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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Lula reclama do juiz em estreia como comentarista da Copa


Comentário do ex-presidente foi exibido no programa do jornalista José Trajano

Lula reclama do juiz em estreia como comentarista da Copa
Notícias ao Minuto Brasil
HÁ 1 HORA POR FOLHAPRESS
POLÍTICA EX-PRESIDENTE
No primeiro comentário sobre a Copa do Mundo enviado da prisão para o canal 
TVT, o ex-presidente Lula (PT) se mostrou decepcionado com a estreia do Brasil -que
 empatou por 1 a 1 com a Suíça neste domingo (17).
"O jogo de estreia da seleção demonstrou uma máxima do futebol que sempre repetimos:
 treino é treino e jogo é jogo", afirmou o petista na análise futebolística, que foi exibida
 em texto e lida por um narrador da emissora, mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos
 do ABC e pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.
A participação de Lula como comentarista foi anunciada na semana passada pelo jornalista
 José Trajano, ex-ESPN. A resenha é exibida no programa dele, o Papo com Zé Trajano.
Lula tem televisão no local onde cumpre pena, na Polícia Federal em Curitiba, e está 
assistindo às partidas.

Além de ressaltar a diferença entre jogo de eliminatórias e jogo da Copa propriamente dita
, o ex-presidente disse que o Brasil "teria de vencer", por causa de seu histórico e por 
ser a única seleção pentacampeã "e, portanto, amplamente favorita".
Lula se compadeceu de Neymar ao reclamar do estilo de jogo da Suíça, que "marcou 
forte, de forma muito dura, e não deixou a seleção jogar", opinou.
"Não deixou o Neymar jogar, fazendo faltas e faltas. Além disso, o Neymar tentava, sem êxito, carregar a bola. Não conseguiu", lamentou o ex-presidente sobre o atacante.
Entre as razões que ele apontou para o mau desempenho do Brasil, estão queixas sobre a
 atuação do juiz da partida. Lula endossou ataques ao árbitro em dois lances 
envolvendo jogadores brasileiros, fazendo análise semelhante à de Tite (ex-técnico do
 Corinthians, o time de coração do ex-presidente).
"A culpa pode ser do momento psicológico da estreia, pode ser da falta não marcada no

 Miranda no lance do gol da Suíça, pode ser do pênalti não marcado no Gabriel Jesus", 
escreveu o petista.
"Sinceramente", continuou, "o fato é que não jogamos bem e o adversário fez o que tinha
 de fazer, que era impedir o jogo do Brasil". 
Lula recomendou que a seleção não menospreze a Costa Rica, seu próximo 
adversário, e pinçou duas observações que ficaram provadas na primeira semana da Copa, 
em sua visão.
"A Alemanha não é invencível e, entre os maiores craques, só o Cristiano Ronaldo fez por
 merecer. O resto é conversa pra mesa de bar", concluiu, enviando "abraços do Lula".
 Com informações da Folhapress
fonte: notícia ao Minuto Brasil
Madalena França

O comentário de Lula na TVT sobre a estreia da seleção


 

O ex-presidente Lula iniciou nesta segunda-feira (18) seus comentários sobre a Copa do Mundo de 2018 na TVT. Foi o primeiro comentário no programa do jornalista esportivo José Trajano na emissora de São Bernardo (SP). Lula falou do favoritismo do Brasil e da marcação dura da Suíça. Também avaliou que a “seleção não jogou bem”. Veja o comentário de Lula a partir de 18 m. O ex-presidente fará comentários todas as segundas durante o mundial de futebol na Rússia.

