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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Risco Bolsonaro eleva dólar a R$ 4,20; Fora Dilma pedia dólar a R$ 1,99

A presidenta Dilma Rousseff (PT) foi lembrada nesta segunda-feira (18) pelas redes sociais. Ela era alvo de protestos e as ruas pediam, em 2016, dólar a R$ 1,99. Na época, a moeda norte-americana chegou a R$ 2,20.
Pois bem, o risco Bolsonaro elevou o dólar a R$ 4,20 no dia de hoje. A instabilidade política, a lambança jurídica e a recessão econômica agravada pelo desemprego fizeram o real despencar frente ao dinheiro estadunidense.
Ao chegar a R$ 4,206 no preço de venda, o dólar comercial bateu o recorde histórico na cotação desde o Plano Real, em 1994.
Nostálgica, as redes sociais recordaram nesta tarde que na Era Dilma a luta era para baixa o dólar de R$ 2,20 para R$ 1,99. Agora, a moeda norte-americana ameaça romper os R$ 5.
O leitor do Blog do Esmael não pode dizer que foi surpreendido. Em outubro de 2018 esta página registrou que Jair Bolsonaro (PSL) projetava o dólar a R$ 5.
O Blog do Esmael voltou ao tema em maio de 2019, quando a moeda norte-americana bateu a casa dos R$ 4.
Do Blog do Esmael Morais
Postado por Madalena França

Parabéns a Professora Leonor Albuquerque que se tornou a mais nova escritora de Orobó...


foto -Luiz Duarte!

O ato de escrever eterniza transformando memórias em História. Alegra quem recebe o presente da leitura e presenteia o próprio criador e suas criaturas. 
Quando lemos viajamos por lugares onde nunca fomos e quando escrevemos nos tornamos mestres condutores dessa viagem, iluminadores de mentes enquanto também nos iluminamos.
Que bom  ver mais pessoas em Orobó se eternizando e sendo eternizados através de Obras e memórias que não se apagarão jamais.
Quando um livro é lançado o seu escritor se torna "imortal" e se a Obra é sobre alguém em particular, o personagem descrito é imortalizado no mundo da imaginação por gerações presentes e futuras.
Gostaria de parabenizar a professora Leonor Albuquerque, minha ex- professora do Abílio Barbosa, por esse sonho realizado neste período da terceira idade, provando que nunca é tarde para vencer o medo e se tornar vitorioso.Fiquei realmente muito feliz com esta boa notícia de mais uma escritora em Orobó!
Ainda não tive oportunidade de ler a Obra por isso não posso opinar, mas gostaria de ler.
Aproveito a Oportunidade para desejar ainda muitos anos de vida ao Senhor Sebastião Urbano, por quem sempre tive muito carinho e respeito. Que Deus abençoe e guarde a sua vida e que seus 90 anos, sejam prolongados por ainda muito mais. 
Parabéns Sr, Sebastião Urbano pela passagem do seu  aniversário ! Parabéns D. Leonor por essa alegria da conquista do sonho de tornar-se escritora a essa altura da vida! Todas as palmas para você! Um abraço, em breve nos reencontraremos!
Por Madalena França.



Flávio Bolsonaro usou carro oficial para o lazer

postado por Madalena França via magno Martins

O senador Flávio Bolsonaro (RJ) voltou a utilizar o carro oficial do Senado, ontem, para atividades de lazer, frequentando o shopping Iguatemi, localizado no Lago Norte, em Brasília.
No sábado, o mesmo carro foi flagrado no restaurante Rosário, de cozinha italiana, durante o almoço. O senador estava acompanhado da sua mulher e filhas ao restaurante da QI 17 do Lago Sul.
O primogênito da família mais poderosa do País usa carrão oficial de representação de placa nº 17, que coincide com o número do PSL, partido pelo qual se elegeu.
Enquanto o senador e a família permaneciam no restaurante por cerca de uma hora e meia, o motorista do Senado, pago pelo contribuinte, ficou aguardando no automóvel, um Nissan Sentra preto, que custa no mercado entre R$85 mil e R$107 mil. Autoridades costuma ter à disposição ao menos dois motoristas para ficarem a serviço da mordomia.
Quando o Diário do Poder registrava o flagrante do carro oficial de autoridade em pleno feriadão, o motorista entregou logo quem era o chefe, de maneira debochada: “fique à vontade, é do senador Flávio Bolsonaro”.

