Pesquisar neste blogue comdeuseaverdadedeorobo

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Governo aumenta previsão de inflação

 


O Ministério da Economia aumentou a previsão de inflação para este ano e reduziu a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 e em 2022.

As informações constam do Boletim Macrofiscal, divulgado hoje pela Secretaria de Política Econômica.

Conforme o boletim:

  • a previsão de alta da inflação subiu de 7,9% para 9,7%;
  • a previsão de alta do PIB caiu de 5,3% para 5,1%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para 2022, a estimativa do governo também caiu de 2,5% para 2,1%.

Mesmo com a redução, as expectativas do Ministério da Economia para a economia brasileira seguem acima das previsões do mercado.

Isso porque, para 2021, analistas do mercado financeiro estimam crescimento de 4,88% e, para 2022, alta de 0,93%.

Segundo a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, o valor superior projetado para o crescimento do próximo ano, em relação às previsões do mercado financeiro, "se deve à melhora no mercado de trabalho e no investimento privado, principalmente em infraestrutura".

Inflação

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o Ministério da Economia elevou a projeção de 7,9% para 9,7% em 2021.

A expectativa de inflação do governo se distanciou ainda mais do centro da meta para este ano (3,75%) e também do teto (5,25%). Com isso, o governo admitiu novamente que a meta deve ser descumprida. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). A previsão da Secretaria de Política Econômica para a inflação está próxima da estimativa do mercado financeiro, que é de alta de 9,77% em 2021.

Para 2022, a estimativa do Ministério da Economia para a inflação subiu de 3,75% para 4,70%. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%

Ser positivo é sabedoria...

 


Boa tarde e uma boa Quanta-feira
Por Madalena França

Em nota, Anvisa esclarece sobre doses adicionais ou de reforço

 


Publicado em Notícias por  
Postado por Madalena França

A disponibilidade de doses de reforço é um mecanismo importante para assegurar a proteção contínua contra a Covid-19.

A Anvisa reconhece e estimula os movimentos que visam a ampliação da vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Ações com esse objetivo apontam para o compromisso com a saúde pública e reforçam que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenir essa doença, incluindo as suas consequências mais graves, como hospitalização e óbito.

Os dados disponíveis até aqui sugerem diminuição da imunidade em algumas populações, ainda que totalmente vacinadas. A disponibilidade de doses de reforço é um mecanismo importante para assegurar a proteção contínua contra a doença.

De forma geral, a decisão sobre dose de reforço deve considerar o cenário epidemiológico, os estudos de efetividade, a circulação das cepas variantes e a segurança das vacinas, bem como uma efetiva estratégia de monitoramento das reações adversas e captação de sinais de interesse para a farmacovigilância.

Antes de incorporar a dose de reforço das vacinas, países como Estados Unidos, Canadá, Indonésia, Grã-Bretanha, Israel, membros da Comunidade Europeia e outros submeteram a estratégia à avaliação prévia das suas autoridades reguladoras. Primariamente, a terceira dose ou dose de reforço foi indicada para pessoas com sistema imunológico enfraquecido, idosos e profissionais de saúde.

Situação das vacinas no Brasil

A Anvisa vem discutindo com todas as empresas desenvolvedoras e instituições sobre as ações de monitoramento e sobre os estudos clínicos para confirmar a eficácia e a segurança da dose de reforço das vacinas aplicadas no Brasil.

Até o momento, apenas a Pfizer solicitou alteração do esquema vacinal previsto em bula para o imunizante Comirnaty. O atual esquema aprovado em bula prevê duas doses da vacina. O pedido apresentado à Agência prevê a aplicação de uma terceira dose. Esse pedido está em análise na Anvisa e pendente de complementação de dados pelo laboratório para que a análise tenha prosseguimento.

Quanto à vacina da Janssen, a decisão da autoridade reguladora americana (Food and Drug Administration – FDA) considerou a segunda dose como reforço, conforme se segue: “O uso de uma dose única de reforço da vacina Janssen (Johnson e Johnson) contra Covid-19 pode ser realizado pelo menos dois meses após a conclusão do regime primário de dose única em indivíduos com 18 anos de idade ou mais.” (tradução livre).

Segundo a Janssen, a previsão é de que até a próxima semana a empresa entregue os estudos sobre eficácia e segurança da dose de reforço da sua vacina à Anvisa.

Bula

É importante diferenciar o esquema vacinal previsto em bula e a estratégia de vacinação e reforço.

O esquema previsto em bula e aprovado pela Agência (quantidade de doses e intervalos) indica a forma de uso da vacina que, segundo os estudos, produz os melhores resultados de imunização.

