A cidade de Orobó e comunidade clama por água e as imagens falam onde está sendo gasta nossa água...
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Encontrada pessoa mais velha do mundo, com 145 anos
Ele já teve quatro esposas e perdeu um total de 10 irmãos. Aos 145 anos, Mbah Gotho é o ser humano mais velho que se tem notícia e tudo que diz à imprensa local é: “tudo que eu quero é morrer”.
Se é uma questão de erro ou não, ainda não se sabe, mas a documentação oficial do indonésio dá conta de seu nascimento em 31 de dezembro de 1870, data confirmada pelas autoridades da Indonésia.
Gotho vive na região de Central Java e resume sua rotina como passar os dias ouvindo rádio, já que, com a visão reduzida, televisão deixou de ser um passatempo viável. A última esposa dele faleceu em 1988 e, desde então, perdeu também todos os filhos, sendo hoje acompanhado apenas pelos netos, bisnetos e trinetos. Atribui a longevidade a apenas um ingrediente: paciência.
Oficialmente, ele é 23 anos mais velho que a atual detentora do recorde de mais longeva pessoa do mundo, a francesa Jeanne Calment. Para ser reconhecido no Guiness Book, o Livro dos Recordes, no entanto, é necessário que os documentos passem por uma verificação independente.
Se é uma questão de erro ou não, ainda não se sabe, mas a documentação oficial do indonésio dá conta de seu nascimento em 31 de dezembro de 1870, data confirmada pelas autoridades da Indonésia.
Gotho vive na região de Central Java e resume sua rotina como passar os dias ouvindo rádio, já que, com a visão reduzida, televisão deixou de ser um passatempo viável. A última esposa dele faleceu em 1988 e, desde então, perdeu também todos os filhos, sendo hoje acompanhado apenas pelos netos, bisnetos e trinetos. Atribui a longevidade a apenas um ingrediente: paciência.
Oficialmente, ele é 23 anos mais velho que a atual detentora do recorde de mais longeva pessoa do mundo, a francesa Jeanne Calment. Para ser reconhecido no Guiness Book, o Livro dos Recordes, no entanto, é necessário que os documentos passem por uma verificação independente.
De acordo com o jornal britânico The Independent, outras duas pessoas reclamam o título, mas, no caso deles, não há documentos que comprovem a idade ou possam ser verificados para obter o título. São eles: James Olofintuyi, da Nigéria, que diz ter 171 anos, e Dhaqabo Ebba, da Etiópia, que alega ter 163.
Porto Alegre tem megaprotesto contra Temer no PMDB e na RBS
“Hoje, mostramos ao PMDB que não vai ter arrego para golpistas e, para a Brigada Militar, que não temos medo. Nós não vamos sair das ruas”, disseram os organizadores da manifestação; protesto ocorreu diante da sede do PMDB e também da RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul, que apoiou a deposição de Dilma; reportagem de Marco Weissheimer, no Sul 21
às 07:52:00
Cunha pedirá fatiamento de cassação para não ficar inelegível
" title="José Cruz/Agência Brasil" />
O deputado federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deve reivindicar na Câmara que o processo de cassação do seu mandato seja votado de maneira fatiada, exatamente como fez o Senado ao aprovar a deposição de Dilma Rousseff e, numa segunda votação, manter o seu direito de ocupar funções públicas; aplicado a Cunha, esse modelo permitiria que os deputados votassem o pedido de perda do mandato em duas etapas. Numa, decidiriam sobre a cassação; noutra, deliberariam sobre a inelegibilidade do deputado por oito anos
GLOBO JÁ COBRA DE TEMER A FATURA DO IMPEACHMENT
Uma das principais articuladoras do golpe parlamentar de 2016, a Globo já cobra de Michel Temer as medidas daquele que considera ser seu próprio governo; entre elas, as reformas trabalhista e previdenciária, que flexibilizam direitos dos trabalhadores e ampliam a idade mínima de aposentadoria; Globo também cobra a não interferência no caso Eduardo Cunha (PMDB-RJ), outro personagem central na trama golpista, e a pacificação com PSDB e DEM – o que significa seguir uma agenda mais liberal; no Estado de S. Paulo, que também apoiou a derrubada de Dilma, são cobradas as "medidas amargas"
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Com um lindo e emocionante discurso aos brasileiros, Dilma sai da presidência de cabeça erguida...
