, milhões de brasileiros, de forma pacífica e patriótica, foram às ruas, na maior manifestação de nossa história, mostrar que não abrem mão da democracia, das liberdades individuais e de apoio ao nosso governo.

Como demonstrado, o Brasil vive novos tempos. Na economia, temos um dos melhores desempenhos entre os emergentes.

Meu governo recuperou a credibilidade externa e, hoje, se apresenta como um dos melhores destinos para investimentos.

É aqui, nesta Assembleia Geral, que, vislumbramos um mundo de mais liberdade, democracia, prosperidade e paz.

Deus abençoe a todos.

Por Madalena França

Vexame de Bolsonaro na ONU: Até seus aliados concordam que ele só fez piorar o que já estava ruim...

 

O discurso do presidente da República, Jair Bolsonaro, na abertura da 76ª Assembleia-Geral da ONU frustrou seus aliados. Eles esperavam uma fala moderada, mas o que se viu, destacam, foi Bolsonaro sendo o Bolsonaro de sempre. Defendendo o indefensável num palco mundial, citando dados errados para defender seu governo e pregando o tratamento precoce, com remédios cuja ineficácia já foi comprovada.

O blog do Valdo Cruz conversou com três aliados do presidente e um assessor de primeiro escalão. Todos eles tinham a informação de que o presidente brasileiro faria um discurso moderado, fazendo acenos aos líderes mundiais, na busca de melhorar a imagem do Brasil no exterior. E foram surpreendidos com um discurso em tom mais “radical”, ao estilo Bolsonaro de sempre, falando para seus apoiadores e usando dados falsos para defender sua administração.

Segundo um dos aliados, Bolsonaro usou o púlpito da ONU para tentar defender seu governo, reclamando que a mídia não mostra os avanços da sua administração, mas recheou sua fala com declarações que não batem com a realidade.

“O presidente falou para seus apoiadores, um discurso que deixa o cercadinho animado e mobilizado, mas que não é bem visto pelo resto da população brasileira e por boa parte do mundo”, disse reservadamente ao blog um aliado de Bolsonaro.

Na avaliação de outro aliado, o presidente insistiu na defesa do tratamento precoce num momento em que vem a público a informação de que o plano de saúde Prevent Senior fez um estudo, sem avisar pacientes e familiares, com hidroxicloroquina e azitromicina, levando a óbitos idosos. Segundo esse aliado, Bolsonaro não precisava se expor dessa maneira mundialmente, mas o fez para agradar seu público fiel.

O presidente não fez nenhum aceno na área ambiental, reclamam seus aliados, num momento em que o Brasil sofre a ameaça de retaliações de países e investidores por causa de uma política considerada ineficaz nesse setor. Pelo contrário, Bolsonaro falou numa redução de 32% do desmatamento em agosto, quando dados do Imazon indicam que foi o maior nos últimos dez anos.

Um auxiliar presidencial disse que Bolsonaro perdeu uma oportunidade para tentar melhorar a imagem do Brasil no exterior e acabou contribuindo para piorá-la ainda mais. O assessor destacou que, no discurso, o presidente disse que a credibilidade do país lá fora foi recuperada, quando ele acabou ajudando com seu discurso a piorar o que já está ruim.

Por fim, a avaliação entre aliados é que a passagem do presidente Bolsonaro por Nova York foi um vexame. Antes e durante seu discurso na ONU.

Antes, ao comer pizza na rua e fazer uma churrascaria improvisar um puxadinho para ele comer (já que Bolsonaro diz não estar vacinado e a lei na cidade impede que se coma em estabelecimentos fechados sem ter tomado as doses). Bolsonaro também riu na frente do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ao dizer que até hoje não tomou nenhuma vacina 

Postado por Madalena França com informações de Magno Martins

Estudos comprovam que entre 40 países avaliados o professor brasileiro do Ensino Fundamental é o que tem os piores salários...

