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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Bolsonaro defendeu esterilização de pobres para reduzir gastos com Bolsa Família


 

A Folha continua em sua campanha para “desconstruir” Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e ajudar na tática eleitoral do “centrão”, qual seja, na candidatura do PSDB.
A última do jornalão é que o ex-capitão do Exército defendeu esterilização de pobres para combater miséria e crime. Não deixa de ser uma verdade factual, porém…
… A Folha torce pelos tucanos, mas Bolsonaro é um obstáculo concreto para vingar um candidato do PSDB porque este tucano precisaria dos votos de extremistas que apoiam o pré-candidato do PSL.
O tema da esterilização veio à tona com a repercussão da recente mutilação Janaína Aparecida Aquino, negra e em situação de rua em Mococa (SP), que foi submetida a uma cirurgia de laqueadura tubária contrária a sua vontade.
A esterilização de homens e mulheres pobres é oriunda da equivocada teoria populacional malthusiana desenvolvida pelo economista Thomas Robert Malthus (1766—1834), segunda qual o crescimento demográfico seria maior que a produção de alimentos.
O malthusianismo, no entanto, pode ser desmentido por países com baixa densidade populacional que apresentam desenvolvimento econômico pífio e miséria em virtude da concentração de renda.
Se Malthus e Bolsonaro estivessem certos, a desabitada Antártida seria o lugar mais próspero do planeta e a China com 1,4 bilhão de habitantes seria o mais pobre. E não é isso que ocorre. Os chineses se preparam para se transformar na maior potência política, militar e econômica do mundo.
Portanto, por desconhecimento econômico, Jair Bolsonaro — pai de quatro filhos — acredita erroneamente que esterilizando pobres para reduzir a quantidade de filhos pobres economizar-se-ia recursos do Bolsa Família.
O erro de análise de Bolsonaro dá munição para Folha e os adversários dele.
Madalena França via esmael.

Tribunal de Contas encontra mais de 50 irregularidades e suspende licitação de Doria para o transporte


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O conselheiro Edson Simões, do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM), determinou a suspensão do edital de licitação do sistema de transporte coletivo da capital paulista, lançado pouco antes da renúncia do então prefeito e atual pré-candidato ao governo paulista João Doria (PSDB). Os auditores do tribunal apontaram 51 irregularidades, 20 impropriedades e 19 recomendações no edital lançado em 24 abril. "Os problemas não diminuíram, ao contrário, aumentaram e o mais grave é que os gastos se multiplicaram", diz um trecho do documento.A prefeitura foi notificada na manhã desta sexta-feira (8) e só poderá retomar o processo licitatório quando todas as irregularidades e impropriedades forem resolvidas. As recomendações, embora busquem melhorar o documento, não implicam em obrigação para a gestão do atual prefeito Bruno Covas (PSDB).

Dentre elas está a apresentação de um quadro com as extensões de todos os trechos de novas linhas que vão cobrir as que serão extintas. O edital propõe extinção de 190 linhas e cortar outras 134, além das 80 que foram alteradas no ano passado. Serão criadas 44 linhas e a cidade vai passar das atuais 1.339 para 1.193, uma redução total de 146 linhas.

Em nota, o Idec, o Greenpeace, o ITDP e a Rede Nossa São Paulo apontam que o tribunal cumpriu corretamente sua função social de fiscalizar o executivo.

“O edital da concorrência irá regulamentar o sistema de ônibus pelos próximos anos e, portanto, tem um impacto permanente e significativo para a cidade de São Paulo. Embora o processo esteja alguns anos atrasado, a qualidade do documento é fundamental”, afirmam as organizações.

A proposta de Doria prevê um modelo de pagamento composto de remuneração básica por custo do serviço realizado mais uma avaliação de satisfação do usuário. Também serão contabilizados critérios de segurança operacional, antecipação de utilização de energia limpa, redução de acidentes, demanda transportada e um bônus por produtividade econômica. A proposta é que a vigência dos contratos seja de 20 anos, com custo de R$ 7,8 bilhões por ano, redução de apenas 2,5% no custo do sistema frente aos atuais R$ 8 bilhões.

O prazo é o primeiro problema apontado pelo Tribunal de Contas do Município. Para o conselheiro, 20 anos é um período muito longo. Além disso, o TCM entende que a metodologia de remuneração adotada não incentiva a redução de custos operacionais do sistema, que teriam sido estimados de forma inadequada, possibilitando superfaturamento em favor das empresas.

Em relação às mudanças operacionais (corte, criação e extinção de linhas), Simões apontou que não se pode permitir que as empresas solicitem alterações de linhas à prefeitura, pois isso pode prejudicar a população. A gestão Doria/Covas também liberou que as empresas ingressem no sistema com ônibus diferentes dos padrões atuais e estendeu o prazo de rodagem dos veículos para 11 anos – atualmente são dez. O relatório também aponta que não existe previsão de multas por descumprimento de viagens.