Desmatamento na Amazônia cresce quase 30%


Madalena França via Magno Martins
A área desmatada na Amazônia foi de 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019, de acordo com números oficiais do governo federal divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Trata-se de um aumento de 29,5% em relação ao período anterior (agosto de 2017 a julho de 2018) que teve 7.536 km² de área desmatada.
Os números divulgados hoje são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), considerado o mais preciso para medir as taxas anuais. Ele é diferente do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que mostra alertas mensais, e já sinalizava tendência de aumento.
Dados do desmatamento em 6 tópicos:
  • Alta foi de 29,5% em 12 meses: área passou de 7.536 km² (agosto/17 e julho/18) para 9.762 km² (agosto/18 - julho/19);
  • Foi a maior área desde 2008, quando o Prodes apontou 12.911 km² desmatados;
  • Desde 2012, quando desmatamento foi de 4.571 km², aumento anual foi de 11,4%;
  • Quatro estados respondem por 84% da floresta derrubada, sendo 40% no Pará;
  • Ministro Ricardo Salles diz que principal motivo do crescimento é prática de atividades econômicas ilegais
  • Pesquisadores e ONGs cobram fiscalização e nova postura do governo federal

Lindo Gesto de Maria do Rosário que faz bom uso do dinheiro da indenização que recebeu de Bolsonaro...

Maria do Rosário doa a movimentos de mulheres indenização recebida na condenação de Bolsonaro

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) fará, nesta terça-feira (19), em Brasília, a entrega da indenização recebida em virtude da condenação de Jair Bolsonaro em ação por danos morais e materiais, para seis entidades do movimento de mulheres de várias regiões do Brasil. A entrega dos valores ocorrerá às 12h30, no salão verde da Câmara dos Deputados, e será seguida por coletiva de imprensa.
A condenação se deu após vários anos de tramitação, período em que se discutiu o foro das ofensas, desconstruindo-se a alegação de que os fatos eram mera expressão da atividade parlamentar, portanto, estariam protegidas por imunidade. Durante toda a tramitação do processo houve ainda seguidas agressões e orquestração de ataques pelas redes sociais, confirmando o caráter da ofensa.
O ato concretizará o compromisso assumido pela deputada ao ingressar com a ação de promover a luta pelo fim da violência de gênero contra as mulheres. Segundo a deputada, esta é uma forma de disseminar na sociedade a ideia de que nenhuma mulher ou menina pode ser desrespeitada ou ter seus direitos humanos violados em razão de gênero, e que ninguém no Brasil está acima da lei. Jair Bolsonaro foi condenado a publicar texto contendo retratação em suas redes sociais e também em veículos onde foram veiculados os ataques e ofensas que promoveu contra a deputada, além de pagar uma indenização no valor de R$ 19 mil, com correções.
Defesa
A ação (Processo 210.01.1.197.596-2) patrocinada pelo escritório do advogado Cezar Britto exigiu reparação por ofensas à dignidade e honra da deputada, que sofreu agressões não só no ambiente legislativo, mas por redes sociais e meios de comunicação. As organizações de mulheres que receberão parcela da indenização foram selecionadas segundo suas diferentes formas de atuação e ao público a que se dedicam, mulheres e meninas em sua diversidade. Cada uma receberá o equivalente a R$ 3.166.
Segundo o voto da ministra relatora, Nancy Andrighi, do Supremo Tribunal de Justiça, houve extrapolação do direito à imunidade, um direito que não é absoluto, tendo sido a deputada ofendida como mulher e como parlamentar, havendo, portanto, um sentido político de desprestigiá-la. Houve, a seu ver, um abuso no uso do direito à imunidade parlamentar, pois se trata de uma garantia ao desempenho de funções, e para desempenhá-la um deputado federal não deveria se manifestar sobre qualquer mulher, seja uma colega de parlamento ou não, que “ mereceria ser estuprada” e que nenhuma pessoa se presta à avaliação de ofensores.
O relatório da ministra diz ainda que o fato tocou num tema de “extrema sensibilidade à sociedade brasileira, que é a violência contra a mulher”. Segundo a ministra, com base na Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação à Mulher (Cedaw, 1984) “por mais que tratados e leis que abordem o assunto, a realidade permanece apavorante para a maioria das mulheres deste país”, conclui.
A coletiva de imprensa se insere ainda na agenda dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a mulher, que ocorrerá de 20 de novembro ao dia 10 de dezembro, e terá o apoio na Câmara da Frente Parlamentar com Participação Popular Feminista e Antirracista.
As informações são do PT na Câmara.
Postado por Madalena França

