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domingo, 24 de novembro de 2019

Xico Sá sobre 'terceiro' gol do Gabigol: que desprezo por esta triste figura


O Autor dos dois gols do Flamengo ainda marcou um golaço após a decisão da Libertadores contra o River Plate, ao deixar o governador Wilson Witzel no vácuo. "Boa, Gabigol, q desprezo por esta triste figura!", escreveu o escritor Xico Sá. Veja outras reações
Gabigol e Wilson Witzel
Gabigol e Wilson Witzel (Foto: Reprodução Twitter)
247 - Autor dos dois gols que deram o bicampeonato da Libertadores da América ao Flamengo, o atacante Gabigol continua sendo muito festejado, mas agora pelo "terceiro gol" que marcou ao deixar o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, no vácuo, de joelhos.
Veja outras reações:
Postado por Madalena frança
Fonte: 247

Vaza Jato confirma que grampo foi para derrubar Dilma e prender Lula

O então juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa Lava Jato, só divulgaram os grampos telefônicos em março de 2016 porque desejavam depor a presidenta Dilma Rousseff (PT) e prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A nova reportagem da Vaza Jato, divulgada neste domingo (24) site The Intercept Brasil e o jornal Folha de São Paulo, comprova que houve conluio entre julgador (juiz) e acusador (Ministério Público Federal) com o fim de impedir a nomeação de Lula para a Casa Civil.
A nova Vaza Jato revela que Moro não agiu dentro do padrão ao levantar sigilo nas escutas telefônicas, pois, segundo levantamento à época, o juiz somente tornou públicas as gravações de conversas de Lula com a então presidenta Dilma, cujos trechos foram obtidos ilegalmente, haja vista o foro por prerrogativa de função prevista na Constituição.
Intercept e Folha recorda que o ministro Teori Zavaski, morto em janeiro de 2017, repreendeu Moro pela publicização dos grampos. O ex-juiz, com o auxílio da Rede Globo, venderam a versão segunda qual Lula queria driblar a justiça com a ajuda de Dilma, que chegou a anunciar o ex-presidente na Casa Civil.
Depois do estrago feito, que levou milhares a protestar contra os petistas, Moro pediu desculpas ao ministro do STF e jurou que não tinha a intenção de provocar polêmicas desnecessárias.
“Moro mentiu ao público quando disse que apenas seguira o padrão estabelecido pela LJ quando mandou retirar o sigilo das investigações sobre o Lula”, observou o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, fundador do Intercept Brasil.
Já foi contestado também no âmbito da Vaza Jato que Lula relutou até aceitar o ministério, porém o “sigilo zero” de Moro era justamente para impossibilitar foro de função ao ex-presidente, que, por meio de liminar de Gilmar Mendes, fora impedido de assumir o cargo.
Sem prerrogativa de função, a ação penal contra Lula continuou nas mãos de Moro que o condenou um ano mais tarde no caso do tríplex. Em virtude de sentença, que o levou à prisão, o ex-presidente foi impedido de concorrer nas eleições presidenciais de 2018 (embora fosse o líder nas pesquisas), o que garantiu a vitória de Jair Bolsonaro. Como premiação pelo trabalho sujo, o então juiz foi compensado com a nomeação para o Ministério da Justiça.

Lula: É a economia, estúpido!

O ex-presidente Lula determinou –e o PT acatou– a priorização do discurso econômico no combate ao governo de Jair Bolsonaro.Na prisão, o petista leu bastante sobre o estrategista James Carville, que, ao responder sobre a popularidade de Bill Clinton, nos anos 90, cunhou a máxima ‘é a economia, estúpido!’
Lula acredita que Bolsonaro irá cair eleitoralmente pela depressão econômica, embora os gurus do PT na área acreditem que poderá haver pontualmente retomada devido à redução de juros em patamar histórico.
Talvez o PT esteja equivocado nesse ponto porque, mesmo com taxa de juros baixa, o consumo dificilmente poderá ser retomado com 13 milhões de desempregados e os precarizados batendo a casa dos 40 milhões de brasileiros. Não há massa salarial suficiente para sustentar o consumo.
Dito isto, o ex-presidente Lula intuitivamente acertou ao descer a borduna na ‘uberização’ do trabalhador, que foi transformado em entregador de pizza por meio de aplicativo de celular.
Em recente conversa com o Blog do Esmael, o presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, estabeleceu como marco da retomada o mês de março de 2020. Segundo o pesquisador, ‘Bolsonaro poderá dizer adeus’ se a economia não for retomada até lá.
Para o dono da Paraná Pesquisas, março de 2020 é quando começam a chegar os boletos de IPTU, IPVA, matrículas escolares, etc.
“O fraco desempenho na economia pode derrotar os aliados do Bolsonaro já nas eleições de 2020”, explicou.
Compartilhe agora!( Blog do Esmael Morais)
Postado por Madalena França

Explode número de processos no Conselho de Ética da Câmara


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O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados recebeu neste ano o maior número de processos em um primeiro ano de legislatura.
Criado em 2001, o conselho analisa, a partir de representações, se os parlamentares quebraram o decoro em alguma situação específica. As punições previstas podem ser advertência, suspensão temporária do mandato ou cassação, por exemplo.
As representações recebidas se tornam processos e, inicialmente, o grupo precisa decidir se o caso deve ou não ter prosseguimento (leia detalhes mais abaixo).
Desde o início da atual legislatura, em fevereiro, o Conselho de Ética foi acionado 13 vezes. Esse número ainda pode aumentar.
Dessas 13 vezes:
  • 8 processos foram instaurados (3 ainda estão em andamento, e 5 foram arquivadas);
  • 4 processos ainda serão instaurados;
  • 1 representação foi retirada pelo autor.
Nos primeiros anos das legislaturas anteriores:
  • 2015: cinco processos abertos;
  • 2011: três processos abertos;
  • 2007: sete processos abertos;
  • 2003: nenhum processo aberto.