Já a estratégia de vacinação e reforço é uma decisão da autoridade de saúde (Ministério da Saúde) sobre como um determinado imunizante será aplicado na população de forma a se obter a melhor cobertura vacinal, e as estratégias de monitoramento das reações adversas.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Radialistas serra-talhadenses seguem em UTI, mas estáveis

 


Publicado em Notícias por  
Postado por Madalena França

Tarcísio e Maciel Rodrigues, dupla de comunicadores da Líder FM estão no Hospam, acometidos da Covid-19

É considerado estável o quadro de saúde dos radialistas Tarcísio e Maciel Rodrigues, da Líder FM. Eles estão internados na UTI do Hospam Serra Talhada.

Segundo o blog apurou junto a familiares, o estado dos dois é considerado estável. “Eles estão respondendo bem aos aparelhos e medicamentos”, disse uma familiar.

Os dois estão com uso da máscara de VNI que está ajudando na respiração de ambos, pois estão com os pulmões com relativo  comprometimento. A família só tem informações em boletins a cada 12 horas.

Apesar de informações de que ambos teriam decidido não tomar a vacina contra a Covid em virtude de convicções políticas e da linha editorial no programa que apresentam na emissora, a informação não foi confirmada oficialmente. O blog deseja aos profissionais rápida recuperação.

APÓS DOIS ANOS DO GOLPE, TEMER DEIXA UM BRASIL DESTROÇADO

 

Postado por Madalena França

História: Governo Michel Temer

O saldo do governo Temer dos últimos dois anos é resumido no desemprego e corte de direitos trabalhistas e sociais

Brasil de Fato | Curitiba (PR) |
 
Michel Temer sairá do poder com a marca de presidente mais impopular da história democrática brasileira
Michel Temer sairá do poder com a marca de presidente mais impopular da história democrática brasileira - Mauro Pimentel / AFP

O dia 31 de dezembro marcará o fim de um governo histórico para o Brasil. Michel Temer sairá do poder com a marca de presidente mais impopular da história democrática brasileira. No início deste mês, pesquisa Ibope mostrou que 74% da população considera o governo Temer (MDB) ruim ou péssimo e outros 88% desaprovam a maneira como o presidente governa o país. 

Parte dos caminhos que levaram Temer de vice à presidência da República foram expostos em maio de 2016, em áudio gravado de uma conversa entre o ex-senador Romero Jucá (MDB) e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. No áudio, eles falam que a “saída mais fácil” para “estancar a sangria” no país seria colocar Michel Temer na presidência, em um “grande acordo nacional”, “com Supremo, com tudo”. Naquele mesmo ano, a presidenta eleita Dilma Rousseff (PT) foi impeachmada e seu vice-presidente, Temer, alçado ao poder.

Se estancou a sangria da classe política que articulou o golpe de Estado, o acordo serviu também como navalha na carne da população brasileira. Desde que entrou na presidência, Temer sangrou direitos trabalhistas e sociais, limitou os investimentos públicos pelos próximos 20 anos, aproximou o Brasil de volta ao mapa da fome. 

Sob a justificativa de modernização das leis trabalhistas e criação de novos postos de trabalho, Temer sancionou, em 2017, a terceirização para todas as atividades e a Reforma Trabalhista, alterando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em pontos como jornada, plano de carreira, remuneração e férias. O então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, dizia que a Reforma Trabalhista geraria seis milhões de empregos no Brasil. No entanto, foram gerados, de fato, pouco mais de 700 mil postos formais de trabalho. 

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), nesses dois anos de governo Temer, o desemprego passou de 11,2% (em maio de 2016) para 13,1% (em abril de 2018), chegando a 11,7% (no trimestre fechado em outubro). Atualmente, 12,8 milhões de brasileiros estão desempregados. 

A navalha de Temer feriu também a realidade da juventude brasileira, com a Reforma do Ensino Médio, que, entre outras alterações, propõe a diminuição de conteúdos obrigatórios de ensino e extingue a necessidade de diploma técnico ou superior em área pedagógica para contratação de professores. No novo Ensino Médio, apenas Português e Matemática serão ministrados obrigatoriamente nos três anos de formação. As demais disciplinas - como filosofia, sociologia, artes, história, geografia - poderão ser distribuídas ao longo dos anos, de acordo com a definição curricular de cada estado brasileiro.   

Nestes dois anos, a população brasileira sentiu os cortes em investimentos em programas sociais, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e o Programa Universidade para Todos (ProUni). Em 2016, o governo Temer cortou 80 mil bolsas integrais oferecidas pelo ProUni, para diminuir gastos públicos. No Minha Casa Minha Vida, de 2015 para 2016 houve uma redução de 94,9% no valor investido no programa, caindo de R$23,55 bilhões para R$1,2 bilhão. Em agosto deste ano, no orçamento enviado ao Congresso, o presidente prevê que os recursos para o Bolsa Família estejam garantidos até junho de 2019, apenas. 

Além do desmonte em programas sociais, assombra também a população brasileira o crescimento da fome. Conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e da ONG ActionAid Brasil, baseado em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente, 11,7 milhões de brasileiros passam fome, o que corresponde a 5,6% da população total. 