Celso Barros e o partido autoritário de Jair


Do Tijolaço
Postado por Madalena França
Para quem está confuso com as intenções de Jair Bolsonaro de montar um partido que, até aqui, parece um aglomerado de fiéis do ex-capitão na direita mais ensandecida e avessa à convivência política – nem os que se elegeram com ele “prestam” e, sem o controle do PSL, o grupo baniu-se do partido – recomendo a leitura do artigo do sociólogo Celso Rocha de Barros, na Folha.
Nem tanto pela conclusão, nem tão difícil, de que ali se forma um núcleo autoritário, onde a ideia de um desmonte da democracia institucional brasileira é o traço comum, mas pela indagação quase afirmativa de que este grupo depende das pautas econômicas selvagemente mercadistas de Paulo Guedes, as quais, ao contrário da tal “Aliança”, ainda encontram ambiente solícito na mídia, no Congresso e, naturalmente, na opinião econômica de direita, na mídia e nas “consultorias” que as alimentam.
Vale a pena, embora a perspectiva seja aterradora.

O Partido Bolsonarista

Celso Rocha de Barros, na Folha
Quando a crise de Bolsonaro com o PSL se acirrou, escrevi que aquele podia ser um ponto de virada no bolsonarismo.
Se Bolsonaro deixasse o PSL e entrasse em um partido democrático normal, como o DEM, sinalizaria que havia se conformado em governar respeitando as instituições. Mas se optasse por fundar um movimento dos bolsonaristas “puros”, deixaria claro que seu plano era destruir as instituições da democracia brasileira.
A decisão de criar a Aliança pelo Brasil, partido extremista que tem como condição de filiação a lealdade cega a Bolsonaro, foi um passo decidido na segunda direção.
Se você supõe que Bolsonaro pretende governar dentro das instituições, gostaria de ouvir sua explicação para a decisão de rachar ao meio o partido do presidente, que empatava com o PT no posto de maior da Câmara.
Bolsonaro fez isso porque quer administrar o presidencialismo de coalizão? Isso facilita a aprovação de alguma reforma? Eu acho que não.
Como no caso de diversas outras medidas de Bolsonaro, ou é golpismo ou é um nível de estupidez jamais visto. E eu não acho que Bolsonaro seja burro.
A APB não faz qualquer sentido como partido de governo democrático. Não tem um único quadro que tivesse qualquer chance de ser nomeado ministro em um governo com padrões higiênicos médios.
Ideologicamente, defende um olavismo “puro” do qual grande parte dos simpatizantes do governo faz questão de se afastar. E, a propósito, terá grandes dificuldades de se legalizar a tempo de disputar as eleições do ano que vem, a não ser que já nasça na base da mutreta.
Mas, como movimento golpista, chega a ser entediante de tão típico. A máquina será administrada por Eduardo Bolsonaro em nome do pai. Filho de ditador com poder chega a ser um clichê. Eduardo não faz segredo nenhum de sua simpatia pelo autoritarismo do governo húngaro de Viktor Órban, e é o representante no Brasil do charlatão vagabundo Steve Bannon.
O deputado federal Daniel Silveira, do Rio de Janeiro, aderiu. Na semana anterior, tuitou que, se precisassem de um cabo ou de um soldado para fechar o STF, ele se oferecia como voluntário. Silveira é um dos marmanjos que rasgou a placa com o nome de Marielle Franco durante a campanha de 2018.
A deputada Bia Kicis, do Distrito Federal, também aderiu. Foi ela quem propôs a revogação da PEC da bengala, que reduziria a idade de aposentadoria dos ministros do STF e copia proposta do governo autoritário da Polônia. E o novo partido responde ao apelo de Olavo de Carvalho para que se formasse uma militância estritamente bolsonarista, que defendesse o chefe em toda e qualquer situação.
Segundo nota publicada no site da revista Época, Bolsonaro quer que os diretórios do partido nos estados sejam controlados por militares. Não facilita em nada ganhar eleição. Mas talvez facilite golpe de estado.
Será uma vergonha, a propósito, se os militares aceitarem colaborar.
Foi a isso que Bolsonaro reduziu a direita brasileira: curso do Olavo, golpe de estado e placas da Marielle rasgadas. Fica aqui, inclusive, minha sugestão para slogan do novo partido.
E é essa a resposta que eu quero e ninguém me dá: se eu apoiar alguma reforma do Guedes, eu estou ajudando essa turma a se consolidar no poder em 2022?