Barroso chegou tarde. Só tem vaga de “sub do Moro” ou de ministro do Bolsonaro

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pavao
Luís Roberto Barroso é um destes personagens que, de tão lamentável, não se sabe se é apenas um tolo vaidoso ou um ambicioso à procura de ser visto como  o “bastião da moralidade” por interesses inconfessáveis.
Hoje, no Rio, disse que os seis ministros que votaram pelo fim das ilegalíssimas conduções coercitivas, que fazem com que qualquer pessoa possa ser tirada de casa pela polícia  e levada como prisioneira a depor, sem mesmo ser intimada antes, foram ” uma manifestação simbólica daqueles que são contra o aprofundamento das investigações” sobre corrupção.
Felizmente, no Supremo, o ambiente é de “vossa excelência” para cá e para lá, porque na vila do subúrbio onde fui criado é caso de tomar satisfações. Sim, porque Barroso está acusando Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Marco Aurélio e Gilmar Mendes de cúmplices do acobertamento de roubos ao dinheiro público.
Este cidadão, consegue descer mais baixo que Gilmar Mendes no convívio com seus pares e, certamente, é um dos responsáveis por aquela Corte, em lugar de julgar com madura serenidade os processos, tenha se tornado um “Fla-Flu” onde o placar é inevitavelmente 6 a 5, apenas mudando o lado para o qual Rosa Weber se inclina.
Barroso, de certa forma, chega a quase sugerir que, não podendo conduzir de surpresa qualquer pessoa a um interrogatório, os juízes passem mesmo logo a prender sem motivo. Ou melhor, como forma de burlar a decisão judicial tomada pelo STF:
— Do ponto de vista da efetividade processual, não acho que seja uma diferença muito grande. Pelo contrário, pode até produzir um efeito inverso ao pretendido, porque a condução coercitiva é uma alternativa menos gravosa do que a prisão temporária. De modo que você proibir a condução coercitiva, você dá um incentivo à adoção de uma medida mais drástica. 
Com este grau de grosseria e ofensa, Barroso  parece querer se habilitar a ser Ministro de Jair Bolsonaro, porque não é possível achar que, dentro do Supremo, este tipo de agressão vá ficar sem um interpelação duríssima de quem está sendo chamado de protetor de corruptos.
Barroso, porém, não merece uma solução à moda suburbana.  Nem mesmo o lugar de pretendente a  Sérgio Moro vai ocupar. Chegou tarde, Doutor.
Madalena França via Tijolaço

Governo Temer segue plano de governo de Aécio e já cortou 95% dos investimentos em programas sociais


Tem 20 bilhões de reais POR DIA pra dar pra especuladores estrangeiros mas não tem pra melhorar o futuro de milhões de pessoas

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Por Juliana Gonçalves, no Brasil de Fato - Gilvanete Costa, de 28 anos, piauiense que hoje mora em Luziânia, cidade do entorno de Brasília, teve sua vida influenciada pelos programas sociais criados pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Sua mãe, dona Dejanira Santos Costa, que trabalhava na roça, foi beneficiária do programa Bolsa Família no pequeno município de Manoel Emídio (PI), a 450 km de distância de Teresina, capital do Estado.


Com o benefício, criou Gilvanete e seus quatro irmãos, e com o arroz e feijão garantidos, pode dedicar seus esforços à educação dos filhos.

"Eu lembro que teve dias dela deixar de comprar alimento para comprar material escolar. Embora não tivesse em sua época acesso à educação, dona Dejanira sabia que o estudo é uma das portas para mudar realidade social das pessoas", conta Gilvanete.

Anos depois, em 2013, a mãe de Gilvanete foi uma das principais apoiadoras para ela tentar acessar o ensino superior por meio do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies. "Na época foi muito, muito fácil, acho que estávamos em outros tempos. Não estava como hoje, a questão política estava mais controlada e nossos direitos estavam garantidos. Foi uma oportunidade que eu tive e que jamais conseguiria arcar com isso, pagar", lembra.

Foi por meio do programa de bolsas que ela conseguiu se formar em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Brasília no final do ano passado. A jornalista acredita ser um exemplo da necessidade dos programas sociais. "São programas que vieram realmente para dar mais dignidade para a gente que não tem acesso ao mínimo", ressalta Gilvanete.

