Pesquisar neste blogue comdeuseaverdadedeorobo

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Inusitado: Prefeito do Piauí ; Se eu tivesse feito tudo direito não tinha sido preso. Se roubei mas não foi do tanto desse daí: Assista ao Vídeo...

Ex-prefeito e candidato admite ter roubado no Piauí

(Publicado em Notícias por  )
Postado por Madalena França

Os quase 20 mil eleitores da cidade de Cocal, no interior do Piauí terão um parâmetro no mínimo inusitado para ajudar na escolha do prefeito nas eleições deste ano.
É que, durante a convenção do MDB, um dos cabos eleitorais do pré-candidato e ex-prefeito da cidade, José Monção, admitiu ter roubado a prefeitura: “Se eu tivesse feito tudo direito não tinha ido preso, né? Se eu fui preso tem algum motivo”.
A fala sincera do ex-prefeito é seguida por risadas desavergonhadas do público e de políticos locais, entre os quais o Senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP e o prefeito de Teresina, capital do estado, Firmino Filho (PSDB).
Assista acima, o sincericídio de Monção e o momento em que ele fala que roubou, “mas não o tanto que esse aí” se referindo ao atual chefe do executivo municipal. O MDB até agora não se manifestou.

A vida é passageira viver com alegria é uma Ordem...

Relógio Masculino Nautica A13644G Amarelo - Mimports - Produtos e perfumes  importados exclusivos para você

69 dias nos separam da festa da alegria! Vamos juntos. Seja sol por onde for...
Por Madalena França

Lula fala ao povo Brasileiro no 7 de Setembro; Leia...


Diário do Centro do Mundo | O que interessa e nada mais
“Minhas amigas e meus amigos.