O cenário de terror desenhado pelo governo Temer tende a ser agravado com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/55, que propôs teto para investimentos públicos pelos próximos 20 anos. Há dois anos em vigor, os efeitos da “PEC do teto” já ficaram nítidos na queda de 3,1% nos investimentos do governo federal em saúde e educação, segundo dados da Confederação Nacional dos Municípios. Em números, os investimentos de 2016 a 2018 nessas áreas praticamente ficaram congelados: saíram de R$ 191,2 bilhões para R$ 191,3 bilhões. 

Encerrando seu governo, Temer ainda deixa para seu sucessor um pacote que prevê a privatização de 75 projetos e empresas estatais, entre eles a Eletrobras, a Casa da Moeda, a Lotex - Loteria Instantânea Exclusiva, aeroportos, ferrovias, rodovias, blocos de petróleo e áreas de pré-sal.  

Em pronunciamento de Natal, no último dia 24, Michel Temer fez uma avaliação positiva de seu governo, dizendo deixar o poder com a “alma leve e tranquila e a consciência de dever cumprido”. Segundo o presidente, ele não poupou “esforços nem energia” para entregar “um Brasil muito melhor do que aquele” que recebeu. Para a população brasileira, Temer diz deixar “as reformas e os avanços, que já colocaram o Brasil em um novo tempo”.

Edição: Tayguara Ribeiro

Ex-prefeito de Carpina, Maelbe Ramos morre aos 86 anos

 


Foto | Voz de Pernambuco - Divulgação

Ex-prefeito de Carpina, Maelbe Batista Ramos, 86 anos, o popular “Mano”, faleceu na manhã desta terça (16), na cidade de Paulista, Região Metropolitana do Recife. A informação foi dada pelo atual gestor do município, Manoel Botafogo (PDT). Nas redes sociais, ele disse que conversou com a filha de Maelbe sobre a morte do político. “Com tristeza, deixo aqui meus votos de pesar aos amigos e familiares do ex-prefeito de Carpina, Maelbe Batista Ramos, o Mano. Que Deus conforte o coração de todos”, disse Botafogo em vídeo nas redes sociais.


O atual gestor municipal também decretou luto de três dias na “Cidade Planalto”. Mano foi prefeito por dois mandatos: 1969 a 1972 e de 1993 a 1996. Na carreira política, também cumpriu um mandato como vice-prefeito. Há mais de três anos, Maelbe lutava contra problemas pulmonares. No vídeo, Manoel Botafogo disse que colocou à prefeitura à disposição da família enlutada e sugeriu que o cortejo para sepultamento saia da frente da sede do governo municipal. “Mano deixou um marco na história como amigo e político”, pontuou Botafogo.

Do blog do Agreste Postado por Madalena França

Toda população adulta receberá dose de reforço

( Magno Martins )

Postado por Madalena França

O Ministério da Saúde anunciou, hoje, a redução do intervalo da dose de reforço da vacina contra Covid-19. O intervalo passou de seis para cinco meses após o esquema vacinal completo (dose única ou duas doses). Além disso, a partir de agora, a dose adicional está liberada para qualquer pessoa com mais de 18 anos.

"Graças às informações que temos dos estudos científicos, nós decidimos ampliar a dose de reforço para todos acima de 18 anos que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses", disse Marcelo Queiroga.

Até então, a dose de reforço estava aprovada para os maiores de 60 anos, pessoas imunossuprimidas e profissionais de saúde.

Queiroga explicou que o ministério não divulgará um calendário por faixa etária para a tomar a dose adicional. "Acima de cinco meses da segunda dose, independentemente da idade, já se pode buscar a sala de imunização", disse o ministro da Saúde.

Para a dose de reforço, o Ministério da Saúde orienta que a pessoa tome um imunizante diferente do usado no esquema vacinal. "É preferencial que a dose adicional seja com uma vacina diferente. No Brasil usamos a Pfizer, mas em um eventual desabastecimento pode ser usada outra plataforma", explicou Queiroga.

Vacina da Janssen

Pessoas que tomaram a vacina da Janssen, de dose única, irão tomar a segunda dose do mesmo imunizante primeiro, explicou o ministro da Saúde.

"Hoje nós sabemos que é necessária uma proteção adicional dessa vacina. Como temos um quantitativo, não será um esforço muito grande. A sequência é: completou cinco meses da segunda dose, receberá uma dose de reforço, preferencialmente com uma vacina diferente", disse Queiroga.

O tempo de intervalo entre a primeira e segunda dose será de dois meses. "Quem tomou a Janssen completará o esquema vacinal. Embora seja de dose única, compete a nós [Ministério da Saúde] as definições. A pessoa tomará duas doses, em um intervalo de dois meses. A Janssen chegou em junho/julho, então estamos no tempo esperado", explicou Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária do ministério.

