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domingo, 17 de junho de 2018

Família real britânica terá seu primeiro casamento gay O primo da Rainha Elizabeth II já foi casado com uma mulher, que será quem o levará ao altar Família real britânica terá seu primeiro casamento gay © DR Notícias ao Minuto Brasil HÁ 1 HORA POR NOTÍCIAS AO MINUTO MUNDO REALEZA A realeza britânica está prestes a fazer história com o primeiro casamento homossexual. Os protagonistas serão Ivar Mountbatten, primo da Rainha Elizabeth II, e o seu noivo, James Coyle. Como informa o Daily Mail, Ivar já foi casado com uma mulher, Penny, de quem tem três filhas. Em 2016, o parente da monarca assumiu a sua bissexualidade e agora se prepara para subir ao altar com o atual companheiro. Mas não é tudo. A ex-mulher de Ivar revelou à mesma publicação que será ela a levá-lo ao altar: "Foi uma ideia das nossas filhas".


O primo da Rainha Elizabeth II já foi casado com uma mulher, que será quem o levará ao altar

Família real britânica terá seu primeiro casamento gay
Notícias ao Minuto Brasil
HÁ 1 HORA POR NOTÍCIAS AO MINUTO
MUNDO REALEZA
Arealeza britânica está prestes a fazer história com o primeiro casamento 
homossexual. Os protagonistas serão Ivar Mountbatten, primo da Rainha Elizabeth II, e o 
seu noivo, James Coyle. 
Como informa o Daily Mail, Ivar já foi casado com uma mulher, Penny, de quem tem três
 filhas.
Em 2016, o parente da monarca assumiu a sua bissexualidade e agora se prepara para 
subir ao altar com o atual companheiro. 
Mas não é tudo. A ex-mulher de Ivar revelou à mesma publicação que será ela a levá-lo
 ao altar: "Foi uma ideia das nossas filhas".