Agente da PF planeja escrever livro sobre convivência com Lula

O agente da Polícia Federal (PF), Jorge Chastalo, carcereiro do ex-presidente Lula, planeja escrever um livro para falar da convivência com o petista na prisão.
Lula ficou preso na Superintendência da PF em Curitiba por 580 dias e acabou se aproximando de Chastalo, que era o responsável por controlar a entrada e saída de advogados, políticos e familiares do ex-presidente.
Segundo o agente, a sugestão registrar as memórias de sua convivência com Lula na prisão em um livro foi do escritor cubano Leonardo Padura, autor do best-seller “O homem que amava os cachorros”, que visitou o ex-presidente no dia 15 de agosto.
“Ele (Padura) disse que eu tinha obrigação de escrever e que era uma testemunha da história. Para ele, isso se sobrepõe a qualquer outra questão”, disse Chastalo.
O agente disse ainda que se preocupa com as implicações legais da publicação e que nunca falou com Lula sobre o assunto.
Com informações do O Globo.
Postado por Madalena França

Augusto Nunes reclama que Lula não visitou túmulos de Marisa, Vavá e neto. Familiares foram cremados


Postado por Madalena França
O jornalista Augusto Nunes reclamou no Twitter que Lula não teria pensado em visitar os túmulos de seus familiares, como Marisa, Vavá e Arthur, antes de fazer seu discurso em um palanque em frente a sede da Polícia Federal em Curitiba. Os parentes de Lula foram cremados, ou seja, não há túmulos
247 - O jornalista Augusto Nunes, recentemente envolvido em uma briga corporal com o também jornalista Glenn Greenwald, foi ao Twitter reclamar que o ex-presidente Lula, após sair da prisão, não foi visitar os túmulos de sua ex-esposa Marisa Letícia, de seu irmão Vavá e de seu neto Arthur.
"Como lembrou o autor anônimo, os filhos não estavam em Curitiba para abraçar o pai que saía da cadeia. Não lhe passou pela cabeça visitar os túmulos da mulher, do irmão e do neto antes de escalar o palanque para louvar a desunião e a violência. Faz sentido: Lula só ama Lula", disse o jornalista.
A questão é que, na verdade, os familiares de Lula foram cremados, ou seja, não há túmulos, como lembrou a jornalista Mônica Bergamo. "Augusto Nunes questiona se não passou pela cabeça de Lula visitar os túmulos de Marisa e do neto. Mas eles foram cremados".