Nos últimos meses uma tristeza infinita vem apertando meu coração. O Brasil está vivendo um dos piores períodos de sua história.
Com 130 mil mortos e quatro milhões de pessoas contaminadas, estamos despencando em uma crise sanitária, social, econômica e ambiental nunca vista.
Mais de duzentos milhões de brasileiras e brasileiros acordam, todos os dias, sem saber se seus parentes, amigos ou eles próprios estarão saudáveis e vivos à noite.
A esmagadora maioria dos mortos pelo Coronavírus é de pobres, pretos, pessoas vulneráveis que o Estado abandonou.
Na maior e mais rica cidade do país, as mortes pelo Covid-19 são 60% mais altas entre pretos e pardos da periferia, segundo os dados das autoridades sanitárias.
Cada um desses mortos que o governo federal trata com desdém tinha nome, sobrenome, endereço. Tinha pai, mãe, irmão, filho, marido, esposa, amigos. Dói saber que dezenas de milhares de brasileiras e brasileiros não puderam se despedir de seus entes queridos. Eu sei o que é essa dor.
Teria sido possível, sim, evitar tantas mortes.
Estamos entregues a um governo que não dá valor à vida e banaliza a morte. Um governo insensível, irresponsável e incompetente, que desrespeitou as normas da Organização Mundial de Saúde e converteu o Coronavírus em uma arma de destruição em massa.
Os governos que emergiram do golpe congelaram recursos e sucatearam o Sistema Único de Saúde, o SUS, respeitado mundialmente como modelo para outras nações em desenvolvimento. E o colapso só não foi ainda maior graças aos heróis anônimos, as trabalhadoras e trabalhadores do sistema de saúde.
Os recursos que poderiam estar sendo usados para salvar vidas foram destinados a pagar juros ao sistema financeiro.
O Conselho Monetário Nacional acaba de anunciar que vai sacar mais de 300 bilhões de reais dos lucros das reservas que nossos governos deixaram.
Seria compreensível se essa fortuna fosse destinada a socorrer o trabalhador desempregado ou a manter o auxílio emergencial de 600 reais enquanto durar a pandemia.
Mas isso não passa pela cabeça dos economistas do governo. Eles já anunciaram que esse dinheiro vai ser usado para pagar os juros da dívida pública!
Nas mãos dessa gente, a Saúde pública é maltratada em todos os seus aspectos.
A substituição da direção do Ministério da Saúde por militares sem experiência médica ou sanitária é apenas a ponta de um iceberg. Em uma escalada autoritária, o governo transferiu centenas de militares da ativa e da reserva para a administração federal, inclusive em muitos postos-chave, fazendo lembrar os tempos sombrios da ditadura.
O mais grave de tudo isso é que Bolsonaro aproveita o sofrimento coletivo para, sorrateiramente, cometer um crime de lesa-pátria.
Um crime politicamente imprescritível, o maior crime que um governante pode cometer contra seu país e seu povo: abrir mão da soberania nacional.
Não foi por acaso que escolhi para falar com vocês neste 7 de Setembro, dia da Independência do Brasil, quando celebramos o nascimento do nosso país como nação soberana.
Soberania significa independência, autonomia, liberdade. O contrário disso é dependência, servidão, submissão.
Ao longo de minha vida sempre lutei pela liberdade.
Liberdade de imprensa, liberdade de opinião, liberdade de manifestação e de organização, liberdade sindical, liberdade de iniciativa.
É importante lembrar que não haverá liberdade se o próprio país não for livre.
Renunciar à soberania é subordinar o bem-estar e a segurança do nosso povo aos interesses de outros países.
A garantia da soberania nacional não se resume à importantíssima missão de resguardar nossas fronteiras terrestres e marítimas e nosso espaço aéreo. Supõe também defender nosso povo, nossas riquezas minerais, cuidar das nossas florestas, nossos rios, nossa água.
Na Amazônia devemos estar presentes com cientistas, antropólogos e pesquisadores dedicados a estudar a fauna e a flora e a empregar esse conhecimento na farmacologia, na nutrição e em todos os campos da ciência – respeitando a cultura e a organização social dos povos indígenas.
O governo atual subordina o Brasil aos Estados Unidos de maneira humilhante, e submete nossos soldados e nossos diplomatas a situações vexatórias. E ainda ameaça envolver o país em aventuras militares contra nossos vizinhos, contrariando a própria Constituição, para atender os interesses econômicos e estratégico-militares norte-americanos.
A submissão do Brasil aos interesses militares de Washington foi escancarada pelo próprio presidente ao nomear um oficial general das Forças Armadas Brasileiras para servir no Comando Militar Sul dos Estados Unidos, sob as ordens de um oficial americano.
