Orobó precisa se livrar da frase , é assim mesmo, e parar de legalizar a corrupção.
Orobó inteira assistiu, os vereadores aprovarem um projeto de Lei ,o 15/2026 que disponibizava o valor principal do rateio dos precatórios oriundos do FUNDEF em Oito milhões de reais. Deixo claro que, como uma das beneficiárias ,acompanhei a votação pela internet, tenho o projeto guardado em casa, mostrei a 4 advogados diferentes e todos deram o mesmo parecer. São oito milhões a ser rateado, subtraindo - se 3%, para deixar em uma conta para atender a possíveis beneficiários que comprovarem seu direito, depois do fechamento da plataforma.
Foi contratada uma empresa por quase cem mil reais para efetuar cadastros, e todas as medidas necessárias para o pagamento. Todavia ao término de todos os procedimentos a ordem foi invertida. Ao em vez da empresa calcular com imparcialidade o valor que cada um receberá, de acordo com seu tempo de serviço e carga horária é a prefeitura que está exigindo que todos os beneficiários entreguem novamente sua documentação já previamente apresentada, para fazer empenhos individuais a cada beneficiário sem nenhuma critério de transparência e ainda assegurando ser para o professor pouco mais de 6 milhões, deixando para trás um montante de quase dois milhões em favor da prefeitura.
Essa blogueira e também professora beneficiária, contactou 4 advogados diferentes todos dizem que o valor a ser rateado seria pelo menos o votado pela Câmara que agora é Lei. Mas o Jurídico da prefeitura, na pessoa de D. Eudes diz ser apenas seis mil e seiscentos. Um prejuízo aos beneficiários extraordinário. Dito isso , o absurdo maior, não é sumir um milhão e quatrocentos mil da parte principal que pertence aos professores em menos de 24h, mas , a legalização deste golpe com o aval dos próprios beneficiários, quando passam a fornecer sua documentação para legalização do furto.
Vejam a intimação recebida nos celulares de alguns professores, em nome da comissão porém sem nenhuma assinatura. Outro ato ao meu entender, ilegal.


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