A Copa e o complexo de vira-latas


 
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O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) escreve que é possível deixar para trás o “complexo vira-latas” encontrando uma saída para a crise, nas próximas eleições, através do dialogo, da democracia, do voto popular, da mudança de postura de todos, dos políticos e da sociedade em geral.
A Copa e o complexo de vira-latas
Luiz Claudio Romanelli*
“As vaias são os aplausos dos desanimados”. (Nelson Rodrigues)
Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada no dia 12 de junho revelou que 53% dos brasileiros afirmam não ter nenhum interesse com a Copa do Mundo. Somente 18% dos entrevistados disseram que têm grande interesse pela competição, mesmo percentual dos que dizem ter interesse médio. O levantamento mostra que a taxa de desinteresse de agora é a pior às vésperas de uma Copa desde 1994, quando o Datafolha pesquisou o tema pela primeira vez. Naquele ano, apenas 17% não tinham interesse no Mundial.
No país do futebol, a pátria em chuteiras, como dizia o grande cronista, jornalista e autor teatral Nelson Rodrigues, o desinteresse e o distanciamento em relação à Copa do Mundo chegam a causar estranhamento. Assim como causa certo desconforto perceber que há muita gente que vai torcer contra o time que um dia foi o símbolo de orgulho do brasileiro.
Acredito que vários fatores levam a esse alto desinteresse com a Copa: a crise econômica, a situação política e a descrença nos rumos do país, o desencanto com a seleção após a eliminação traumática em 2014 em casa, o legado às avessas que a realização da Copa deixou para o país, a elitização do esporte, a insatisfação com a administração do futebol no Brasil e a corrupção na CBF.
Pesquisa realizada em abril pela Mindminers, empresa especializada em pesquisas digitais, mostra que 54% dos participantes não acreditam que uma eventual vitória da seleção brasileira aumentará a autoestima dos brasileiros. 58% entendem que os escândalos na CBF afetam, de alguma maneira, a vontade de torcer pela seleção.
Em artigo no El País Brasil, Breiller Pires analisa o tema e aponta que o “descrédito popular que tem colocado em xeque o poder da seleção de mobilizar massas e unificar a identidade nacional a cada quatro anos não é fruto exclusivamente do mau humor dos que não enxergam a poesia que emana dos gramados. As causas transcendem o campo de jogo”.
“Há décadas o esporte nacional é gerido à base da troca de favores, politicagem barata e interesses comerciais sustentados pela lógica da propina. Por mais vitoriosa que seja sua história em campo, não há instituição que passe incólume a tantas mazelas fora das quatro linhas. O que ajuda a explicar a perda de apelo não só da seleção, mas do futebol brasileiro como um todo”, analisa.
O ex-presidente da entidade José Maria Marin, de 86 anos, está preso em Nova York. Ele foi condenado pela Justiça dos EUA em dezembro do ano passado por seis crimes de corrupção no futebol, delitos de lavagem de dinheiro e fraude em subornos envolvendo a cessão dos direitos de televisão e marketing de competições. Seu sucessor, Marco Polo del Nero, foi banido para sempre do futebol pela Fifa em abril deste ano.
Até a tradicional camiseta amarela da seleção canarinho deixou de ser unanimidade. O uniforme perdeu prestígio e passou a ser um símbolo daqueles que foram às ruas pedir o impeachment de Dilma Rousseff entre 2015 e 2016.
O articulista do El País Brasil lembra que é bem provável que, com o início dos jogos na Rússia, se o Brasil mantiver o bom nível de atuação, o clima de Copa se espalhe tal qual em 2014, quando o grito de “não vai ter Copa” deu lugar a euforia nas ruas.
“Mas não resta dúvida de que os acontecimentos desde o Mundial passado, principalmente os escândalos de corrupção na CBF, arranharam a imagem do nosso futebol e, por tabela, a da seleção. Aquele que torce contra a pátria de chuteiras não é menos brasileiro que aquele que comemora fervorosamente cada gol anotado pelos comandados de Tite. Pois nada tem a ver com antipatriotismo. O “torcer contra” é, acima de tudo, uma resposta dos que não se sentem representados pelas instituições que se apropriaram da seleção. Um direito tão legítimo quanto o de quem prefere torcer a favor, apesar das contraindicações”.
Arrisco dizer que talvez estejamos sendo mesmo afetados pela complexo de vira lata na definição também de Nelson Rodrigues. “Por complexo de vira-lata” entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. O brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a autoestima”, escreveu o dramaturgo.
Para superar a descrença, o descrédito nas instituições, o pessimismo, o Brasil precisa encontrar uma saída para a crise, nas próximas eleições, através do dialogo, da democracia, do voto popular, da mudança de postura de todos, dos políticos e da sociedade em geral. Estabilidade política gera estabilidade econômica que gera a estabilidade social. Só assim para recuperarmos o orgulho e a alegria de sermos brasileiros.
Boa Semana! Paz e Bem!
*Luiz Cláudio Romanelli, advogado e especialista em gestão urbana, ex-secretário da Habitação, ex-presidente da Cohapar, e ex-secretário do Trabalho, é deputado pelo PSB á. Escreve sobre Poder e Governo
Madalena França via esmael

AEPAET denuncia que governo pode entregar até 70% dos campos de pré-sal


O presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET), Felipe Coutinho, reforça que a Câmara aprovou o regime de urgência para projeto que permite à Petrobrás vender até 70% dos campos do pré-sal; a entidade também alerta: “as multinacionais pretendem que o governo Temer anule a decisão do Conselho Nacional de Política Energética pela contratação direta da Petrobrás para operação e produção do excedente da Cessão Onerosa pelo regime de partilha”