Em outro atentado à soberania nacional, o atual governo assinou com os Estados Unidos um acordo que coloca a Base Aeroespacial de Alcântara sob o controle de funcionários norte-americanos e que priva o Brasil de acesso à tecnologia, mesmo de terceiros países.
Quem quiser saber os verdadeiros objetivos do governo não precisa consultar manuais secretos da Abin ou do serviço de inteligência do Exército.
A resposta está todos os dias no Diário Oficial, em cada ato, em cada decisão, em cada iniciativa do presidente e de seus assessores, banqueiros e especuladores que ele chamou para dirigir nossa economia.
Instituições centenárias, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BNDES, que se confundem com a história do desenvolvimento do país, estão sendo esquartejadas e fatiadas – ou simplesmente vendidas a preço vil.
Bancos públicos não foram criados para enriquecer famílias. Eles são instrumentos do progresso. Financiam a casa do pobre, a agricultura familiar, as obras de saneamento, a infraestrutura essencial ao desenvolvimento.
Se olharmos para o setor energético, veremos uma política de terra arrasada igualmente predadora.
Depois de colocar à venda por valores ridículos as reservas do Pré-Sal, o governo desmantela a Petrobrás. Venderam a distribuidora e os gasodutos foram alienados. As refinarias estão sendo esquartejadas. Quando só restarem os cacos, chegarão as grandes multinacionais para arrematar o que tiver sobrado de uma empresa estratégica para a soberania do Brasil.
Meia dúzia de multinacionais ameaçam a renda de centenas de bilhões de reais do petróleo do Pré-Sal – recursos que constituiriam um fundo soberano para financiar uma revolução educacional e científica.
A Embraer, um dos maiores trunfos do nosso desenvolvimento tecnológico, só escapou da sanha entreguista em função das dificuldades da empresa que iria adquiri-la, a Boeing, profundamente ligada ao complexo industrial militar dos Estados Unidos.
O desmanche não termina aí.
O furor privatista do governo pretende vender, na bacia das almas, a maior empresa de geração de energia da América Latina, a Eletrobrás, uma gigante com 164 usinas – duas delas termonucleares – responsável por quase 40% da energia consumida no Brasil.
A demolição das universidades, da educação e o desmonte das instituições de apoio à ciência e à tecnologia, promovidos pelo governo, são ameaça real e concreta à nossa soberania.
Um país que não produz conhecimento, que persegue seus professores e pesquisadores, que corta bolsas de pesquisas e nega o ensino superior à maioria de sua população está condenado à pobreza e à eterna submissão.
A obsessão destrutiva desse governo deixou a cultura nacional entregue a uma sucessão de aventureiros. Artistas e intelectuais clamam pela salvação da Casa de Ruy Barbosa, da Funarte, da Ancine. A Cinemateca Brasileira, onde está depositado um século da memória do cinema nacional, corre o sério risco de ter o mesmo destino trágico do Museu Nacional
Minhas amigas e meus amigos.
No isolamento da quarentena tenho refletido muito sobre o Brasil e sobre mim mesmo, sobre meus erros e acertos e sobre o papel que ainda pode me caber na luta do nosso povo por melhores condições de vida.
Decidi me concentrar, ao lado de vocês, na reconstrução do Brasil como Nação independente, com instituições democráticas, sem privilégios oligárquicos e autoritários. Um verdadeiro Estado Democrático e de Direito, com fundamento na soberania popular. Uma Nação voltada para a igualdade e o pluralismo. Uma Nação inserida numa nova ordem internacional baseada no multilateralismo, na cooperação e na democracia, integrada na América do Sul e solidária com outras nações em desenvolvimento.
O Brasil que quero reconstruir com vocês é uma Nação comprometida com a libertação do nosso povo, dos trabalhadores e dos excluídos.
Dentro de um mês vou fazer 75 anos.
Olhando para trás, só posso agradecer a Deus, que foi muito generoso comigo. Tenho que agradecer à minha mãe, dona Lindu, por ter feito de um pau-de-arara sem diploma um trabalhador orgulhoso, que um dia viraria presidente da República. Por ter feito de mim um homem sem rancor, sem ódios.
Eu sou o menino que desmentiu a lógica, que saiu do porão social e chegou ao andar de cima sem pedir permissão a ninguém, só ao povo.
Não entrei pela porta dos fundos, entrei pela rampa principal. E isso os poderosos jamais perdoaram.
Reservaram para mim o papel de figurante, mas virei protagonista pelas mãos dos trabalhadores brasileiros.
Assumi o governo disposto a mostrar que o povo cabia, sim, no orçamento. Mais do que isso, provei que o povo é um extraordinário patrimônio, uma enorme riqueza. Com o povo o Brasil progride, se enriquece, se fortalece, se torna um país soberano e justo.