Eleições na OAB-PE tem confusão e urnas quebradas

 


As eleições da Ordem dos Advogados do Brasil ocorrem, em todo País, no dia de hoje. Na votação que acontece no Centro de Convenções, em Olinda, foram registrados diversos problemas. Por exemplo, 95% das urnas eletrônicas apresentaram falhas e os advogados, que afirmam estar com a anuidade paga, tendo o direito de votar, não estão conseguindo exercer seu direito. Eles estão sendo transferidos para área do financeiro e, mesmo assim, muitos não estão conseguindo a liberação para votar. As informações são do Portal PE News.

Por conta das falhas, a votação está atrasada, O conselho quer mudar o tipo de votação de eletrônico, através das urnas, para o voto de papel. Todos os votos no candidato Almir Reis, da chapa de oposição, estão tendo que ter uma justificativa, tirando a democracia e os direitos iguais entre os candidatos. A informação foi passada por Renato Hayashi, da equipe jurídica.

Convocação do ministro da Educação será votada amanhã

 

(Magno Martins)

Postado Por Madalena França

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados analisará, amanhã, requerimento do deputado federal Danilo Cabral, líder do PSB na Câmara, para convocação do ministro da Educação, Milton Ribeiro. O parlamentar quer explicações sobre a crise no Inep (o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Texeira), responsável pelo Enem.

Às vésperas do Enem, que será realizado no próximo dia 21, o órgão passou por demissão em massa de servidores em meio a denúncias de censura no conteúdo da prova. E ontem o presidente Bolsonaro disse que as questões do exame “passam a ter a cara do governo”. “O Enem não deve ter a cara de governo A ou B, não deve ser uma prova baseada em ideologias. A prova é uma política de Estado, voltada para o acesso dos estudantes ao ensino superior”, afirmou Danilo Cabral.

Segundo Danilo Cabral, há um ambiente de intranquilidade e insegurança no Inep e, inclusive para aqueles que vão se submeter à prova. “As declarações do presidente Bolsonaro confirmam que há tutela ideológica no Enem e também colocam em xeque a lisura da prova”, destacou o parlamentar. Ele ressaltou que as questões do exame são guardadas em ambiente seguro, onde deram acesso a um policial federal sem qualquer justificativa. “O fato de existirem pessoas avaliando o teor ‘ideológico' dessas questões coloca em risco a segurança do Enem”, acrescentou.

Na semana passada, a pedido de Danilo Cabral, o presidente do Inep, Danilo Dupas, esteve na Comissão de Educação também para tratar sobre a crise no órgão. Na ocasião, ele assegurou não haver interferências no Enem. “O próprio presidente Bolsonaro desmentiu as declarações do presidente do Inep. Este é um órgão estratégico para a educação brasileira, precisamos, portanto, obter explicações do ministro para que não haja prejuízo para as políticas públicas educacionais e, especialmente, para os estudantes”, destacou o deputado.

Quanta perfeição nos ensinamentos de Madre Tereza! Sigamos seus conselhos...

 


Lula aplaudido de Pé em Bruxelas na Bélgica , diz que o Brasil" tem Jeito" e o mundo tem Jeito, meu otimismo não nasce do acaso mas da experiência. Sou um otimista indignado! O Brasil votará a ser uma força positiva no mundo. Prometeu...



O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi aplaudido de pé durante discurso no parlamento europeu, em Bruxelas, capital da Bélgica, nesta segunda-feira (15). 

Durante seu discurso, Lula afirmou que o Brasil "tem jeito" e que ainda falou que é possível "construir uma economia justa".
 
"E apesar, sobretudo, das mortes de mais de 610 mil brasileiros, muitas delas evitáveis – caso houvesse por parte do atual governo o interesse em combater com seriedade o coronavírus", ressaltou o ex-presidente durante seu discurso. 

Confira na íntegra o discurso de Lula:
Eu quero começar falando não da América Latina, nem da União Europeia, nem de algum país, continente ou bloco econômico em particular, e sim do vasto mundo em que vivemos todos nós – latino-americanos, europeus, africanos, asiáticos, seres humanos das mais diferentes origens.

Vivemos em um planeta que tenta a todo momento nos alertar de que precisamos de novas atitudes e de uns dos outros para sobreviver. Que sozinhos estamos vulneráveis às tragédias ambientais, sanitárias e econômicas. Mas que juntos somos capazes de construir um mundo melhor para todos nós.

No entanto, ignoramos esses alertas. Insistimos em não aprender com os erros do passado.

O resultado da nossa falta de compreensão está à vista de todos: pandemia, desigualdade, fome, emergências climáticas que no futuro próximo poderão comprometer a sobrevivência da espécie humana na Terra.

Apesar de tudo isso, quero reiterar aqui minha crença inabalável na humanidade.