Eduardo Bolsonaro

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, é o parlamentar com o maior número de representações no Conselho de Ética em 2019: três.
Uma das representações foi protocolada pelo próprio PSL, partido ao qual ele é filiado e no qual exerce a função de líder.
A legenda argumenta que Eduardo submeteu a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), antiga aliada, a um “verdadeiro lixamento virtual” nas redes sociais após ela ter se alinhado à ala do presidente do PSL, Luciano Bivar, desafeto de Jair Bolsonaro.
As outras duas representações pedem que Eduardo tenha o mandato cassado por ele ter dito que o governo pode editar um “novo AI-5” se a esquerda “radicalizar”. O Ato Institucional 5, editado em 1968, é considerado um dos atos de maior repressão por parte do regime militar.
Essa declaração gerou forte repercussão em diversos setores da sociedade e, diante da polêmica, Eduardo afirmou depois que “talvez tenha sido infeliz” e que não há possibilidade de um novo AI-5.

Placa quebrada

A representação mais recente protocolada no Conselho de Ética é contra o deputado Coronel Tadeu (PSL-SP). O PT quer que o parlamentar responda a processo por ter quebrado um dos painéis em uma exposição montada na Câmara para celebrar o Dia Nacional da Consciência Negra.

Difícil defesa do ataque de Salles ao Greenpeace


Madalena frança via Magno Martins
Jair Bolsonaro e Ricardo Salles no Ministério do Meio Ambiente | Marcos Corrêa/PR/09.07.2019
A árdua missão dos diplomatas na defesa do ataque de Ricardo Salles ao Greenpeace.
O Globo - Por Ancelmo Gois 

Em tempo...
Imagina só o drama de um diplomata brasileiro para explicar, mesmo entre os que acham o Greenpeace um bando de “ecochatos”, que o seu governo desconfia que foi a ONG que derramou óleo na costa nordestina.
É de chorar.

Fim do DPVAT e o pagamento para 80 mil vítimas do trânsito

Postado por Madalena França Via Magno Martins
Fim do DPVAT: como o Congresso pode definir indenizações para 80 mil vítimas do trânsito. Medida provisória determinou fim de seguro para acidentes de trânsito, mas entre os parlamentares prevalece a rejeição a esta decisão de Bolsonaro; entretanto, se não houver definição sobre tema ainda este ano, milhares de pessoas perderão chance de usar benefício.
Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo
Época - Por Filipe Vidon

A comissão mista que vai analisar a Medida Provisória proposta pelo presidente Jair Bolsonaro para acabar com o DPVAT, o seguro obrigatório para veículos, caminha na direção da reprovação do projeto.
Segundo informado na última quinta-feira (21) por Lauro Jardim, no jornal O Globo , até agora já foram propostas 54 emendas para a MP, 65% delas contrárias.
Mas, se o Congresso não incluir a MP para votação ainda neste ano, a partir de 1º de janeiro as vítimas de acidentes de trânsito estarão sem a cobertura do seguro.
Caso a estratégia dos parlamantares seja fazer com que a medida perca a validade - o que ocorre automaticamnete após 120 dias se não houver aprovação no Congresso - mais de 80 mil vítimas de acidentes de trânsito correm o risco de ficar sem indenizações entre janeiro e abril.
Isso acontece porque a mudança proposta por meio de Medida Provisória passa a ter força de lei a partir de sua publicação. Mas, sem o aval do Congresso no prazo mencionado acima, o DPVAT voltaria a valer a partir de abril de 2020.
Esta última possibilidade dá margem a uma série de dúvidas relacionadas ao impacto nos pagamentos. Historicamente, cerca de 31% das indenizações pagas para acidentes de trânsito ocorrem no período que pode ficar sem a cobertura do Seguro DPVAT no próximo ano. 

Guedes se apropria de bandeira da esquerda e planeja tributar dividendos


“A tributação de dividendos é uma peça fundamental da reforma, não só do ponto de vista da arrecadação mas como uma questão redistributiva”, afirma Vanessa Canado, assessora de Paulo Guedes para a reforma tributária
O ministro da Economia, Paulo Guedes
O ministro da Economia, Paulo Guedes (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
247 – O governo Bolsonaro deve adotar uma das principais propostas da esquerda em sua reforma tributária, que é a taxação de dividendos – os recursos transferidos pelos empresários de suas empresas para suas contas pessoais.
“A tributação de dividendos é uma peça fundamental da reforma, não só do ponto de vista da arrecadação mas como uma questão redistributiva”, afirma Vanessa Canado, que coordena o grupo de reforma tributária na equipe de Paulo Guedes, ministro da Fazenda.
Em contrapartida, haveria desoneração na atividade produtiva das empresas. "Outra medida que poderia aliviar a carga sobre a folha das empresas é reduzir o teto ou a base de cobrança da alíquota patronal, mas ainda não há cálculos.A atividade produtiva também teria seu custo reduzido com mudanças no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Nesse ponto, o projeto é reduzir a alíquota e ampliar a base de cobrança, eliminando benefícios fiscais que, segundo ela, são pouco eficazes e geram muito contencioso e custo de conformidade", aponta reportagem de Ana Estela de Souza Pinto, publicada na Folha de S Paulo.
Do 247
Por Madalena França

Cidadã de Orobó mostra toda sua indignação sobre o sequestro dos Precatórios do FUNDEF dos professores...

 Em um texto muito coerente e verdadeiro, uma cidadã de Orobó descreveu e ilustrou o retrato fiel de uma Gestão desumana em conluio com par...