Um país em que a riqueza produzida por todos seja distribuída para todos – mas em primeiro lugar para os explorados, os oprimidos, os excluídos.
Todos os avanços que fizemos sofreram encarniçada oposição das forças conservadoras, aliadas a interesses de outras potências.
Eles nunca se conformaram em ver o Brasil como um país independente e solidário com seus vizinhos latino-americanos e caribenhos, com os países africanos, com as nações em desenvolvimento.
É aí, nessas conquistas dos trabalhadores, nesse progresso dos pobres, no fim da subserviência, é aí que está a raiz do golpe de 2016.
Aí está a raiz dos processos armados contra mim, da minha prisão ilegal e da proibição da minha candidatura em 2018. Processos que – agora todo mundo sabe – contaram com a criminosa colaboração secreta de organismos de inteligência norte-americanos.
Ao tirar 40 milhões de brasileiros da miséria, nós fizemos uma revolução neste país. Uma revolução pacífica, sem tiros nem prisões.
Ao ver que esse processo de ascensão social dos pobres iria continuar, que a afirmação de nossa soberania não iria ter volta, os que se julgam donos do Brasil, aqui dentro e lá fora, resolveram dar um basta.
Nasce aí o apoio dado pelas elites conservadoras a Bolsonaro.
Aceitaram como natural sua fuga dos debates. Derramaram rios de dinheiro na indústria das fake news. Fecharam os olhos para seu passado aterrador. Fingiram ignorar seu discurso em defesa da tortura e a apologia pública que ele fez do estupro.
As eleições de 2018 jogaram o Brasil em um pesadelo que parece não ter fim.
Com ascensão de Bolsonaro, milicianos, atravessadores de negócios e matadores de aluguel saíram das páginas policiais e apareceram nas colunas políticas.
Como nos filmes de terror, as oligarquias brasileiras pariram um monstrengo que agora não conseguem controlar, mas que continuarão a sustentar enquanto seus interesses estiverem sendo atendidos.
Um dado escandaloso ilustra essa conivência: nos quatro primeiros meses da pandemia, quarenta bilionários brasileiros aumentaram suas fortunas em 170 bilhões de reais.
Enquanto isso, a massa salarial dos empregados caiu 15% em um ano, o maior tombo já registrado pelo IBGE. Para impedir que os trabalhadores possam se defender dessa pilhagem, o governo asfixia os sindicatos, enfraquece as centrais sindicais e ameaça fechar as portas da Justiça do Trabalho. Querem quebrar a coluna vertebral do movimento sindical, o que nem a ditadura conseguiu.   
Violentaram a Constituição de 1988. Repudiaram as práticas democráticas. Implantaram um autoritarismo obscurantista, que destruiu as conquistas sociais alcançadas em décadas de lutas. Abandonaram uma política externa altiva e ativa, em favor de uma submissão vergonhosa e humilhante.
Este é o verdadeiro e ameaçador retrato do Brasil de hoje.
Tamanha calamidade terá que ser enfrentada com um novo contrato social que defenda os direitos e a renda do povo trabalhador.
Minhas queridas e meus queridos.
Minha longa vida, aí incluídos os quase dois anos que passei em uma prisão injusta e ilegal, me ensinou muito.
Mas tudo o que fui, tudo o que aprendi cabe num grão de milho se essa experiência não for colocada a serviço dos trabalhadores. 
É inaceitável que 10% da população vivam à custa da miséria de 90% do povo.
Jamais haverá crescimento e paz social em nosso país enquanto a riqueza produzida por todos for parar nas contas bancárias de meia dúzia de privilegiados.
Jamais haverá crescimento e paz social se as políticas públicas e as instituições não tratarem com equidade a todos brasileiros.
É inaceitável que os trabalhadores brasileiros  continuem sofrendo os impactos perversos da desigualdade social. Não podemos admitir que nossa juventude negra tenha suas vidas marcadas por uma  violência que beira genocídio.
Desde que vi, naquele terrível vídeo, os 8 minutos e 43 segundos de agonia de George Floyd, não paro de me perguntar: quantos George Floyd nós tivemos no Brasil? Quantos brasileiros perderam a vida por não serem brancos? Vidas negras importam, sim. Mas isso vale para o mundo, para os Estados Unidos e vale para o Brasil.
É intolerável que nações indígenas tenham suas terras invadidas e saqueadas e suas culturas destruídas. O Brasil que queremos é o do marechal Rondon e dos irmãos Villas-Boas, não o dos grileiros e dos devastadores de florestas.
Temos um governo que quer matar as mais belas virtudes do nosso povo, como a generosidade, o amor à paz e a tolerância.
O povo não quer comprar revólveres nem cartuchos de carabina. O povo quer comprar comida.