Lava Jato usou métodos de tortura, diz Gilmar Mendes ao Clarín


Em entrevista ao jornal argentino Clarín, no sábado (16), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse que o Brasil deve combater a corrupção sem apelar para o que descreveu como “mecanismos extravagantes”, atribuídos à Operação Lava Jato. O ministro também criticou o uso de “prisão preventiva para obter uma queixa. Por que então não torturar”? Questiona.
Ele disse ainda que o ex-juiz Sergio Moro (ministro da Justiça de Bolsonaro) “abusou das prisões temporárias alongadas, sem limites”. Com Moro, a “prisão preventiva tornou-se definitiva”, atestou.
O ministro Gilmar Mendes também comentou sobre a decisão de Moro de aceitar o cargo de ministro da Justiça no governo Bolsonaro após a prisão de Lula. “Ele até ontem foi juiz, determinou a prisão do principal candidato a presidente da República (Lula) e depois aceitou o cargo de seu adversário (Bolsonaro).
Leia a íntegra da entrevista do ministro Gilmar Mendes ao jornal Clarín da Argentina:
O senhor lamentou que o caso de Lula contaminasse o debate do Tribunal, já que as demandas de inconstitucionalidade das detenções eram anteriores à detenção do ex-presidente…
Claro, lembrei-me de que esse debate, do começo ao fim, estava contaminado pelo caso de Lula. E eu me arrependi. Porque é realmente necessário ter uma visão geral. Fui presidente do tribunal de 2008 a 2010. Fiz um grande esforço para mobilizar-me para visitar prisões e ver qual era a situação e denunciá-la ao país.
Essa é uma situação vergonhosa, considerando o desenvolvimento econômico do Brasil. O que vemos nas prisões é algo catastrófico. Existem 850.000 prisioneiros e 42% sem condenação, prisioneiros provisórios.
E então, esses agentes (como a Lava Jato) tornaram-se extremamente políticos ao usar a detenção para obter uma exclusão e muitas alegações direcionadas. Isso aparece nas informações do (site) The Intercept. Tudo tem que ser encarado com essa visão.
Seu entendimento mudou de três anos para cá. Em 2016, o senhor votou a favor da possibilidade de prisões de réus com condenações em segunda instância e agora na direção oposta. O que aconteceu de 2016 para hoje?
Em 2016, tivemos episódios sinalizando abusos na possibilidade de apelar. Nesse contexto, decidimos que deveria ser aberta a possibilidade de iniciar a execução de sentenças na segunda instância. Duas coisas aconteceram: prisões temporárias alongadas, sem limite. Os detidos provisórios pelo (então) juiz Moro em geral permaneceram detidos e tiveram uma sentença na primeira e na segunda instância e permaneceram na prisão.
A prisão provisória tornou-se definitiva. O que dissemos ser uma possibilidade se tornou um imperativo categórico. Começou a prender sem fundamento. Precisávamos mudar isso e o que fizemos.
Quando beneficia os condenados por corrupção, a decisão suprema não enfraquece a luta contra a corrupção?
Não vejo necessidade de usar mecanismos extravagantes para combater a corrupção. Temos que estar dentro dos parâmetros do Estado de Direito. O uso de prisão preventiva para obter uma queixa, para mim é um absurdo. Eu vejo isso com muita preocupação. Por que não então torturar? Isso deve ser devidamente esclarecido. O Brasil tomou grandes ações contra a corrupção e isso não é graças ao juiz Moro.
Antes, por exemplo, houve o julgamento do mensalão, realizado pelo STF. A questão é o que fazer para combater a corrupção dentro da lei. É necessário combater a corrupção sem corrupção.
O senhor compara detenções preventivas prolongadas com torturas. Independentemente do julgamento que a comparação mereça, muitas dessas prisões foram aplicadas hoje pelo Ministro da Justiça. Você considera Sergio Moro um torturador?
Eu disse que o uso da prisão provisória com esse objetivo (o de obter delações) é uma espécie de tortura. Outros adjetivos são ilações.
Antes da decisão do STF, o senhor visitou o presidente Bolsonaro. Conversou com ele sobre qual seria a decisão do Tribunal e suas consequências?
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Não! Fiz uma visita de cortesia. Eu o encontrei em uma festa de aniversário de um juiz do Tribunal de Contas da União (TCU) e ele disse que queria me visitar. Eu respondi: Sim presidente, não é apropriado que você faça uma visita, eu devo visitá-lo. E conversamos meia hora sobre tópicos gerais.
Como o senhor acha que ele recebeu a decisão do tribunal?
Em um quadro normal.
A decisão do STF que permitiu libertar Lula causou indignação em muitos brasileiros que apoiam o governo, nas redes sociais, nas manifestações, até pequenas. O senhor vê essa indignação também presente no governo?
Não vejo que isso seja uma indignação do governo nem represente a opinião do presidente da República. Acontece que o Brasil entro em um processo de intensa polarização. De um lado, a força do petismo e, de outro, a força das suas oposições. Bolsonaro galvanizou um pouco isso, mesmo com esse movimento de organização de mídia social. Mas eles não são autômatas do governo, eles agem de uma certa maneira autonomamente.
O STF tratará o habeas corpus solicitado pela defesa do ex-presidente Lula, que acusa o ex-juiz Moro de ter agido imparcialmente?
Ah sim, vamos julgar. É importante que seja avaliado. Certamente, o que surgirá no debate é se as razões que estão lá (expostas) são suficientes ou se poderemos usar o que está nas informações do The Intercept.
E qual é a sua visão? Eles podem ser usados?
Para isso teremos que esperar.
Existe um prazo para lidar com o caso?
Espero que ainda seja este ano.
Isso não é considerado uma questão importante para o ministro da Justiça?
Quem foi questionado foi o próprio ministro da Justiça, quando ele decidiu deixar o cargo de juiz e assumiu uma função governamental, servindo a um governo que derrotou as forças da oposição e é beneficiário, de alguma forma, de suas decisões. Ele até ontem foi juiz, determinou a prisão do principal candidato a presidente da República e depois aceito o cargo de seu adversário.
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Do Blog do Esmael 
Postado por Madalena França

