A Associação Comercial de Pernambuco (ACP) participou, na última segunda-feira, de reunião com a Prefeitura do Recife e agentes do setor privado (Banco Santander e Associação Oasis da Liberdade) com o objetivo de discutir alternativas para o desenvolvimento da região do Marco Zero, onde a entidade fica localizada. O encontro fez parte do projeto Ressignificação do Recife Antigo 2021.
Na oportunidade, foram discutidos temas como a concessão de créditos e cursos de qualificação para os empreendedores locais, especialmente com o propósito de valorizar e aproveitar os moradores das comunidades do entorno, e o aumento do fluxo de pessoas por meio de iniciativas voltadas à valorização dos profissionais que se dedicam ao turismo.
A ACP colocou o espaço físico da sua sede à disposição da Prefeitura para estabelecer um ponto de informação sobre o Crédito Popular do Recife. “A ideia é permitir que os pequenos comerciantes locais saibam como fazer o cadastramento para acesso ao crédito, pois muitos dos que precisam ainda não estão informados”, disse Tiago Carneiro, presidente da ACP.
A Associação Comercial de Pernambuco – ACP é a mais antiga entidade associativa do setor empresarial de Pernambuco, tendo sido fundada em 1839. Desde seus primeiros anos de vida, a ACP teve como princípio e como estratégia organizacional e de trabalho atuar de forma associativa e com a interação, a mobilização e a participação articulada da classe empresarial pernambucana
Nos últimos dias, o número de internações e mortes no País tem entrado numa curva de estabilidade, com exceção de Pernambuco, especialmente Recife, segundo o painel diário de acompanhamento da doença no País pelos mais variados meios de comunicação e pelo site do Ministério da Saúde.
O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou, hoje, na Comissão parlamentar de inquérito (CPI) da Covid, que o presidente Jair Bolsonaro queria que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterasse a bula da cloroquina, com ineficácia cientificamente comprovada, para que o medicamento fosse indicado no tratamento da Covid-19. Segundo Mandetta, o pedido foi negado pelo presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres.


Golpe da vacina –