 

O profissional que é Pai de todas as outras profissões no Brasil é desrespeitado, desvalorizado e mal ouvido. Tanto no sentido de remuneração, como em condições de trabalho. Profissão muito bonita, é quase um sacerdócio ! A gente não ensina apenas letras e números, a gente ensina o amor, a verdade, os princípios éticos e morais, o respeito as diferenças, resumindo- nós somos os construtores da Cidadania. Porém ao em vez de sermos tratados com respeito e dignidade, os que ensinamos tornam-se governantes e nos enfraquecem. Desde a saída do PT do poder, que nossos salários vem desvalorizando a cada ano. O Piso Salarial do professor brasileiro, que já é o menor de qualquer outro profissional com 3º Grau que tenha um piso, foi caindo de porcentagem a cada ano , de 2016 para cá. Com o advento da pandemia foi a cereja do bolo para o presidente Bolsonaro que é declaradamente inimigo de Paulo Freire , Patrono da Educação brasileira e por conseguinte de todo professor que pensa, age e informa. Valendo-se do momento difícil, ele congelo o Piso Salarial da categoria. Desde que começou o FUNDEF, a quase  duas décadas nunca houve um ano, sem reajuste do nosso piso salarial mesmo que mínimo. Porém, Bolsonaro nos deu esse presente de grego. Em 2021 passou batido. Como se pouco fosse nosso castigo, os prefeitos e vereadores não estão nem ai para gente. Mesmo o pouco que chega do FUNDEB que agora deve ser 70% do todo, não chega corretamente as nossas contas. Não há transparência nem prestação de contas.

Se houve aumento de 60% para 70% no NOVO FUNDEB  mesmo Bolsonaro proibindo reajuste salarial em 2021, a lei é clara. 70% é do professor. Os 10% de aumento na verba ,garantido na nova lei do FUNDEB deveria chegar as nossas mãos  em forma de abono,  rateio, já que está proibido o aumento em folha.

As perguntas que não querem calar: Onde e com quem está  esse dinheiro?

Quando esses 10% será repassado?

A diferença que passou de 60% para 70% em vigor em 2021 realmente entrou nos cofres das prefeituras ou a lei só existe no Papel?

Por que há audiências públicas para prestação de contas do dinheiro da saúde e de todas as pastas que mexem com dinheiro, menos na Educação?

Onde estão, quem são e como funcionam os Conselhos do FUNDEB e da Educação do seu município? você sabe? Do meu, eu não sei.

Sabem porque essas coisas acontecem?

Porque o professor e a Educação é o que menos importam aos governantes. É lamentável a forma como se trata o professor no Brasil. Ao Pai de todas as profissões reserva-se a condição de invisível quando se trata de valorização. Nem mesmo quando os prêmios de Melhores do Ano aparecem, quem vai lá receber o mérito é o prefeito e a Secretária de Educação. E nas manchetes dos veículos de comunicação, ainda se ler :Prefeito Fulano de tal, eleva a Educação aos patamares de primeiro mundo, prefeito nota 10. E o professor que nota ganha? Se eles pudessem, talvez nos entregaríamos o troféu de indigentes.

Veja estudo Apresentado hoje na Coluna do Jornalista Magno Martins:

Professores na pior – Os professores brasileiros nos anos finais do ensino fundamental têm os piores salários entre 40 países avaliados em um estudo da Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE). Dados do levantamento sobre o impacto da pandemia do novo coronavírus também mostraram que o Brasil foi o País que fechou as escolas por mais tempo durante a pandemia. O piso salarial dos docentes brasileiros se mostrou o mais baixo entre 37 nações do bloco e dos três países parceiros representados no levantamento. Em média, um professor brasileiro recebe R$ 131.407 (US$ 25.030), por ano no nível pré-primário; R$ 133.171 (US$ 25.366), no nível primário; R$ 135.135 (US$ 25.740), no nível secundário inferior geral; e R$ 140.301 (US$ 26.724), no nível secundário superior geral

Postado por Madalena França.

A Política é lugar de Mulher sim! Elas encontraram lugar ao sol e chegam para ficar...

 


 “Ninguém se engane, as candidaturas laranjas são invenções dos homens e não das mulheres. Ainda que alguns partidos, normalmente comandados por homens, prefiram se arriscar burlando a lei, em vez de investirem em novas lideranças femininas, esse quadro começa a mudar. O protagonismo feminino, pouco a pouco, vem se impondo por méritos próprios”.

 o tapete vermelho que será estendido, amanhã, pelo PSB, para filiação da deputada Tábata Amaral (SP) e a recepção calorosa preparada pelo Cidadania para a senadora Leila Barros (DF) no mês passado, confirmam tudo isso. Após garantir na Justiça Eleitoral o direito de se desfiliar do PDT sem perder o mandato, Tábata anunciou no programa “Conversa com Bial”, na Globo, sua filiação ao PSB, contou a jornalista Adriana Vasconcelos.