Em Pernambuco somente neste final de Semana 4 mulheres foram mortas! Chega de feminicídio! Queremos Vida!s

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sorrindo, óculos de sol e close-up

Violência contra a mulher
Quatro mulheres são assassinadas no fim de semana em Pernambuco
Só no Cabo de Santo Agostinho, foram três mortes, em menos de 24 horas.
As vítimas morreram em suas casas
A violência contra a mulher fez, pelo menos, quatro vítimas, nesse final de semana. Em Barreiros, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, uma jovem, de 25 anos, foi morta a facadas e o suspeito é o marido. Já no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, foram três mulheres assassinadas, em menos de 24 horas.
Barreiros
Uma dona de casa foi morta a facadas pelo companheiro, em Barreiros, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, nesse domingo (17). De acordo com a polícia, Selania Félix da Silva, de 25 anos, morava com o suspeito há seis meses.
Cabo de Santo Agostinho
Duas mulheres foram mortas a tiros dentro de uma casa, nesse domingo (17). Gildenice Maria da Silva Souza, de 36 anos, e Dávila Lúcia Lobão Sales de Farias, de 20 anos, estavam na residência que foi invadida pelos assassinos.
Já no sábado (16), uma mulher, de 46 anos, foi assassinada no bairro de São Francisco. Segundo a polícia, a vítima, identificada como Sandra Cavalcanti de Brito, foi abordada por, pelo menos, quatro homens armados, na calçada da casa onde morava. Eles efetuaram vários disparos e fugiram.
#UmaPorUma
A violência contra a mulher é constante e frequentemente acaba em tragédia. Existe uma história para contar por trás de cada feminicídio, em Pernambuco. O especial Uma por uma contou todas. Em 2018, o projeto mapeou onde as mataram, as motivações do crime, acompanharam a investigação e cobraram a punição dos culpados. Um banco de dados virtual, com os perfis de vítimas e agressores, além dos trágicos relatos que extrapolam a fotografia da cena do crime.
As informações é do Blog do Lucyano Notycyas
Postado por Madalena França

Cidadã de Orobó mostra toda sua indignação sobre o sequestro dos Precatórios do FUNDEF dos professores...

 Em um texto muito coerente e verdadeiro, uma cidadã de Orobó descreveu e ilustrou o retrato fiel de uma Gestão desumana em conluio com par...