Não nasci otimista – aprendi a ser. Porque vi em vários momentos da minha vida o quanto um ser humano é capaz de realizar, e o quanto um povo é capaz de construir, quando existe força de vontade e geração de oportunidades.

Quem vive hoje no Brasil, ou acompanha o noticiário sobre o país, tem todos os motivos para estar pessimista. Mas aonde quer que eu vá, faço questão de dizer: o Brasil tem jeito – apesar do projeto de destruição colocado em prática por um bando de extremistas de direita sem a menor noção do que seja cuidar de um país e de seu povo.

O Brasil tem jeito, apesar dos 19 milhões de brasileiros que passam fome. Apesar dos 19 milhões de desempregados e desalentados, que já desistiram de procurar um novo emprego. Apesar dos ataques constantes contra a população negra e indígena. Apesar do avanço da destruição do meio ambiente, inclusive na Amazônia.

E apesar, sobretudo, das mortes de mais de 610 mil brasileiros, muitas delas evitáveis – caso houvesse por parte do atual governo o interesse em combater com seriedade o coronavírus.

Apesar de tudo, digo com total convicção: o Brasil tem jeito. Sei disso porque num passado muito recente nós fomos capazes de reconstruir e transformar o país, e temos plena capacidade de reconstrui-lo outra vez.

Da mesma forma que acredito que o Brasil tem jeito, acredito também que o mundo tem jeito. Apesar dos 750 milhões de pessoas que passam fome, apesar dos 5 milhões de mortos pela Covid-19, apesar da desigualdade que não para de crescer, apesar dos conflitos étnicos, religiosos e geopolíticos que não raro alimentam as guerras.

Como disse no início desta fala, meu otimismo não nasce do acaso, mas da experiência. Acredito que a humanidade tem jeito porque estou aqui hoje, neste Parlamento Europeu, reunido com representantes de países que em meados do século 20 eram inimigos ferozes no campo de batalha, numa das maiores  carnificinas da história.

60 milhões de pessoas morreram na Segunda Guerra Mundial. É bem provável que os antepassados de vocês tenham lutado em lados opostos. Que tenham matado, morrido e sofrido na pele as atrocidades da guerra.

Vocês e seus países teriam, portanto, razões para se odiarem uns aos outros. No entanto, são protagonistas de uma das mais extraordinárias experiências da história moderna, que foi a construção da União Europeia.

Vocês estão hoje aqui, neste Parlamento Europeu, em clima de paz, buscando juntos soluções para a construção de uma Europa melhor.

Conhecemos o imenso poder de destruir que o ser humano tem em suas mãos, e que ele tantas vezes não hesitou em usar. Mas não podemos jamais esquecer que a humanidade tem também uma extraordinária capacidade de construir e reconstruir.

A União Europeia, o Parlamento Europeu e vocês, senhoras e senhores eurodeputados, são portanto exemplos dessa virtude humana. A União Europeia não é perfeita, como nada é, mas é um patrimônio da humanidade, como exemplo de cooperação e construção da paz entre os povos.

Senhores deputados e senhoras deputadas

Somos 7 bilhões e seiscentos milhões de seres humanos habitando este planeta. Homens, mulheres, crianças e velhos, ricos e pobres, pretos, brancos, gente de todas as cores.

Cada um de nós carrega dentro de si o seu universo particular. Somos diferentes uns dos outros, cada qual com sua individualidade, mas unidos todos por uma certeza ancestral: o ser humano não nasceu para ser sozinho.

O que me faz lembrar do pequeno trecho de uma das grandes obras primas da Bossa Nova, esse gênero musical brasileiro que conquistou o mundo. Um verso que diz o seguinte: “É impossível ser feliz sozinho.”

A verdade é que não é possível sermos felizes enquanto milhões de crianças ao redor do mundo vão dormir esta noite com fome, e acordarão amanhã sem saber se terão o que comer. 

Não é possível sermos felizes em meio a tamanha desigualdade, que cresceu de forma inaceitável em plena pandemia. Os ricos ficaram muito mais ricos e os pobres, ainda mais pobres.

A desigualdade entre ricos e pobres manifesta-se até mesmo nos esforços para a redução das mudanças climáticas.  O 1 por cento mais rico da população do planeta vai ultrapassar em 30 vezes o limite necessário para evitar que um aumento da temperatura global ultrapasse a meta de 1,5 grau centígrado até 2030.

O 1 por cento mais rico, que corresponde a uma população menor que a da Alemanha, está a caminho de emitir 70 toneladas de gás carbônico per capita por ano.

Enquanto isso, os 50 por cento mais pobres do mundo emitirão, em média, apenas uma tonelada per capta por ano, segundo estudo produzido pela ONG Oxfam e apresentado recentemente na COP 26.

A luta pela preservação do meio ambiente para mim é indissociável da luta contra a pobreza e por um mundo menos desigual e mais justo.