 O avanço das mulheres na política brasileira já é considerado um caminho sem volta. Até porque em alguns lugares elas já conseguiram dominar a cena. Dos oito deputados federais eleitos por Brasília, por exemplo, na eleição passada, cinco são mulheres. Entre elas, Flávia Arruda, a mais votada, é ministra da Secretaria de Governo. O protagonismo feminino chamou a atenção em outros estados da federação, onde candidatas mulheres também despontaram como as mais votadas entre os eleitos. É o caso das deputadas Rose Modesto (PSDB-MS), Mara Rocha (PSDB-AC) e Rejane Dias (PT-PI).( informações da Coluna do Magno Martins)

Postado por Madalena França

Em Casinhas posse do novo padre foi marcada para 04 de Outubro...


Padre Ayrton Barbosa foi nomeado novo
administrador da Área Pastoral Nossa Senhora
das Dores, em Casinhas 
Da REDAÇÃO
charlesnasci@yahoo.com.br

A Área Pastoral Nossa Senhora das Dores, da cidade de Casinhas, terá um novo padre a partir de outubro de 2021. O anúncio foi feito na última sexta-feira (17.09) pelo bispo diocesano de Nazaré da Mata, Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, após reunião com o Conselho Presbiteral. Na ocasião, através de comunicado oficial, Dom Francisco anunciou várias transferências e nomeações de presbíteros e estágio pastoral dos seminaristas que estão concluindo o curso de teologia.
Postado por Madalena França

Seja Sol por onde for...

 

 Ótima terça- feira! Onde for seja luz, ilumine e brilhe.
É o sorriso no rosto e a leveza na alma para colore nossos olhos, floresce nossos corações e dar asas aos nossos pés.
Que Deus esteja sempre presente em nossos pensamentos e ações.
Bom dia! Vamos ser feliz?

Por Madalena França

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Limoeiro | Agendada posse do novo pároco da Paróquia da Apresentação

 


Postado Por Madalena França.


O padre Severino João tomará posse como novo pároco da Paróquia Nossa Senhora da Apresentação de Limoeiro no dia 5 de outubro. A missa será celebrada pelo Bispo da Diocese de Nazaré da Mata, Dom Francisco Dantas de Lucena, às 19h, na Igreja Matriz da Apresentação. Severino substituirá Padre Elias Roque, que seguirá nesta terça (21) para uma missão religiosa em Porto Velho, Estado de Rondônia. Com ele, também seguem Padre Maurício Nascimento e os seminaristas Cezar Diego e Rodrigo Justino.


Criado em 1972, o projeto Igrejas-irmãs é uma iniciativa da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cuja finalidade é partilhar a fé, os dons da graça, as experiências pastorais, pessoas e recursos financeiros como gestos de caridade cristã para com as igrejas da Amazônia e outras também necessitadas. Natural de Glória do Goitá, o novo pároco da “paróquia mãe de Limoeiro” estava como administrador paroquial da Área Pastoral Nossa Senhora das Dores, em Casinhas. Ele se integra ao Padre Rafael Alves, vigário paroquial.(Blog do Agreste)

Postado por Madalena França.

Quase 600 mil empresas fecham as portas e dificultam recuperação do emprego

Do Negócios & informes

Postado por Madalena França

Sob efeito da pandemia, o Brasil perdeu quase 600 mil empregadores no intervalo de dois anos, apontam dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua.


A situação preocupa especialistas em razão do efeito multiplicador no mercado de trabalho: quando uma empresa fecha as portas, a renda de mais de uma pessoa (chefe e funcionários) é colocada em risco.


No segundo trimestre de 2019, antes da crise sanitária, o país tinha 4,369 milhões de empregadores. Foi a maior marca para o intervalo de abril a junho na série histórica, com dados a partir de 2012.


A questão é que, devido à pandemia, o número passou a cair em 2020, até atingir 3,788 milhões no segundo trimestre de 2021.