247- O Presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET), Felipe Coutinho, reforça que a Câmara dos Deputados aprovou na noite da quarta-feira (13), por 28/1 votos a 109, o regime de urgência para Projeto de Lei que permite à Petrobrás vender até 70% dos campos do pré-sal concedidos a ela por meio do regime de Cessão Onerosa. O texto autoriza a empresa a vender até 70% da sua participação nos campos, que hoje não é permitido.
A entidade destaca que “a Lei da Partilha (Lei Nº 12.351/2010) também previa em 2014 a possibilidade de contratação direta da Petrobrás nos casos de interesse estratégico nacional. Utilizando-se deste recurso, na 28a Reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), presidida pela ex-presidente Dilma Roussef em 24 de junho de 2014, aprovou-se a contratação direta da Petrobrás para a produção em regime de partilha do volume de petróleo equivalente recuperável, excedente ao volume contratado sob o regime de Cessão Onerosa”.


“As multinacionais pretendem que o governo Temer anule a decisão do CNPE pela contratação direta da Petrobrás para operação e produção do excedente da Cessão Onerosa pelo regime de partilha. Cobiçam se apropriar desse petróleo, sem riscos, por meio dos leilões de privatização”, diz a AEPET.
Perguntado se o projeto vai acelerar as negociações entre União e a Petrobrás em torno da revisão do contrato de Cessão Onerosa, o presidente Petrobrás, Ivan Monteiro,Monteiro respondeu: – Nossa perspectiva é que a gente tenha uma evolução positiva nas discussões com o governo federal (…). Vai ajudar bastante sim, porque vai criar um ambiente mais estável, e é isso que o investidor estrangeiro quer, e o brasileiro também.
Privatização do petróleo da Cessão Onerosa
A Cessão Onerosa é um contrato celebrado entre a Petrobrás e a União, conforme estabelecido na Lei Nº 12.276/2010, através do qual a empresa adquiriu o direito de produzir um volume total de 5 bilhões de barris de petróleo equivalente a partir de seis áreas onde a estatal já havia conduzido estudos exploratórios.
Leia também:
Florim (Itapu*), Franco (Búzios*), Sul de Guará (Sul de Sapinhoá*), Entorno de Iara (Norte e Sul de Berbigão-Norte e Sul de Sururu-Atapu*), Sul de Lula (Sul de Tupi*), e Nordeste de Tupi (Sépia*). Dentre estes, destaca-se o campo de Búzios, maior super gigante do Pré-Sal, contendo um volume de óleo in place (VOIP) de 29,8 bilhões de barris e um volume de gás associado de 641,1 bilhões de m3 (Ref.: BAR 2015 in Sumário Exploratório ANP de Búzios).
Por este direito, a Petrobrás pagou à União o montante total de R$ 75 bilhões (US$ 42 bilhões). Através da Cessão Onerosa, a União aumentou sua participação acionária na estatal. (Laier & Marinho, 2017)
O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) apresentou o Projeto de Lei 8939/2017 que autoriza a Petrobrás a vender até 70% dos 5 bilhões de barris de petróleo adquiridos no regime de Cessão Onerosa em 2010. (Aleluia, 2017)
A imprensa repercute que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pretende dar prioridade para o projeto do deputado José Carlos Aleluia. (Jornal Valor, 2017)
A Lei da Partilha (Lei Nº 12.351/2010) também previa em 2014 a possibilidade de contratação direta da Petrobrás nos casos de interesse estratégico nacional. Utilizando-se deste recurso, na 28a Reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), presidida pela ex-presidente Dilma Roussef em 24 de junho de 2014, aprovou-se a contratação direta da Petrobrás para a produção em regime de partilha do volume de petróleo equivalente recuperável, excedente ao volume contratado sob o regime de Cessão Onerosa.