Por: Agência Brasil/DiárioSP Online
No segundo mandato, Dilma e Temer tiveram o relacionamento político abalado / Lula Marques/Fotos Públicas
Em pronunciamento no Palácio da Alvorada, a agora ex-presidente Dilma Rousseff disse ter sofrido o segundo golpe de Estado em sua vida. “O primeiro, o golpe militar, apoiado na truculência das armas, da repressão e da tortura, me atingiu quando era uma jovem militante. O segundo, o golpe parlamentar desfechado hoje (quarta-feira, 31 de agosto de 2016) por meio de uma farsa jurídica, me derruba do cargo para o qual fui eleita pelo povo”.
Leia mais:
Dilma classificou de “inequívoca eleição direta” a aprovação do impeachment por 61 senadores e garantiu que vai recorrer em todas as instâncias possíveis contra o que chamou de “fraude”. Ao final, ela disse ainda que, neste momento, não dirá adeus ao povo brasileiro, mas “até daqui a pouco”.
Ela ainda afirmou que fará uma oposição dura contra Michel Temer.
Confira na íntegra o pronunciamento da ex-presidente:
“Ao cumprimentar o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cumprimento todos as senadoras e senadores, deputadas e deputados, presidentes de partido, as lideranças dos movimentos sociais. Mulheres e homens de meu País.
Hoje, o Senado Federal tomou uma decisão que entra para a história das grandes injustiças. Os senadores que votaram pelo impeachment escolheram rasgar a Constituição Federal. Decidiram pela interrupção do mandato de uma Presidenta que não cometeu crime de responsabilidade. Condenaram uma inocente e consumaram um golpe parlamentar.
Com a aprovação do meu afastamento definitivo, políticos que buscam desesperadamente escapar do braço da Justiça tomarão o poder unidos aos derrotados nas últimas quatro eleições. Não ascendem ao governo pelo voto direto, como eu e Lula fizemos em 2002, 2006, 2010 e 2014. Apropriam-se do poder por meio de um golpe de Estado.
É o segundo golpe de estado que enfrento na vida. O primeiro, o golpe militar, apoiado na truculência das armas, da repressão e da tortura, me atingiu quando era uma jovem militante. O segundo, o golpe parlamentar desfechado hoje por meio de uma farsa jurídica, me derruba do cargo para o qual fui eleita pelo povo.
É uma inequívoca eleição indireta, em que 61 senadores substituem a vontade expressa por 54,5 milhões de votos. É uma fraude, contra a qual ainda vamos recorrer em todas as instâncias possíveis.
Causa espanto que a maior ação contra a corrupção da nossa história, propiciada por ações desenvolvidas e leis criadas a partir de 2003 e aprofundadas em meu governo, leve justamente ao poder um grupo de corruptos investigados.
O projeto nacional progressista, inclusivo e democrático que represento está sendo interrompido por uma poderosa força conservadora e reacionária, com o apoio de uma imprensa facciosa e venal. Vão capturar as instituições do Estado para colocá-las a serviço do mais radical liberalismo econômico e do retrocesso social.
Acabam de derrubar a primeira mulher presidenta do Brasil, sem que haja qualquer justificativa constitucional para este impeachment.
Mas o golpe não foi cometido apenas contra mim e contra o meu partido. Isto foi apenas o começo. O golpe vai atingir indistintamente qualquer organização política progressista e democrática.
O golpe é contra os movimentos sociais e sindicais e contra os que lutam por direitos em todas as suas acepções: direito ao trabalho e à proteção de leis trabalhistas; direito a uma aposentadoria justa; direito à moradia e à terra; direito à educação, à saúde e à cultura; direito aos jovens de protagonizarem sua história; direitos dos negros, dos indígenas, da população LGBT, das mulheres; direito de se manifestar sem ser reprimido.
O golpe é contra o povo e contra a Nação. O golpe é misógino. O golpe é homofóbico. O golpe é racista. É a imposição da cultura da intolerância, do preconceito, da violência.
Peço às brasileiras e aos brasileiros que me ouçam. Falo aos mais de 54 milhões que votaram em mim em 2014. Falo aos 110 milhões que avalizaram a eleição direta como forma de escolha dos presidentes.
Falo principalmente aos brasileiros que, durante meu governo, superaram a miséria, realizaram o sonho da casa própria, começaram a receber atendimento médico, entraram na universidade e deixaram de ser invisíveis aos olhos da Nação, passando a ter direitos que sempre lhes foram negados.
A descrença e a mágoa que nos atingem em momentos como esse são péssimas conselheiras. Não desistam da luta.
Ouçam bem: eles pensam que nos venceram, mas estão enganados. Sei que todos vamos lutar. Haverá contra eles a mais firme, incansável e enérgica oposição que um governo golpista pode sofrer.