O resultado mais recente, se comparado a igual período de 2019, corresponde a uma baixa de 13,3% -ou 581,3 mil empregadores a menos em dois anos.


A redução em termos percentuais perdeu apenas para a registrada na categoria dos trabalhadores domésticos, que foi de 18,3%. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é o responsável pela elaboração da Pnad Contínua.


A recuperação dos empregadores é considerada fundamental para a abertura de novos postos de trabalho no país. Entre o segundo trimestre de 2019 e igual período de 2021, o número de empregados no setor privado caiu 10,1%, de 44,7 milhões para 40,2 milhões. A redução foi de 4,5 milhões de vagas.


"Sabemos o quão burocrática é a tarefa de se estabelecer como empregador no país, porque existem entraves, e vimos uma queda no grupo relacionada à pandemia", afirma Sergio Firpo, professor de Economia do Insper.


"O ponto é que, ao deixar sua atividade, o empregador deixa de empregar alguém. Isso tem um efeito multiplicador na renda dele e de outros trabalhadores."


Especialistas ressaltam que, em períodos de crise, negócios menores costumam ser os mais prejudicados. Na comparação com grandes companhias, empresas com menos funcionários tendem a apresentar uma reserva financeira limitada para resistir a choques como o da Covid-19, e o acesso a crédito também fica mais difícil.


Microdados da Pnad levantados pela Folha de S.Paulo ilustram essa tendência. Os empreendedores de menor porte, mais numerosos no país, puxaram a perda de negócios durante a pandemia.


No segundo trimestre de 2019, o Brasil tinha 3,198 milhões de empregadores com um a cinco empregados. Eles representavam 73,2% do total à época. Em igual período de 2021, o número caiu para 2,731 milhões (72,1% do total).


Isso significa que, dos 581,3 mil empregadores perdidos no intervalo, 467,4 mil (ou 80,4%) tinham de um a cinco empregados.


"Há um efeito dominó. O fechamento de uma empresa acaba se refletindo não apenas no empregador, mas também nas outras pessoas que dependem daquele negócio", afirma Bruno Ottoni, pesquisador da consultoria IDados.


Antes da crise da Covid-19, Caio Matos, 35, comandava três restaurantes em shoppings de São Paulo, Atibaia (SP) e Pouso Alegre (MG). Com os negócios paralisados pelas restrições na pandemia, decidiu fechar as unidades em junho do ano passado. Os restaurantes somavam 18 empregados.


"A situação ficou muito delicada, até porque eram lojas em shoppings. Tinha acabado de montar uma das unidades. Sentei com minha esposa, decidimos fechar, pagar os direitos dos funcionários e tentar nos recolocar no mercado de trabalho", diz.


Matos teve de mudar de área de atuação e, para seu alívio, conseguiu uma recolocação rápida. Ele lembra que, ainda em junho de 2020, recebeu um convite de um conhecido para trabalhar no setor comercial de uma empresa do ramo de energia fotovoltaica de Pouso Alegre.


Após aceitar a proposta, fez cursos para se adaptar à nova função. Matos conta que conseguiu pagar dívidas e que está feliz com o novo trabalho. Por ora, não planeja voltar a ser empregador. "Pretendo continuar por um bom tempo no trabalho em que estou", diz.


Especialistas ressaltam que a retomada no número de empregadores -que, por sua vez, puxará a de empregados- depende de uma reação mais firme da economia como um todo. A tentativa de recuperação, contudo, é ameaçada por riscos como a escalada da inflação e a crise política.


Instituições financeiras já preveem PIB (Produto Interno Bruto) abaixo de 1% em 2022.


Diante desse quadro, a criação de medidas que facilitem o acesso de empreendedores a crédito é um caminho que precisa ser pensado no país, sugerem especialistas.


"Questões relacionadas à concessão de microcrédito são muito importantes. Com as taxas de juros voltando a subir, as coisas complicam para o pequeno empregador", menciona Firpo.


Ottoni vai na mesma linha. "A questão do crédito é relevante. Não é simplesmente dar dinheiro para os microempreendedores, mas também pensar em políticas que acompanhem o desenvolvimento dos negócios. Quando se fala em políticas públicas, é preciso analisar o que existe de evidência empírica."