O caráter estratégico da contratação da Petrobrás para a produção do excedente da Cessão Onerosa (9,8 a 15,2 bilhões de barris) em regime de partilha com a União foi comentado pela então presidente da estatal, Maria das Graças Silva Foster em apresentação para analistas divulgada em 27 de junho de 2014. Ela destacou a importância da produção do excedente para a Petrobrás para: repor a produção acumulada de seis anos no período de 2020-2030 (reposição de 1,6 a 1,8 bilhão de boe/ano); assegurar de forma antecipada um volume potencial com baixo risco exploratório; permitir maior seletividade nas futuras licitações de áreas exploratórias; economizar em custos de descoberta (deixar de gastar para descobrir e delimitar volumes equivalentes). (Laier & Marinho, 2017)

FESTAS DE VIOLA EM BOM JARDIM E OROBÓ!!!


Neste sábado, dia 16, realizamos uma ótima cantoria de viola, na comunidade barrocos de Bom Jardim, na residência do senhor Zé de Carrim; com os poetas Ramos da Saudade, Biu Moura e Manuel Mariano. Foi tudo muito bom! 

Os nossos agradecimentos a seu Zé de Carrim e ao nosso amigo Rei, que organizaram a festa e a todos que se fizeram presentes.

No dia 28, véspera de São Pedro, a festa de viola acontecerá em Machadinho - Orobó, no bar do amigo Fabiano Vela, a partir das 04:00 horas da tarde; com os poetas Biu Moura, Ramos da Saudade, João Silva e Manuel Mariano.

Fabiano, convida a todos  (as)!

Atuais campeões e Neymar iniciam jornada contra rivais incômodos…


A atual campeã Alemanha e o Brasil, liderado por Neymar, entram em campo neste domingo pelos primeiros jogos na Copa do Mundo da Rússia-2018, contra os incômodos México e Suíça, respectivamente. O outro jogo de domingo é o duelo entre Sérvia e Costa Rica, que há quatro anos chegou às quartas de final.
Neymar, 3, 2, 1…
Chegou o grande dia para Neymar. Desde sua lesão no pé, dia 25 de fevereiro, a estreia na Copa do Mundo contra a Suíça é um dia muito aguardado. Vai ser o reencontro da seleção brasileira com o torneio que já venceu cinco vezes. Mas a última lembrança é a humilhação por 7 a 1 para a Alemanha, nas semifinais da edição disputada em casa em 2014.
Neymar não está 100% ainda, mas também é muito privilegiado fisicamente. Não está em sua plenitude ainda, mas está em um processo bem evoluído e suficientemente bom para fazer um grande jogo”, explicou o técnico Tite neste sábado.
O treinador foi o responsável pela equipe voltar a apresentar bom futebol e recuperar o prestígio no cenário internacional. Já a Suíça busca surpreender com seu estilo de marcação forte, mas que não se contenta em defender.
Um ano depois
A última lembrança da Mannschaft no Mundial é doce, com o troféu levantado no Maracanã após vitória sobre a Argentina de Lionel Messi na final. Agora, os campeões iniciam a defesa do título após preparação que sofreu turbulências. A equipe venceu apenas um dos últimos seis amistosos antes da Copa. Do outro lado, o México quer superar a sina de cair sempre nas oitavas de final. Mas há um ano, a Alemanha atropelou o México por 4 a 1 na semifinal da Copa das Confederações.

Heróis de 2014

Há quatro anos, a Costa Rica fez a Copa do Mundo mais brilhante de sua história, chegando às quartas de final pela primeira vez. Repetir o feito conseguido na época é complicado, mas para isso é necessário começar com o pé direito contra a Sérvia. O Brasil pinta como favorito para liderar o grupo E, com uma vaga em disputa entre centro-americanos, sérvios e suíços. A Sérvia não disputa a Copa do Mundo desde 2010. Nas edições anteriores, não conseguiu superar a fase de grupos.

Programação dos jogos de domingo na Copa do Mundo da Rússia-2018, pelo horário de Brasília:
(9:00h) Costa Rica – Sérvia, em Samara
(12:00h) Alemanha – México, em Moscou
(15:00h) Brasil – Suíça, em Rostov del Don

(AFP
Madalena França via Dimas Santos.