A maior vitória para ela é a casa conquistada por meio do Minha Casa Minha Vida, em 2014. O programa mudou a realidade social da jornalista. "Graças a esse programa eu consegui realizar o sonho da casa própria e ter o meu canto próprio. Sem os incentivos do governo eu jamais conseguiria", conta.

A exemplo de Gilvanete, muitos brasileiros tiveram e ainda têm suas vidas transformadas pelos programas sociais. No entanto, todos os projetos citados pela jornalista hoje sofrem desmontes por parte do governo golpista.

Menos moradias

O Minha Casa Minha Vida, por exemplo, saiu de um orçamento de R$ 23,55 bilhões em 2015 para R$ 8,40 bilhões em 2016. Estavam previstos apenas R$ 3,69 bilhões em 2017, e se projeta um investimento de R$ 1,2 bilhão neste ano, ou seja, uma queda brusca de 94,9% em relação ao valor de 2015. Não são apenas os cortes impulsionados por Michel Temer (MDB) que influenciam o acesso ao programa. As regras também estão sofrendo mudanças.

O Minha Casa Minha Vida foi implementado em 2009, e de lá pra cá já fechou contratos para 4 milhões de unidades habitacionais, com investimento total de mais de R$ 270 bilhões, de acordo com o Ministério das Cidades. O número de imóveis já entregues é de 2,3 milhões.

No campo, a mudança das regras de acesso ao Minha Casa Minha Vida Rural têm afastado a efetividade do programa social para os agricultores.

Sonia Maria da Costa, da cidade Francisco Santos, também do Piauí, conta que foram muitas noites dormindo no chão até sua casa sair em 2012. Ela, que faz parte também da coordenação do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), denuncia que a nova modalidade em vigor depois do golpe está prejudicando o acesso das famílias.

"Praticamente elas nunca serão beneficiadas porque nem o pai pode doar terra para o filho, porque antes era até terceiro grau, o avô poderia doar para neta, o sogro para nora ou genro, e agora não. Se você não tiver a terra no seu nome, você não consegue acessar o programa", lamenta.

Menos educação superior

Mudanças também chegaram no Programa Universidade para Todos (Prouni), lançado em em 2004. Eduardo Mauro de Carvalho, psicólogo, foi um dos beneficiários das bolsas parciais. Depois de quatro anos tentando passar no vestibular numa universidade pública, ele ingressou na Universidade Bandeirantes em 2005, se formando em 2010. Hoje, profissional ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS), afirma o peso positivo do Prouni em sua formação.

"Foi graças ao Prouni que eu tive a oportunidade de ingressar no ensino superior e ter o desenvolvimento que eu tenho hoje. Na época, Eduardo acertou 97% da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ficou em terceiro lugar e conseguiu uma mensalidade de R$ 200 que cabia em sua bolso", conta.

Mais recentemente, em 2015, a jovem Deborah Monteiro passou no processo seletivo e iniciou o curso de Letras na PUC de São Paulo. "O Prouni acabou beneficiando muito das pessoas que como eu não teriam a menor condição de entrar, acessar uma universidade e de fato continuar nessa universidade. As pessoas nem prestavam [o vestibular]. Então você tinha todo um imaginário de que aquilo não era para nós da periferia".

Hoje, a professora da rede pública relembra como foi a primeira da sua família a se formar, graças ao Prouni. Depois de uma vida escolar na rede pública, a menina negra da periferia se inscreveu sem tanta convicção na real possibilidade de ingressar na universidade com o curso 100% pago. Débora conta que sempre teve em mente que o programa é fruto da luta da classe trabalhadora e lamenta os desmontes sofridos hoje.

Em 2015, apesar do aumento no número total de bolsas do Prouni, houve uma queda no número de bolsistas integrais (para estudantes com renda de até 1,5 salário mínimo), embora tenha havido expansão no número de bolsas parciais (para estudantes com renda de até 3 salários mínimos).

