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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

CARREATA DO DEPUTADO ZÉ MAURÍCIO EM RECIFE


A festa #11111 continua por todos cantos de Pernambuco. Hoje estamos com nossa carreata na Zona Oeste do Recife, área que sempre desenvolvi grandes projetos com o deputado @dududafonte e o vereador @chico.kiko! Vamos juntos! #DeputadoZéMaurício#agendaZéMaurício #Pernambuco #Carreata #VempraUrna#VotoConsciente #Vote11111 #Eleições2018 #ZéMaurício11111 #11111 #política #Pernambuco #Brasil #Família11111 #SouMaisZé#campanhaeleitoral
A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e atividades ao ar livre

Atailton Tavares e Victor Lima soltam nota se desfiliando da Rede Sustentabilidade em PE , em repúdio ao Candidato Julio Lóssio que tomou a decisão de Apoiar Bolsonaro...

NOTA PÚBLICA CONJUNTA
Através da presente, após formalização do pedido de renúncia à Comissão Executiva Estadual da REDE/PE e de desfiliação do partido, os agora Ex-Coordenador de Formação Política Estadual, Victor Lima, e o Ex-Coordenador Executivo Estadual, Atailton Tavares, vêm a público esclarecer os fatos que seguem:
Considerando que recentemente o candidato ao Governo de Pernambuco pela REDE SUSTENTABILIDADE, Júlio Lóssio, firmou aliança política com os representantes do presidenciável Jair Bolsonaro em Pernambuco, Coronel Meira e Gilson Machado;
Considerando que a Comissão Executiva Estadual da REDE/PE recusou qualquer punição contra o candidato ao Governo de Pernambuco Júlio Lóssio, aceitando tacitamente a referida aliança, uma vez que a publicação de uma mera nota não resulta qualquer efeito prático, sendo portanto inócua;
Não restou alternativa aos agora ex-coordenadores da Comissão Executiva Estadual da REDE/PE, que não fosse apresentar suas renúncias aos cargos ocupados na instância partidária citada e a solicitação de desfiliação do Partido Rede Sustentabilidade.
A decisão de renúncia e desfiliação tem origem no compromisso de ambos em defesa da democracia e dos direitos humanos, rechaçando qualquer aliança que possa favorecer, fortalecer ou dar condições políticas para aqueles que representam o campo da ultradireita em nosso País, visto que este espectro ideológico guarda total menosprezo aos direitos humanos e aos valores democráticos tão duramente conquistados pela humanidade.
Os valores democráticos, os princípios republicanos e a defesa dos direitos humanos devem estar acima de qualquer cálculo eleitoral.
A história registrará que ambos se opuseram a qualquer movimento implícito ou explícito que possa favorecer ou dar condições políticas ao candidato Jair Bolsonaro.
Recife, 17 de Setembro de 2018.
VICTOR LIMA
ATAILTON TAVARES
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Antecipação do 2° turno é faca de dois gumes para Bolsonaro


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Como se disse aqui, ontem, logo após a divulgação do vídeo de Jair Bolsonaro denunciando uma mirabolante “fraude” que teria sido perpetrada por Lula e pelos que o impugnaram como candidato – incrível, um candidato com 40% dos votos combinando ir preso para ganhar com fraude! – e conclamando os militares para não aceitarem o resultado das urnas, é um ato de desespero que traz tantos sinais quanto perigos.
É evidente que a intenções do ex-capitão eram (e são) :
a) antecipar a polarização entre ele e  Lula/Fernando Haddad e tentar anular a estratégia do candidato petista de ignorá-lo e se fixar na absorção dos votos de Lula;
b) cristalizar sua posição de candidato da direita,  fechando a porta para crescimentos de Geraldo Alckmin e a turma nanica (Álvaro Dias, João Amoedo) sobre seus votos em potencial e
c) anular, radicalizando ainda mais seus apoiadores, seu obrigatório sumiço da propaganda eleitoral e dos debates presidenciais que tendem a chamar mais a atenção  à medida em que as eleições se aproximam.
Como toda manobra, seja política ou militar, tem seus efeitos colaterais. Neste caso, os de ter criado um espaço de crescimento no “outro anti” da política brasileira hoje, tão ou mais forte que o antipetismo: o antibolsonarismo.
Dificilmente, com três ou mais  pontos a menos que Haddad  nas próximas pesquisas será possível sustentar o discurso de que “só Ciro será capaz de derrotar Bolsonaro”,  independente de quanto se creia nisso. Porque o crescimento do petista na seara do voto lulista é forte, é rápido e tem espaço para gerar, em poucos dias, preferências suficientes para isolá-lo na 2ª posição e até encostar em Bolsonaro.
Isso não depende de Ciro para acontecer.
É tolice imaginar que possa haver lógica em estimar que pesquisas “de 2° turno”, agora, com a indefinição da rodada inicial, possam ter grande validade.
Em seguida comento os dados da pesquisa CNT/MDA que, conforme já se afirmava, isolam Fernando Haddad em segundo lugar.
Madalena Framça.