Linda e inusitada Petição intitulada "Habes pinho"

“liberar um violão” (genial)!

Publicamos hoje a famosíssima e inusitada petição judicial, escrita em versos pelo poeta, advogado e homem público paraibano Ronaldo Cunha Lima (1935 – 2012), denominada HABEAS PINHO.

Consta que a motivação para o documento foi o fato de que, em 1955, um grupo de boêmios de Campina Grande fazia serenata numa madrugada do mês de junho, quando chegou a polícia e apreendeu… o violão!… Decepcionado, o grupo recorreu aos serviços do advogado Ronaldo Cunha Lima, na época recentemente saído da Faculdade, e que também apreciava uma boa seresta. Ele peticionou em Juízo, para que fosse liberado o violão.

Aquele pedido ficou conhecido como “Habeas Pinho” e enfeita as paredes de escritórios de muitos advogados e bares de praia, no Nordeste Brasileiro.

Eis a famosa petição (HABEAS PINHO):

“Exmo. Sr.
Dr. Artur Moura,
Meritíssimo Juiz de Direito da 2ª Vara desta Comarca,

O instrumento do crime que se arrola
Neste processo de contravenção
Não é faca, revólver nem pistola.
É simplesmente, Doutor, um violão!

Um violão, Doutor, que, na verdade,
Não matou nem feriu um cidadão.
Feriu, sim, a sensibilidade
De quem o ouviu vibrar na solidão.

O violão é sempre uma ternura,
Instrumento de amor e de saudade.
Ao crime ele nunca se mistura.
Inexiste, entre os dois, afinidade.

O violão é próprio dos cantores,
Dos menestréis de alma enternecida,
Que cantam as mágoas e que povoam a vida,
Sufocando, assim, suas próprias dores.

O violão é música e é canção,
É sentimento de vida e alegria,
É pureza e néctar que extasia,
É adorno espiritual do coração.

Seu viver, como o nosso, é transitório,
Porém, seu destino o perpetua:
Ele nasceu para cantar, em plena rua,
E não para ser arquivo de Cartório.

Mande soltá-lo, pelo Amor da noite
Que se sente vazia em suas horas,
Para que volte a sentir o terno açoite
De suas cordas leves e sonoras.
Libere o violão, Dr. Juiz,
Em nome da Justiça e do Direito!
É crime, porventura, o infeliz,
Cantar as mágoas que lhe enchem o peito?

Será crime, e afinal, será pecado,
Será delito de tão vis horrores,
Perambular na rua um desgraçado,
Derramando na rua as suas dores?

É o apelo que aqui lhe dirigimos,
Na certeza, já, do seu acolhimento.
É somente liberdade, o que pedimos
E, nestes temos, vem pedir deferimento!

Assinado:
Ronaldo Cunha Lima, advogado.

O juiz  por sua vez, despachou utilizando a mesma linguagem do poeta Ronaldo Cunha Lima: o verso popular.

Recebo a petição escrita em verso
E, despachando-a sem autuação,
Verbero o ato vil, rude e perverso,
Que prende, no Cartório, um violão.
 
Emudecer a prima e o bordão,
Nos confins de um arquivo, em sombra imerso,
É desumana e vil destruição
De tudo que há de belo no universo.
 
Que seja Sol, ainda que a desoras,
E volte á rua, em vida transviada,
Num esbanjar de lágrimas sonoras.

Se grato for, acaso ao que lhe fiz,
Noite de luz, plena madrugada,
Venha tocar à porta do Juiz. “


Madalena França, via Dimas Santos.