É preciso deixar bem claro que o otimismo, a esperança e a fé não podem ser jamais sinônimos de resignação. Por conta disso, eu me considero um otimista indignado.

Em 2009, os países ricos se comprometeram em aumentar para 100 bilhões de dólares ao ano, a partir de 2020, a contrapartida para os países em desenvolvimento preservarem a natureza e enfrentarem as mudanças climáticas. Esse compromisso não foi cumprido, e agora está sendo postergado para mais dois anos, ou seja, a partir de 2023, a transferência de 100 bilhões ao ano para enfrentar a emergência climática.

Iniciativa louvável, que merece ser celebrada. Mas não podemos esquecer que na crise de  2008, os Estados Unidos destinaram 700 bilhões de dólares para salvar da falência bancos que de forma irresponsável investiram em títulos imobiliários podres.

Na mesma época, o G-20 destinou mais 1,1 trilhão de dólares aos países emergentes e ao comércio mundial, para combater os efeitos da crise.

É preciso lembrar também que os Estados Unidos gastaram 8 trilhões de dólares nas guerras pós-11 de setembro. Quantia suficiente para eliminar a fome no mundo e preparar o planeta para lidar melhor com as mudanças climáticas. E que no entanto foi usada para causar a morte direta de mais de 900 mil pessoas em países como Iraque, Afeganistão, Síria, Iêmen e Paquistão. Sem contar as mortes provocadas pela perda de água, esgoto e infraestrutura relacionadas com a guerra.

Ou seja, não faltam recursos para salvar bancos e para causar a morte ou o deslocamento forçado de milhões de seres humanos. Mas na hora de salvar vidas humanas ou o próprio planeta em que vivemos, a solidariedade dos países ricos é dezenas de vezes menor. 

Uma das maiores alegrias que tive quando presidente do Brasil, e mesmo depois de deixar a Presidência, foi percorrer o mundo, a convite dos mais diferentes países, para falar dos nossos extraordinários avanços econômicos e sociais.

Tive a honra de conduzir o Brasil ao posto de 6ª maior economia mundial. E de fazer do país um exemplo para o mundo de como é possível superar a extrema pobreza e a fome, com total respeito à democracia, em um curto espaço de tempo.

Vocês podem, portanto, imaginar o quanto dói participar de grandes eventos internacionais como este e ter que declarar o quanto o Brasil andou para trás desde o golpe de 2016 contra a presidenta Dilma Rousseff e a chegada da extrema direita ao poder.

O Brasil vive hoje uma tragédia social, econômica, ambiental e sanitária sem precedentes. Temos 2,7 por cento da população mundial. No entanto respondemos por 12 por cento das mortes por Covid registradas no mundo.

Choramos a morte de mais de 610 mil brasileiros. Não chegamos a essa trágica estatística por alguma fatalidade, e sim pela atitude criminosa do atual governo.

O atual presidente ironizou a gravidade da doença. Zombou dos mortos. Atrasou o quanto pôde a compra das vacinas. Fez propaganda enganosa e distribuiu medicamentos comprovadamente ineficazes contra o vírus.

Deixou faltar oxigênio em hospitais. Incentivou e promoveu aglomerações. Induziu a população à desconfiança quanto à eficácia das máscaras. Ajudou a espalhar fake news contra as vacinas, chegando a dizer que elas podem levar as pessoas com HIV a desenvolverem AIDS.

Experiências com medicamentos ineficazes, usando seres humanos como cobaias involuntárias, chegaram a ser realizados no Brasil, reeditando os horrores do nazismo.

Além disso, cerca de 116 milhões de brasileiros, metade da nossa população, vive hoje em situação de insegurança alimentar, de moderada a muito grave. Desses, cerca de 19 milhões, quase duas vezes a população da Bélgica, chegam a passar um dia inteiro sem ter o que comer.

Isso está acontecendo no Brasil, que é o terceiro maior produtor mundial de alimentos.

E está acontecendo porque o Brasil, que em 2014 saiu do Mapa da Fome da ONU pela primeira vez na história, hoje copia o que o neoliberalismo trouxe de pior ao mundo: alta concentração de renda, baixa geração de empregos, destruição de direitos trabalhistas, desmonte das políticas sociais, ausência do Estado, abandono dos mais pobres à própria sorte.

O resultado dessa trágica equação não poderia ser outro: miséria, fome, desesperança.

Mas eu estou aqui para dizer outra vez a vocês e ao mundo: o Brasil tem jeito. Porque ele é muito maior do que qualquer um que tente destruí-lo.

O Brasil é o país que num passado muito recente encantou o mundo com as suas políticas inovadoras, que retiraram da extrema pobreza 36 milhões de pessoas – o equivalente à soma das populações inteiras de Portugal, Suécia, Dinamarca e Irlanda.

O Brasil é o país que assumiu voluntariamente diante do mundo o compromisso de reduzir em 75 por cento o desmatamento na Amazônia, como forma de conter a emissão de gases poluentes.