Em 2016, com Temer, houve um corte de 80 mil bolsas integrais oferecidas pelo programa na tentativa de diminuir os gastos públicos. O Prouni já atendeu, desde sua criação até o processo seletivo do segundo semestre de 2016, mais de 1,9 milhão de estudantes, sendo 70% com bolsas integrais.

O corte nas bolsas integrais e a crise financeira fez os números de estudantes que abandonaram a graduação subir. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, mais de 170 mil brasileiros, com idades de 19 a 25 anos, abandonaram a graduação no ano de 2017.

Entre 2013 e 2016, a média de desistência de alunos era de 5% ao ano. Em 2017, esse número passou para 7,38%. Esse aumento pode ser justificado pelo aumento do desemprego e a redução da oferta de financiamento estudantil já que houve também redução no Fies. Com a saída de Dilma Rousseff (PT) e a entrada de Michel Temer na presidência, o programa sofreu nova redução de vagas no segundo semestre de 2016 e em 2017.

O governo Temer parece não ter convicção ou critério para os cortes que faz. Em fevereiro de 2017, o então ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou redução de 29% nos investimentos Fies. O teto global de financiamento por curso saiu do R$ 42 mil para R$ 30 mil por semestre. Agora, em 2018, depois de sofrer pressão dos setores privados de educação, o MEC voltou atrás, colocando novamente o valor para R$ 42 mil.



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177 visitas - Fonte: Brasil247
Madalena frança 

Papa Francisco alfineta mídia do Brasil: as ditaduras começam com a comunicação caluniosa


 