Fonte: O Bem Viver

Acirramento político chega à Copa do Mundo…



Ulysses Gadêlha/Folha de Pernambuco

A camisa amarela da seleção brasileira, com o ícone da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no peito, sempre esteve no imaginário dos torcedores como um símbolo de orgulho da “Canarinha”. As cinco estrelas sobre o escudo remetem à trajetória da mais exitosa das seleções nas Copas do Mundo. Entretanto, enquanto símbolo nacional, a camiseta amarela veio a se tornar objeto de disputa política, desde que manifestantes foram às ruas pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2015 e 2016. Agora, durante a Copa da Rússia, aqueles torcedores que não se identificam com a pauta do “Fora Dilma” estão optando por versões alternativas da amarelinha, sob justificativa de não serem confundidos com os “coxinhas” – denominação jocosa atribuída a simpatizantes da direita. Analistas apontam que esse curioso fenômeno é um signo de que, mesmo em eventos culturais como a Copa, o acirramento político tende a se manifestar.
O professor de História Delcy Vilas Boas, no Recife, é um dos que optou por não usar a camisa amarela, utilizando em seu lugar uma versão vermelha. “Não faço isso pra chocar, a ideia é fazer o contraponto, mostrando que futebol e política podem andar juntos”, esclarece. Delcy adquiriu um modelo cujo o escudo tem apenas o nome “Brasil” e nas costas a expressão “Lula Livre” e o número “13”, fazendo menção às palavras de ordem do PT.
Delcy conta que ainda tem as camisas tradicionais no guarda-roupa e não se sente constrangido em usá-las, já que procura ter seu posicionamento político sempre muito claro. “Esse ano, a gente não sabe se o cara com a bandeirinha do Brasil tá torcendo pela seleção ou pedindo intervenção militar. Termina que as pessoas ficam receosas de serem confundidas com um movimento que não as representa mais ou nunca representou”, avalia.
Esse também foi o caso do publicitário Maurício Victorino e da sua esposa, Iasmin Barbosa, que trabalha com compras no comércio internacional. Segundo Maurício, o casal achou interessante a oportunidade de torcer pelo Brasil e mostrar que não é da “galera do pato amarelo” – em referência às manifestações pela saída da ex-presidente Dilma, onde um enorme pato amarelo simbolizava a expressão “Não vamos pagar o pato”. “Eu gosto bastante de futebol, sempre me animo com Copa do Mundo, só que nesses últimos quatro o pessoal roubou da gente o patriotismo e a camisa da CBF”, alega o publicitário.
A Copa do Mundo, na visão de Maurício, é um momento próprio para discutir política tanto com brincadeiras quanto com coisas sérias. “Na Copa de 2014, as pessoas que foram aos estádios tinham poder aquisitivo alto e usaram aquele momento pra vaiar e xingar a ex-presidente Dilma, como se isso expressasse para o Mundo o sentimento de todos os brasileiros. Agora, eu vou assistir o meu jogo, fazendo a minha crítica e relembrando de ideais de esquerda”, diz”.

Continua…

Madalena França

PT define Requião como prioritário ao Senado


 
PT define Requião como prioritário. Foto Rosalvo Finco/PT do Paraná.
A diretório estadual do PT definiu neste sábado (16), em Curitiba, o nome de Roberto Requião (MDB) como candidato prioritário ao Senado.
O partido também discute o segundo nome para “dobrar” com Requião em outubro. São três postulantes a uma vaga: o ex-deputado Elton Welter, a ex-vice-prefeita de Curitiba Mirian Gonçalves e o vereador maringaense Carlos Mariucci.
Os petista avaliaram ao definir Requião como primeiro candidato ao Senado sua postura em defesa da democracia, contra o impeachment de Dilma Rousseff, pela liberdade de Lula e a solidariedade à senadora Gleisi Hoffmann.
O diretório do PT também aclamou o nome de Dr. Rosinha, presidente estadual da legenda, como candidato ao governo do Paraná.
O PT realizará encontro estadual em julho para homologar a “feitiçaria” eleitoral definida neste fim de semana.

Hoje nos despedimos de uma pessoa muito especial: vá na paz amiga de fé

Que os anjos lhe receba no céu com muita festa, minha velha amiga   Você fará muita falta porque era luz ,colo,abrigo pra muita gente. Um se...