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72 visitas - Fonte: rede brasil atual
Madalena França.




Novo Datafolha: Lula segue disparado e tem 41% dos votos válidos; sem Lula, ninguém derrota os brancos e nulos


Dois meses depois da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seus adversários na disputa pela Presidência da República continuam encontrando dificuldades para conquistar a preferência dos eleitores.
Pesquisa realizada pelo Datafolha na semana passada aponta o líder petista com 30% das intenções de voto e mostra que mais de um terço dos eleitores se dizem sem opção ao analisar cenários em que ele fica fora do páreo.

O instituto entrevistou 2.824 eleitores de 174 municípios na quarta (6) e na quinta (7). A pesquisa é a primeira feita pelo Datafolha após a paralisação dos caminhoneiros, que causou transtornos em todo o país, provocou uma crise no governo e abalou a economia.
1. Votos válidos, primeiro turno

LULA: 41,1%
Bolsonaro : 23,2%
Marina: 13,7%
Alckmin: 8,2%
Ciro: 8,2%
Álvaro Dias: 5,4%

1.1 Votos válidos, segundo turno

LULA: 64,5%
Alckmin: 35,5%

LULA: 59,7%
Marina: 40,3%

LULA: 60,5%
Bolsonaro: 39,5%

Confira os votos totais (incluindo brancos, nulos e indecisos):

Confira os votos totais na simulação de segundo turno:
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É pra lá que eu vou:Novinho, Márcia Adriana e Petrúcio confirmados na Rua da Alegria



Vinte e três atrações vão animar os polos culturais do São João de Limoeiro. A programação foi lançada oficialmente na tarde do último sábado (9), durante o Encontro dos Amigos de Limoeiro, na sede social do Colombo Sport Club, na Praça da Bandeira. Cantores e bandas vão animar distritos, comunidades rurais e o polo da Rua da Alegria, um dos mais aguardados. As apresentações começam no sábado (16) e seguem até o primeiro final de semana do mês de julho. Entre os nomes confirmados estão Petrúcio Amorim, Novinho da Paraíba, Josildo Sá, Beto Ortiz e Sirano e Sirino. Na grade também constam nomes locais como Márcia Adriana, Kátia Rodrigues e Ribeiro Filho. De acordo com o prefeito João Luís, grande parte das atrações é oriunda de patrocínio do Governo do Estado, por meio da Fundarpe. Os homenageados deste ano, são: Maria do Confeito, Paulo Faustino e Vicente Andarilho. Confira abaixo a programação completa:

Gameleira
16/06 - Anjos do Forró e Banda Aquarius

Rua da Alegria
23/06 - Kátia Rodrigues, Ribeiro filho e Capim com Mel
24/06 - Forrozão na Boa, Sirano e Sirino e Petrúcio Amorim
28/06 - Os Canavieiros, Josildo Sá e Mel com Terra
29/06 - Márcia Adriana, Forró Zoeira e Beto Hortis
30/06 - Pegada do GB, Pinga Fogo e Banda Aquarius
01/07 - Aldinho do Acordeon, Capital do Sol e Novinho da Paraíba

Manguzada - Rua da AABB
06/07 - Banda Chacal
07/07 - Forró das Estrelas

Pitombeira
28-07 - Capital do Sol

Madalena França.


Encha-se de Luz. Essa é a Semana do Amor. Viva-o intensamente.

Resultado de imagem para imagem de boa semana Inicia-se uma nova semana. Seja luz por onde passar. Olhe doce, fale suave, sorria bonito, espalhe gotas de felicidades, colha chuvas de bênçãos.
Ame intensamente e não exija dos outros o que eles não podem lhe dá. Ame de forma nobre e especial. Não siga as convenções de todo mundo. Lembre-se  você é  todo mundo. Você é especial!
Tenha uma linda e abençoada semana.
Bom dia! Paz e luz!
Madalena França.

A cinco dias da Copa do Mundo, brasileiro ignora o evento


Madalena França.

Gabriel Nascimento/Riotur: <p>11.02.2018 - Carnaval Rio 2018 - Desfile na Sapucaí - Paraíso do Tuiuti - Grupo Especial - Gabriel Nascimento | Riotur</p>

A apenas cinco dias do início da Copa do Mundo de Futebol da Russia, o brasileiro sofre uma apatia inédita com relação ao evento; não há ruas enfeitadas, não há venda de camisas, não há comercialização de bandeiras e não há procura por notícias nos buscadores digitais; o desinteresse por futebol se alastrou não apenas pela seleção: é crescente entre torcedores; uma explicação seria a alta taxa de corrupção na CBF e nos próprios clubes, que produziu aversão do torcedor. BR 247

POR ONDE ANDAM OS EMPRESÁRIOS QUE BANCARAM O INSTITUTO DO EX-PRESIDENTE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO?