E cumprimos antecipadamente nossa promessa – entre 2004 e 2012, nós, de fato, reduzimos em 80 por cento o desmatamento da Amazônia, contribuindo para minimizar o avanço das mudanças climáticas.

Infelizmente, os países ricos, justamente os principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa, não cumpriram a sua parte. Talvez porque os ricos acreditem que tenham como se proteger, e as mudanças climáticas afetarão com maior intensidade os mais pobres, o que é a triste realidade.

Mas o que eles esqueceram é que todos nós – ricos e pobres – precisamos do mesmo oxigênio para respirar, precisamos de água limpa para sobreviver, precisamos de um planeta saudável, onde nossos filhos possam viver com saúde e paz.

Felizmente, essa era de trevas que se abateu sobre o planeta, por conta da ascensão de governos de extrema direita pelo mundo afora, emite claros sinais de que está chegando ao fim.

Partidos e candidatos progressistas vêm conquistando importantes vitórias. Isso está acontecendo em vários países, e estou certo de que vai acontecer também no Brasil, a partir da eleição presidencial do ano que vem.

O Brasil voltará a ser uma força positiva no mundo. Voltaremos a ser criadores de políticas públicas capazes de mudar para melhor o nosso planeta.

Acreditamos num mundo multipolar. Voltaremos a ter uma política externa altiva e ativa. Vamos fortalecer o Mercosul, reconstruir a União de Nações Sul-Americanas, a Unasul, e ampliar nossas parcerias com a União Europeia. 

Vamos aperfeiçoar os termos do acordo Mercosul-União Europeia. Não queremos uma América Latina voltada exclusivamente para o agronegócio e a mineração. Temos total capacidade de sermos também países industrializados, tecnologicamente avançados.

O acordo hoje se encontra paralisado, por conta da desconfiança de países europeus quanto ao cumprimento dos compromissos ambientais assumidos pelo governo brasileiro.

Temos imensas extensões de terras agricultáveis, temos tecnologia, pesquisas agropecuárias avançadas. Nossa produção de alimentos não precisa desmatar a Amazônia para exportar soja ou criar gado. As atividades criminosas dos que destroem o meio ambiente devem ser punidas, e não podem prejudicar toda a economia brasileira.

Temos uma biodiversidade extraordinária, e os nossos biomas haverão de se regenerar após a extinção do atual governo, que estimula o desmatamento e as queimadas, o avanço do garimpo em áreas de proteção ambiental, os ataques aos povos indígenas.

O povo brasileiro não quer que essa destruição continue. Os brasileiros querem a Amazônia viva e de pé. E para isso, é necessário construir alternativas sociais e de desenvolvimento, com ciência, tecnologia e o protagonismo e respeito aos povos que vivem na floresta, seus saberes e sua cultura.

Meus amigos e minhas amigas,

Acreditamos num mundo cada vez mais plural, unido em torno de valores como solidariedade, cooperação, humanismo e justiça social. Acreditamos numa nova governança mundial, começando pela ampliação do Conselho de Segurança da  ONU, e vamos continuar lutando por ela.

Acreditamos que somos capazes de construir no mundo uma economia justa, movida a energia limpa, sem a destruição do meio ambiente e livre da exploração desumana da força de trabalho. 

Acreditamos que outro Brasil é possível, outra Europa é possível e outro mundo é possível – porque, num passado muito recente, fomos capazes de construí-lo.

Podemos ser felizes juntos. E seremos.

Muito obrigado a todos. 

Postado por Madalena França

Quem é o Pai? Defensoria Pública de PE está realizando testes gratuito de paternidade...




A Defensoria Pública de Pernambuco iniciou, nesta terça-feira (16), uma campanha para reconhecimento de paternidade. Ao todo, são oferecidos 200 exames gratuitos de DNA até a sexta-feira (19). 

Os interessados devem agendar o atendimento.

Os exames são voltados exclusivamente para quem tem apenas o nome da mãe na certidão de nascimento e o suposto pai aceite realizar o exame. "A Defensoria não vai atrás do pai. As pessoas que têm interesse devem comparecer de maneira espontânea", afirma o defensor público Henrique Seixas.

A campanha é para pessoas de qualquer idade. No entanto, explicou o defensor, se tiver menos de 18 anos, o adolescente ou criança deve estar representado pela mãe ou por outro responsável legal.

Durante os quatro dias, o Núcleo de Família da instituição recebe a população e realiza os exames na sede da defensoria, localizada na Rua Marques de Amorim, número 127, no Recife, das 8h às 16h.

Para participar deve ser efetuado o agendamento por meio de mensagem para o WhatsApp, pelos números (81) 99488-3025 ou (81) 99488-3026. Também é possível realizar o agendamento pessoalmente, na sede da órgão.
Postado por Madalena França

Convivência com a covid/ Escolas de Pernambuco já podem funcionar com 100% da sua capacidade total...