Sem citar o caso concreto, o Papa Francisco voltou esta semana a alfinetar a mídia do Brasil. Segundo o Pontífice, as ditaduras começam com a comunicação caluniosa.
Na semana passada, o Vaticano interveio numa polêmica envolvendo um assessor do Papa, Juan Grabois, que foi proibido de visitar o ex-presidente Lula na carceragem da Polícia Federal de Curitiba e mais: a mídia passou a bombardear o advogado que tentou entregar ao preso político um rosário abençoado.
Em maio passado, o Papa já havia criticado a mídia por difamar e promover golpe de Estado. As empresas de fake news (notícias falsas) brasileiras vestiram a carapuça.
Voltemos ao Papa Francisco.
Na missa na Casa Santa Marta, o Papa recordou a sedução do escândalo e o poder destrutivo da comunicação caluniosa. Basta pensar na perseguição dos judeus no século passado. Um horror que acontece também hoje.
Só faltou o Papa Francisco falar “O Povo Não é Bobo, Abaixo a Rede Globo!”
Papa: as ditaduras começam com a comunicação caluniosa
Debora Donnini – Cidade do Vaticano
Para destruir instituições ou pessoas, se começa a falar mal. A esta “comunicação caluniosa”, o Papa Francisco dedicou a homilia na missa na Casa Santa Marta.
A sua reflexão parte da história de Nabot narrada na Primeira Leitura, no Livro dos Reis. O rei Acab deseja a vinha de Nabot e lhe oferece dinheiro. Aquele terreno, porém, faz parte da herança dos seus pais e, portanto, rejeita a proposta. Então Acab fica aborrecido “como fazem as crianças quando não obtêm o que querem: chora.
A sua esposa cruel, Jezabel, aconselha o rei a acusar Nabot de falsidade, a matá-lo e assim tomar posse de sua vinha. Nabot – notou o Papa – é portanto um “mártir da fidelidade à herança” que tinha recebido de seus pais: uma herança que ia além da vinha, “uma herança do coração”.
Os mártires condenados com as calúnias
Para Francisco, a história de Nabot é paradigmática da história de Jesus, de Santo Estevão e de todos os mártires que foram condenados usando um cenário de calúnias. Mas é também paradigmática do modo de proceder de tantas pessoas de “tantos chefes de Estado ou de governo”. Começa com uma mentira e, “depois de destruir seja uma pessoa, seja uma situação com aquela calúnia”, se julga e se condena.
Como as ditaduras adulteram a comunicação
“Também hoje, em muitos países, se usa este método: destruir a livre comunicação”.
Por exemplo, pensemos: há uma lei da mídia, da comunicação, se cancela aquela lei; se concede todo o aparato da comunicação a uma empresa, a uma sociedade que faz calúnia, diz falsidades, enfraquece a vida democrática. Depois vêm os juízes a julgar essas instituições enfraquecidas, essas pessoas destruídas, condenam e assim vai avante uma ditadura. As ditaduras, todas, começaram assim, adulterando a comunicação, para colocar a comunicação nas mãos de uma pessoa sem escrúpulo, de um governo sem escrúpulo.
A sedução dos escândalos
“Também na vida cotidiana é assim”, destacou o Papa: se quero destruir uma pessoa, “começo com a comunicação: falar mal, caluniar, dizer escândalos”:
E comunicar escândalos é um fato que tem uma enorme sedução, uma grande sedução. Seduz-se com os escândalos. As boas notícias não são sedutoras: “Sim, mas que belo o que fez!” E passa… Mas um escândalo: “Mas você viu! Viu isso! Você viu o que aquele lá fez? Esta situação… Mas não pode, não se pode ir avante assim!” E assim a comunicação cresce, e aquela pessoa, aquela instituição, aquele país acaba na ruína. No final, não se julgam as pessoas. Julgam-se as ruínas das pessoas ou das instituições, porque não se podem defender.
Perseguição dos judeus
“A sedução do escândalo na comunicação leva justamente ao ângulo, isto é “destrói” assim como aconteceu a Nabot, que queria somente “ser fiel à herança dos seus antepassados” e não vendê-la. Neste sentido, também é exemplar a história de Santo Estevão, que faz um longo discurso para se defender, mas aqueles que o acusavam preferem lapidá-lo ao invés de ouvir a verdade. “Este é o drama da avidez humana”, afirma o Papa. Tantas pessoas são, de fato, destruídas por uma comunicação malvada:
Muitas pessoas, muitos países destruídos por ditaduras malvadas e caluniosas. Pensemos por exemplo nas ditaduras do século passado. Pensemos na perseguição aos judeus, por exemplo. Uma comunicação caluniosa, contra os judeus; e acabavam em Auschwitz porque não mereciam viver. Oh… é um horror, mas um horror que acontece hoje: nas pequenas sociedades, nas pessoas e em muitos países. O primeiro passo é se apropriar da comunicação, e depois da destruição, o juízo e a morte.
Reler a história de Nabot
O Apóstolo Tiago fala precisamente da “capacidade destrutiva da comunicação malvada”. Em conclusão, o Papa exorta a reler a história de Nabot no capítulo 21 do Primeiro Livro dos Reis e a pensar em “tantas pessoas destruídas, em tantos países destruídos, em tantas ditaduras com ‘luvas brancas'” que destruíram países.
Madalena França via esmael

Preconceito Zero - Música Pede pra sair Temer

Preconceito Zero - Música Pede pra sair Temer

Da Rússia, Maradona manda mensagem para ‘o amigo Lula’


 
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Da Rússia, onde acompanha a Copa do Mundo, o craque argentino Diego Armando Maradona manifestou, na rede Telesur e pelo Twitter, sua solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Meu amigo Lula, tenha muita força, porque você deu ao Brasil o que o Brasil merece”, declarou.
“Os corruptos, lamentavelmente, vencem algumas batalhas, mas as guerras dos países são vencidas por aqueles que realmente querem bem ao povo. Lula, meu amigo, siga adiante, porque todos o apoiamos”, acrescentou o argentino. Para Maradona, que está na Rússia para acompanhar a Copa, a “presidência foi roubada de Lula”.
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Hoje nos despedimos de uma pessoa muito especial: vá na paz amiga de fé

Que os anjos lhe receba no céu com muita festa, minha velha amiga   Você fará muita falta porque era luz ,colo,abrigo pra muita gente. Um se...