Madalena França via Manoel Mariano

RENATO ARAUJOA/Br: <p>fhc</p>
<p>fernando henrique cardoso</p>

247 - O jornalista Alceu Luís Castilho escreve artigo para o DCM em que relata alguns detalhes do paradeiro de alguns empresários que bancaram o Instituto FHC. Tendo o Palácio do Alvorada como local de reunião na data de 4 de dezembro de 2002, antes do final do mandato de FHC, os empresários foram convocados pelo amigo do ex-presidente, Jovelino Carvalho Mineiro Filho, a quem é atribuído o apartamento da Avenida Foch em Paris, frequentado por FHC. 
"Eles eram pelo menos doze. No dia 4 de dezembro de 2002, reuniram-se 12 empresários (e um diretor) no Palácio da Alvorada, em jantar organizado pelo pecuarista – e amigo de Fernando Henrique Cardoso – Jovelino Carvalho Mineiro Filho. O motivo da reunião era para a criação do Instituto FHC, inaugurado em maio de 2004, em 2010 transformado em Fundação FHC. Fernando Henrique e Jovelino Mineiro estavam angariando doações entre os comensais. Um deles, velho conhecido desde os anos 70, era o empreiteiro Emílio Odebrecht. O próprio Emílio contou ter contribuído para as duas campanhas de Fernando Henrique para presidente. Com caixa 1 e caixa 2.
A revista Época narrou aquele evento como “uma noite de gala”. Título: “FHC passa o chapéu”. O repórter Gerson Camarotti descreveu um jantar “regado a vinho francês Château Pavie, de Saint Émilion” – US$ 150 a garrafa. Os presentes comeram foie gras e perdizes, entre outros pratos concebidos pela chef Roberta Sudbrack. A ideia inicial era arrecadar R$ 5 milhões. Fora o R$ 1,2 milhão que eles já haviam doado para adquirir o imóvel na Rua Formosa – 13 andares abaixo da sede da Sociedade Rural Brasileira. Mas Kati de Almeida Braga, do Icatu, achou pouco: propôs R$ 10 milhões.
Após a rabanada de frutas vermelhas, e mais de três horas de conversa entre amigos, após as 23 horas, fechou-se o pacote de doações por R$ 7 milhões. Estava garantido o futuro da Fundação FHC. E,  naqueles idos de 2002, nada foi considerado anormal. “Fernando Henrique está tratando de seu futuro, e não de seu presente”, declarou o procurador da República (futuro procurador-geral) Rodrigo Janot. “O problema seria se o presidente tivesse chamado empresários ao Palácio da Alvorada para pedir doações em troca de favores e benefícios concedidos pelo atual governo.”
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Servidores iniciam vigília e acampamento pela data-base no Centro Cívico nesta segunda


 
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Nesta segunda-feira (11), o funcionalismo público do Paraná se reunirá a partir das 10 horas, em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico de Curitiba (PR). O Fórum das Entidades Sindicais (FES), que reúne os sindicatos do funcionalismo estadual, cobra do governo estadual o cumprimento da data-base. As entidades farão uma vigília e prometem organizar um acampamento no Centro Cívico para pressionar a governadora Cida Borghetti.
Segundo o FES, “a dívida do governo do Paraná está acumulada. Hoje, em todo Estado, mais de 300 mil servidores(as) públicos(as) recebem 12% menos do que deveriam. A defasagem salarial, somada ao descaso dos últimos anos da gestão administrativa, não pode passar como se nada estivesse acontecendo. É a classe trabalhadora e os serviços prestados diariamente à população, seja na questão da educação, saúde, segurança e outras de necessidades básicas, sendo desvalorizados”.
Na última semana, dirigentes de entidades que compõem o FES percorreram gabinetes de deputados(as) apresentando estudos que confirmam que o Estado tem condições de pagar a data-base aos(às) servidores(as) do Poder Executivo, garantindo assim o mesmo direito dos(as) servidores(as) dos outros poderes.
Já foram aprovadas na Comissão de Constituição e Justiça e na Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), as mensagens de Lei dos reajustes dos(as) servidores(as) do Legislativo (PL 304/18), da Defensoria Pública (PL 297/18), do Tribunal de Contas (PL 311/18), do Ministério Público e da Procuradoria-Geral do Estado (PL 298/18), e do Tribunal de Justiça (PL 299/18). Contraditório a isso, a governadora Cida Borghetti (PP) ainda não encaminhou para a Alep a mensagem com o projeto da data-base dos(as) servidores(as) do Poder Executivo.
O presidente da APP, professor Hermes Leão, destaca a importância da participação de todos(as) os(as) servidores(as) nas atividades programadas pela cobrança de direitos. “Corrigir a data-base e revisar o corte salarial dos contratados no regime PSS são prioridades absolutas na pauta da educação e esforços do nosso Sindicato. O calendário eleitoral impõe que o governo resolva a situação dos servidores e servidoras dentro do prazo. Portanto, temos que  avançar na situação salarial”.
*Com informações e foto da APP-Sindicato
Madalena França via esmael