 


Governo liberou o retorno 100% presencial nas escolas em todo o estado, mas cada prefeitura tem autonomia para decidir sobre a rede municipal. Distanciamento de um metro entre alunos e aferição de temperatura na entrada deixaram de ser obrigatórios.
Por g1 PE e TV Globo


Escolas em Pernambuco foram autorizadas a funcionar, a partir desta terça-feira (16), com 100% da capacidade — Foto: Camila Torres/TV Globo


As escolas de Pernambuco foram autorizadas a voltar a funcionar, a partir desta terça-feira (16), com a capacidade total dos alunos presencialmente nas salas de aula. Outra mudança é que o distanciamento de um metro entre os estudantes e a aferição de temperatura na entrada das unidades de ensino deixaram de ser exigidos.

Saiba como ser vacinado contra Covid-19 no Grande Recife
Veja ocupação dos leitos de UTI e enfermaria no estado
Essas liberações do governo de Pernambuco fazem parte do Novo Plano de Convivência com a Covid-19, que estabeleceu medidas de flexibilização em todo o estado (veja detalhes mais abaixo).

“Nós estamos com uma segurança sanitária que nos conforta em tomar essa decisão e é dessa forma que nós queremos também que os municípios voltem”, declarou o secretário executivo de gestão de rede da Secretaria de Educação de Pernambuco, João Chambara, durante entrevista ao Bom Dia PE desta terça-feira (16).

As mudanças foram anunciadas no dia 11 de novembro e reunidas em um decreto publicado no Diário Oficial do Estado no sábado (13). A Secretaria de Educação de Pernambuco informou que a exigência do uso de máscaras de proteção contra a Covid-19 e da higienização das mãos segue obrigatória.


Estudantes de escola estadual de Pernambuco higienizam as mãos com álcool em gel antes de entrar em sala de aula — Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press

Segundo Chambara, a autorização foi decidida pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19 do estado, a partir dos números no avanço da vacinação e no declínio de casos graves da doença. O protocolo anterior estabelecia o ensino híbrido, organizado por cada escola, de acordo com seu esquema pedagógico e de segurança.

De acordo com o governo de Pernambuco, com a autorização do funcionamento das escolas em sua capacidade total, não é mais necessário que haja rodízio de estudantes. A Secretaria Estadual de Educação informou que o ensino híbrido, no entanto, continua sendo permitido.

Isso significa que, apesar da autorização estadual, as prefeituras têm autonomia para decidir se retornam às aulas com 100% dos alunos presentes nas escolas da rede municipal. No estado, segundo Chambara, 34 cidades ainda não retornaram às atividades presenciais, entre eles os municípios de Paulista e Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife.

“Se os pais ou responsáveis que não se sentirem seguros de encaminhar seus filhos para as escolas, é uma decisão também deles, mas nós queremos. A mensagem que o estado está passando é considerando todos os números, o Comitê de Enfrentamento à Covid e os estudos que já foram feitos”, afirmou o secretário executivo.

O decreto estadual estabeleceu, ainda, medidas como a apresentação de uma etiqueta respiratória para os alunos, o privilégio de ventilação natural em todos os ambientes e a distribuição de estudantes nos assentos do transporte escolar.

João Chambara é secretário executivo de gestão de rede da Secretaria de Educação de Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Globo

Alunos que apresentarem sintomas da Covid-19 devem ficar isolados por dez dias, conforme informou o governo estadual. O secretário informou que uma avaliação diagnóstica sobre a qualidade do aprendizado dos alunos na pandemia foi realizada em março deste ano e há previsão para que seja feita novamente em 2022.

“A partir daí, nós conseguimos tratar um diagnóstico correto da nossa rede como um todo, seja da Região Metropolitana ou no interior do estado. [...] O objetivo dessa avaliação diagnóstica é decidirmos que tipo de estratégia será utilizada em cada escola”, declarou Chambara.

Novas flexibilizações
O plano de convivência com a Covid-19 vai passar por mais uma ampliação
O plano de convivência com a Covid-19 vai passar por mais uma ampliação


Além da autorização do funcionamento das escolas em sua capacidade total, o governo do estado também aumentou o público nos estádios de futebol e liberou a realização de cruzeiros marítimos (veja vídeo acima).

No caso dos estádios, desde a segunda-feira (15), pode haver público em 50% da área total do local, além de não ser mais exigida a medição da temperatura corporal dos torcedores na entrada. Também foi liberada a temporada de cruzeiros 2021/2022 no Recife e em Fernando de Noronha.
Postado por Madalena França

Bomba!!! PMO paga precatórios com discriminação política deixando de fora opositores declarados.

 O prefeito Biu Abreu em conluio com uma comissão de acompanhamento dos precatórios do FUNDEF,com membros escolhidos a dedo por ele ou por s...