Antes da pandemia, entre 2017 e 2019, o número de empregadores vinha em alta no Brasil. No segundo trimestre de 2017, eram 4,173 milhões nessa condição. O montante avançou 4,7% (mais 196 mil) para chegar aos 4,369 milhões do segundo trimestre de 2019.


Em parceria com duas sócias, a empreendedora Gisele Paixão Barthar, 42, inaugurou, às vésperas da pandemia, no centro do Rio de Janeiro, uma loja de vestuário e acessórios diversos que buscava valorizar a cultura afro.


Os negócios iam bem após a abertura, em novembro de 2019, mas a chegada do coronavírus, no primeiro trimestre de 2020, reverteu o cenário. Com as restrições impostas pela crise, a loja, que tinha uma pessoa como funcionária, chegou a ficar quatro meses paralisada ao longo do ano passado, lembra Gisele.


Segundo ela, mesmo com a reabertura das atividades, a circulação de clientes pela região central do Rio não voltou ao patamar anterior à pandemia. A situação forçou o fechamento definitivo do espaço neste ano.


"Chegamos a reabrir no ano passado, mas as outras lojas e empresas que ficavam próximas fecharam ou ficaram em home office. Isso esvaziou nossa clientela", conta.


A empreendedora, agora, tem novos planos. Ela pretende retomar em breve as vendas de maneira online, com o apoio das sócias, mas sem funcionários, pelo menos em um primeiro momento.


"Nossa meta é reestruturar a loja, voltar a divulgar e escoar nossos produtos, que são autorais."


Por Leonardo Vieceli e Érica Fraga/Folhapress - Foto: Agência Brasília

Filho de Casinhas é assassinado em SP e veio ser sepultado em sua terra Natal

 





Tânio foi alvejado por disparos de arma de fogo no Estado de São Paulo. Ainda não sabemos a motivação do crime. Tânio era muito conhecido na sua terra natal, na época  participou de vários momentos político, fez grande amizade em todo o Município. O casinhense também manteve laços de amizades no Estado da Paraíba.
 O velório de "Tânio" aconteceu na sede que fica na Praça Nossa Senhora das Dores, em frente a Igreja Matriz no centro de Casinhas. Familiares, amigos, conhecidos foram convidados a se fazer presentes neste momento de último adeus ao casinhense conhecido popularmente como "Tânio".
Mesmo sem conhecer ofereço minha solidariedade aos familiares e amigos. Já passamos por uma tragédia semelhante na família e nunca esqueci do tamanho dessa dor que não tem nem nome. Rasga o coração e faz sangrar a alma. Que Deus ilumine essa família para suportar essa dor.

A informação é do Casinhas Agreste.
Postado por Madalena França

O pior cego é o que finge que não vê

 


ONU pode barrar discurso de presidente Jair Bolsonaro por não ter sido vacinado

 ONU pode barrar discurso de presidente Jair Bolsonaro por não ter sido vacinado


Pode bater na trave a intenção de o presidente Jair Bolsonaro fazer o tradicional discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU,em Nova York, Estados Unidos, porque o mandatário não tomou as doses de vacina contra o novo coronavírus.

Bolsonaro está inscrito para fazer o primeiro discurso na ONU esta terça-feira, dia 21 de setembro. No entanto, líderes mundiais se opõem à presença do presidente do Brasil no ambiente sem a devida imunização contra a doença.

O jornal britânico Independent cravou que Jair Bolsonaro, líder não vacinado do Brasil, desafiará as regras para reunião de cúpula da ONU em Nova York.

Ao tuitar a matéria, o escritor Paulo Coelho, mundialmente conhecido, defendeu que a ONU exija a vacinação da comitiva brasileira.

“Secretário-Geral Antonio Guterres, sei que não pode impedir a entrada de mandatários, mas seria uma vitória proibir a comitiva do presidente brasileiro de entrar”, disse o autor mais lido no mundo. “Não estão vacinados – mau exemplo hoje estampada em todos os jornais do mundo”, completou Paulo Coelho.

Bolsonaro na ONU envergonha os 213 milhões de brasileiros que ele deveria representar, diz Lula

Postado por Madalena França 247 -  Em entrevista à Rádio Vitoriosa, de Uberlândia, na manhã desta terça-feira (21), o ex-presidente Luiz Iná...