Os “conselhos” do mercado a Ciro Gomes


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cirolula
Em vários textos, em pleno domingo, o Valor Econômico tenta “pescar” a reação dos bookmakers,digo, dos operadores do mercado financeiro, à pesquisa Datafolha.
O que aparece, nas opiniões recolhidas, é interessante.
Como era de se esperar, claro, todos os ouvidos têm horror a Lula, embora todos tenham vivido e lucrado sob seu governo.
Mas todos se mostram “aliviados” com o fato de Ciro Gomes não ter crescido significativamente.
Um deles diz que “Ciro não capturar votos de Lula é positivo ao mercado“. Outros dizem o mesmo de maneira menos direta.
Ciro, fica claro, não é “confiável”. “Confiável”, só Alckmin.
Marina Silva e Jair Bolsonaro, percebe-se, não são vistos como hostis, mas incapazes, o que, convenhamos, não está longe da realidade. “Servem”, porém, em último caso.
A reação, porém, deveria servir como um aviso para o próprio Ciro.
Sozinho, “não vai”.
Muitas vezes, na campanha de 1989, discuti com Leonel Brizola sobre o apoio que ele esperava dos que chamava de “conservadores lúcidos”. Eram aqueles que, em tese, se assustavam com o radicalismo verbal de Fernando Collor, com a inviabilidade eleitoral de Ullysses Guimarães e Aureliano Chaves e, claro, com o próprio Lula.
Brizola, no fundo, acreditava que o já então minguante segmento da “burguesia nacional”, sobretudo no setor industrial, poderia apostar no seu desenvolvimentismo e  – como Lula experimentaria mais tarde – na pretensão de ampliar o mercado interno com a elevação dos padrões de renda dos trabalhadores.
Seria, pensavam eles, a atitude racional de um país que tem 200 milhões de habitantes, uma escala que poucas nações podem ostentar.
Ele, tal como Lula, equivocava-se ao subestimar que eles se mantém na ideia da exclusão, contentando-se com um país onde um terço consome mas, em compensação, dois terços de miseráveis lhes garantem o lucro financeiro no mercado de capitais.
Talvez falte a Ciro Gomes esta compreensão, a de que a transformação política do Brasil não se dará senão pela mobilização monolítica do povo brasileiro que, claro, começa pelo sentimento que este país tem uma maioria de excluídos que é a única força capaz de sustentar um governo diferente e que possa fazer alianças a partir de uma posição de força, não da vaga ideia de um republicanismo que, vê-se hoje, é apropriado pelas elites, para afastar o povo.
Da meritocracia à “eficiência da gestão”, vendem a ideia de que o que nos atrapalha são os pobres.
Mesmo os que rejeitam esta ideia ficam presos a um legalismo que não existe, a uma “constitucionalidade” que há muito não é respeitada e de um respeito a um Judiciário que, há muito, não respeita a lei, mas exerce a vontade do império. Sem contar, claro, um “tribalismo identitário”, esquecidos de que “tribo” é o nível mais arcaico de organização das coletividades humanas.
Ciro tem e terá dificuldades em crescer à direita, está claro.
A ver se Ciro quer crescer com Lula, que não lhe exigiu submissão, mas o reconhecimento de seu papel de líder.
Ou se quer ser um solitário aspirante  a salvador da pátria, coisa que nem mesmo Lula, muito maior que ele na política, aventurou-se a ser, desde que descobriu que não era um homem, mas uma ideia.
Por vezes, a reação de nossos adversários é o melhor indicador do que devemos fazer.
Madalena França Via Tijolaço.
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domingo, 10 de junho de 2018

Governo Temer está por um fio


Folha de S. Paulo - Coluna Painel
Por Daniela Lima

Levado à lona pelo levante dos caminhoneiros, o governo Michel Temer agora monitora com lupa cada movimento da categoria e acompanha com preocupação mudanças de humor no setor. A paralisação afundou de vez a popularidade do presidente.
Eliseu Padilha (Casa Civil) recomendou recuar da definição sobre o tabelamento do frete ao perceber que desarranjo no acordo inicialmente firmado havia inflamado grupos paredistas.

Hoje nos despedimos de uma pessoa muito especial: vá na paz amiga de fé

Que os anjos lhe receba no céu com muita festa, minha velha amiga   Você fará muita falta porque era luz ,colo,abrigo pra muita gente. Um se...