VITÓRIA DE HADDAD É A LIBERTAÇÃO DE LULA


TV 247 - Em uma semana decisiva nas eleições de 2018 e nos rumos do País, o Partido dos Trabalhadores lançou a candidatura à presidência de Fernando Haddad, iniciando o processo de transição de votos de Lula para o ex-prefeito de São Paulo. O jornalista Breno Altman analisa detalhes desse processo político, em sua análise à TV 247, destacando que "a vitória de Haddad é a libertação de Lula". 

O jornalista ressalta que Haddad sabe que está representando Lula e que tal tarefa requer imensa responsabilidade. "É uma candidatura atípica", considera. 
Observando a transferência de votos de Lula para Haddad, Altman avalia que a candidatura do PT tende a crescer nos próximos dias. "Eu acredito que, num espaço de dez dias, Haddad terá entre 15% a 16% das intenções de voto, colocando-o em um segundo turno", projeta. 
O editor do site Opera Mundi avalia também que a direita prefere lidar com Ciro Gomes num segundo turno do que com o PT. "A vitória de Haddad é a libertação de Lula, trazendo o ex-presidente para o comando do País, ainda que indiretamente", argumenta.
Inscreva-se na TV 247 e confira a análise política com Breno Altman:


O “Putsch da Enfermaria”: Bolsonaro levantou o véu antes da hora


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Ninguém estranhe se, amanhã, o Ibope mostrar um resultado mais definido das eleições, com Jair Bolsonaro em torno de 30% e Fernando Haddad já atingindo – ou chegando lá – dos 20%, perto de o dobro de Ciro e com Marina Silva e Geraldo Alckmin baixando em direção à casa dos 5%.
É o que demonstram levantamentos telefônicos – por isso mesmo sempre distorcidos no recorte de renda – como este do banco BTG divulgado hoje cedo, que dá um terço dos votos ao ex-capotão (que passa de 30 para 33%) e coloca Fernando Haddad já com 16 pontos, o dobro do que tinha no levantamento anterior, de seis dias antes. Ciro se sustenta, mas  o peso do eleitorado mais pobre e isolado deve fazê-lo baixar, logo.
Não cabe discutir a precisão estatística e eventuais preferências do banco que já foi de Paulo Guedes, o “posto Ipiranga do ex-capitão: exatidão à parte, a tendência é clara.
Está aí, nítida, a estratégia do candidato de extrema-direita, à qual o empavonado “mercado” aderiu aos urros de prazer, na base do “agora acabaremos com eles”: antecipar o segundo turno para se valer do antipetismo furioso  que ele, a mídia e o Judiciário cevaram no país nos últimos anos.
O movimento de ontem de Bolsonaro, em sua apelativa “denúncia” de que Lula foi preso porque tem um acordo com a Justiça Eleitoral para fraudar as urnas e incitando militares a não reconhecerem resultados eleitorais, vai ter consequências que, paradoxalmente, são favoráveis eleitoralmente ao candidato petista, embora sejam uma ruína para o nosso país.
Vai provocar um “enxugamento” das demais candidaturas de feição popular em direção ao candidato da coligação do PT, em áreas de classe média e alta que conservam na disputa os demais candidatos e drenar para o capitão votos de Geraldo Alckmin, enquanto os demais, na faixa residual, podem oscilar migalhas.
No campo popular, Haddad avança e seguirá avançando, empurrado por Lula, mesmo com a sórdida confirmação, pelo TSE, de que ele não poderá pronunciar sequer uma palavra. Mas já é possível perceber que, diante do que foi o apelo zumbi de ontem, ele avançará entre os que relutavam em apoia-lo nos segmentos intermediários da sociedade.
O véu fascista de Bolsonaro, que sempre foi diáfano, foi levantado antes da hora e assustou quem ainda o achava um extravagância inofensiva.
Mas o apelo um “putsch da enfermaria” consegue ser mais chocante do que o famoso Putsch da Cervejaria da Baviera dos anos 20, alerta ao que viria 10 anos depois na Alemanha.
Pode, inclusive, sair pela culatra, por exalar o cheiro de derrota.
Madalena França via Tijolaço

JORNALISTA XINGADO POR CIRO RECEBEU R$ 200 MIL DE CAMPANHAS DO MDB, PSDB, DEM E OUTROS.