Quando o Presidente Lula foi eleito pela primeira vez, em 2003, chegamos ao governo cantando juntos que ninguém devia ter medo de ser feliz. Por mais de 13 anos, realizamos com sucesso um projeto que promoveu a maior inclusão social e redução de desigualdades da história de nosso País.
Esta história não acaba assim. Estou certa que a interrupção deste processo pelo golpe de estado não é definitiva. Nós voltaremos. Voltaremos para continuar nossa jornada rumo a um Brasil em que o povo é soberano.
Espero que saibamos nos unir em defesa de causas comuns a todos os progressistas, independentemente de filiação partidária ou posição política. Proponho que lutemos, todos juntos, contra o retrocesso, contra a agenda conservadora, contra a extinção de direitos, pela soberania nacional e pelo restabelecimento pleno da democracia.
Saio da Presidência como entrei: sem ter incorrido em qualquer ato ilícito; sem ter traído qualquer de meus compromissos; com dignidade e carregando no peito o mesmo amor e admiração pelas brasileiras e brasileiros e a mesma vontade de continuar lutando pelo Brasil.
Eu vivi a minha verdade. Dei o melhor de minha capacidade. Não fugi de minhas responsabilidades. Me emocionei com o sofrimento humano, me comovi na luta contra a miséria e a fome, combati a desigualdade.
Travei bons combates. Perdi alguns, venci muitos e, neste momento, me inspiro em Darcy Ribeiro para dizer: não gostaria de estar no lugar dos que se julgam vencedores. A história será implacável com eles.
Às mulheres brasileiras, que me cobriram de flores e de carinho, peço que acreditem que vocês podem. As futuras gerações de brasileiras saberão que, na primeira vez que uma mulher assumiu a Presidência do Brasil, a machismo e a misoginia mostraram suas feias faces. Abrimos um caminho de mão única em direção à igualdade de gênero. Nada nos fará recuar.
Neste momento, não direi adeus a vocês. Tenho certeza de que posso dizer “até daqui a pouco”.
Encerro compartilhando com vocês um belíssimo alento do poeta russo Maiakovski:
'Não estamos alegres, é certo,
Mas também por que razão haveríamos de ficar tristes?
O mar da história é agitado
As ameaças e as guerras, haveremos de atravessá-las,
Rompê-las ao meio,
Cortando-as como uma quilha corta.'
Mas também por que razão haveríamos de ficar tristes?
O mar da história é agitado
As ameaças e as guerras, haveremos de atravessá-las,
Rompê-las ao meio,
Cortando-as como uma quilha corta.'
Um carinhoso abraço a todo povo brasileiro, que compartilha comigo a crença na democracia e o sonho da justiça.”
Quando o Céu Molhou com Lágrimas o Nordeste Brasileiro...

Grande dor no céu de AgostoNos registros deste dia
Oh, 31 sem razão
Os espelhos da crueldade
Assassinaram a nação.
Eu nasci na Ditadura
E sonhando com a justiça
Vi sorrir a liberdade
Sinto hoje a vida vazia
Num estúpido assassinato
Mataram a Democracia.
O céu molhou com lágrimas
O Nordeste Brasileiro
No desalento de um povo
Que venceu a sede e a fome
Virou doutor foi pra escola
Lula e Dilma nos deu nome.
A História aqui registre
Nos versos deste poema
O inconformismo de um povo
Que cumpriu sua missão
De encaminhar o Brasil
Para uma grande nação.
Nas asas da liberdade
Ousamos voos profundos
Acabamos liquidados
Pelas ambições de um mundo
Que ao povo desrespeita
Condenando uma inocente
Democraticamente eleita.
Me envergonho de um Brasil
Onde o povo não tem voz
Onde o negro não tem vez
O ministério não tem mulheres
E o governo o poder tomou
Esse Brasil que hoje começa
Pra nós não tem mais valor.
Hoje o Brasil se divide
No da gente que contruiu
E no da gente que derrubou
A democracia de um povo
Que a duras penas conquistou.
Quanto Sangue derramado
Quantas vidas dilaceradas
Nos cárceres e nas prisões
Nas torturas e paus de arara
Choro à Democracia
Novamente exterminada.
Triste dia!
Luto, dor, lágrimas, indignação!
Repudio todo aquele
Que envergonhou a nação.
Dilma coração valente
O bom Brasil lhe agradece
Sua luta e sua garra
O mundo jamais esquece.
Obrigada.
Deus lhe guie
Durma em paz
Seja feliz
O travesseiro macio
É a consciência tranquila
És das flores a mais bela
Nossa eterna Margarida!
Por Madalena França.
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