O Globo cola em sua própria testa: traidor da pátria


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Está na edição de O Globo, estampado e confesso, um dos maiores crimes de lesa-pátria já cometido neste país.
Correta reportagem de Ramona Ordoñez e Bruno Rosa informa que por conta da “redução de custos proporcionada pelos avanços tecnológicos empreendidos pela indústria no país” – leia-se Petrobras – e dos “elevados índices de produtividade”, 12 anos depois de sua descoberta, “o pré-sal brasileiro se tornou a fronteira petrolífera mais atraente do mundo.” Os custos baixos tornam, informa-se, a produção no pré-sal “economicamente viável mesmo se o preço do petróleo cair a US$ 35”, perto da metade do que  precisa o “shale oil” norte-americano precisa para ter viabilidade comercial.
Mas nem dois anos nos separam do editorial do mesmo jornal que afirmava ser o pré-sal “um patrimônio inútil”, poque seus custos eram altos e que, como as cotações haviam chegado a US$ 37,  “não há mais interesse no pré-sal brasileiro”.
É evidente que isso era mentira, porque os padrões tecnológicos não evoluíram em 20 meses e a escala de produção- assim como a elevação do preço – já eram conhecidas, então. E a tecnologia, detalhada na matéria, é criação nossa, nacional, não obra de gênios estrangeiros, de cuja ajuda precisemos.
Os custos operacionais da exploração naquela época andavam por volta de US$ 8 dólares o barril e, agora, apontam na direção dos US$ 5, valor igual ao dos poços da Arábia Saudita.
É mais mentira ainda que – e o editorial de O Globo era parte integrante disso – o golpe de Temer, sob a batuta do PSDB, se apressava em revogar a reserva de 30% dos poços, no mínimo, para a Petrobras e a vender, criminosamente, depósitos imensos de óleo já descobertos e com a exploração iniciada pela empresa estatal, alvejada como sendo “inviável” pelos desvios criminosos de alguns de seus ex-dirigentes.
A defesado pré-sal era, para o jornal, um “erro crasso do lulopetismo, movido a ideologia”.
O Globo cola em sua própria testa que é – o termo não pode ser mais leve – um vendilhão da pátria, disposto a entregar um tesouro que a Natureza deu ao povo brasileiro, para que seja saqueado  em troca de alguns dólares que, por sua vez, vão pagar o saque do rentismo  sobre as finanças públicas.
Só falta agora, nas mãos de um ex-capitão que bate continência à bandeira norte-americana, transformar o Exército Brasileiro em fiador deste saque ao país.

Lula não é abstrato para o povo, é concreto


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Vejo, com o coração pulsando forte, o esforço de gente de bem em demonstrar a verdade: que o enfrentamento à ameaça Bolsonaro é a defesa da liberdade, da democracia, da convivência civilizada do povo brasileiro.
É, sim, e eles têm toda a razão em dizê-lo e não devem deixar um minuto de afirmar que se trata de proteger toda a construção civilizatória do Brasil desde a Constituição de 1988, ameaçada por uma mídia e um Judiciário que a violam e maldizem.
Acho, inclusive, que este será, adiante, um fator de crescimento da candidatura de Fernando Haddad.
O eixo da campanha eleitoral de massa, neste momento, porém, é outro.
Ensina qualquer manual de propaganda que o essencial na comunicação é apontar o benefício concreto.
O benefício concreto do voto em Fernando Haddad, antes de ser um dique contra a ascensão da direita, é a volta da “Era Lula”, a de inclusão, a de (ainda que mínima) ascensão a direitos, a da sensação de pertencimento a um país.
Lula mostrou ter pleno entendimento disso, inclusive na definição do nome de sua chapa.
“Feliz de novo” é a exata remissão às políticas do governo Lula.
Concreto, palpável, vivido.
Lula não é uma abstração ideológica, é uma experiência concreta.
A análise política convencional costuma deixar isso de lado, porque distanciada do povão.
A campanha de Haddad,  por isso, vai focar na exclusão do povo na mídia.
O movimento antifascista será nas redes e já ocorre.
É neste universo que se caminhará na questão do “voto útil”.
Na  propaganda de massa, nesta e na próxima semana, o eixo é a transferência do “lulismo” a Haddad.
Por isso o bilhete de Lula, hoje, dizendo que “é hora de defender nosso projeto, de bater de porta em porta, lembrando o Brasil que construímos juntos.”
A polarização vai se dar aí, entre o passado recente e a história de dominação.
O povo acredita na vida real.

Cidadã de Orobó mostra toda sua indignação sobre o sequestro dos Precatórios do FUNDEF dos professores...

 Em um texto muito coerente e verdadeiro, uma cidadã de Orobó descreveu e ilustrou o retrato fiel de uma Gestão desumana em conluio com par...