Temos que combater com firmeza a violência impune contra as mulheres. Não podemos aceitar que um ser humano seja estigmatizado por seu gênero. Repudiamos o escárnio público com os quilombolas. Condenamos o preconceito que trata como seres inferiores pobres que vivem nas periferias das grandes cidades.
Até quando conviveremos com tanta discriminação, tanta intolerância, tanto ódio?
Meus amigos e minhas amigas,
Para reconstruirmos o Brasil pós pandemia, precisamos de um novo contrato social entre todos os brasileiros.
Um contrato social que garanta a todos o direito de viver em paz e harmonia. Em que todos tenhamos as mesmas possiblidades de crescer, onde nossa economia esteja a serviço de todos e não de uma pequena minoria. E no qual sejam respeitados nossos tesouros naturais, como o Cerrado, o Pantanal, a Amazônia Azul e a Mata Atlântica.
O alicerce desse contrato social tem que ser o símbolo e a base do regime democrático: o voto. É através do exercício do voto, livre de manipulações e fake news, que devem ser formados os governos e ser feitas as grandes escolhas e as opções fundamentais da sociedade.
Através dessa reconstrução, lastreada no voto, teremos um Brasil um democrático, soberano, respeitador dos direitos humanos e das diferenças de opinião, protetor do meio ambiente e das minorias e defensor de sua própria soberania.
Um Brasil de todos e para todos.
Se estivermos unidos em torno disso poderemos superar esse momento dramático.
O essencial hoje é vencer a pandemia, defender a vida e a saúde do povo. É pôr fim a esse desgoverno e acabar com o teto de gastos que deixa o Estado brasileiro de joelhos diante do capital financeiro nacional e internacional.
Nessa empreitada árdua, mas essencial, eu me coloco à disposição do povo brasileiro, especialmente dos trabalhadores e dos excluídos.
Minhas amigas e meus amigos.
Queremos um Brasil em que haja trabalho para todos.
Estamos falando de construir um Estado de bem-estar social que promova a igualdade de direitos, em que a riqueza produzida pelo trabalho coletivo seja devolvida à população segundo as necessidades de cada um.
Um Estado justo, igualitário e independente, que dê oportunidades para os trabalhadores, os mais pobres e os excluídos.
Esse Brasil dos nossos sonhos pode estar mais próximo do que aparenta.
Até os profetas de Wall Street e da City de Londres já decretaram que o capitalismo, tal como o mundo o conhece, está com os dias contados. Levaram séculos para descobrir uma verdade inquestionável que os pobres conhecem desde que nasceram: o que sustenta o capitalismo não é o capital. Somos nós, os trabalhadores.
É nessas horas que me vem à cabeça esta frase que li num livro de Victor Hugo, escrito há um século e meio, e que todo trabalhador deveria levar no bolso, escrita em um pedacinho de papel, para jamais esquecer:
“É do inferno dos pobres que é feito o paraíso dos ricos…”
Nenhuma solução, porém, terá sentido sem o povo trabalhador como protagonista. Assim como a maioria dos brasileiros, não acredito e não aceito os chamados pactos “pelo alto”, com as elites. Quem vive do próprio trabalho não quer pagar a conta dos acertos políticos feitos no andar de cima.
Por isso quero reafirmar algumas certezas pessoais:
Não apoio, não aceito e não subscrevo qualquer solução que não tenha a participação efetiva dos trabalhadores.
Não contem comigo para qualquer acordo em que o povo seja mero coadjuvante.
Mais do que nunca, estou convencido de que a luta pela igualdade social passa, sim, por um processo que obrigue os ricos a pagar impostos proporcionais às suas rendas e suas fortunas.
E esse Brasil, minhas amigas e meus amigos, está ao alcance das nossas mãos.
Posso afirmar isso olhando nos olhos de cada um e de cada uma de vocês. Nós provamos ao mundo que o sonho de um país justo e soberano pode sim, se tornar realidade.
Eu sei – vocês sabem – que podemos, de novo, fazer do Brasil o país dos nossos sonhos.
E dizer, do fundo do meu coração: estou aqui. Vamos juntos reconstruir o Brasil.
Ainda temos um longo caminho a percorrer juntos.
Fiquem firmes, porque juntos nós somos fortes.
Viveremos e venceremos.”
Luiz Inácio Lula da Silva
Postado por Madalena França

Panelaço em Recife durante pronunciamento do Presidente em Cadea Nacional de rádio e TV

Panelaço contra Bolsonaro no Recife

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) realizou um pronunciamento, ontem, em cadeia nacional de rádio e TV. No Dia da Independência, o chefe do Executivo resolveu fazer um breve apanhado histórico, com direito a revisionismos. 


Enquanto discursava, houve o registro de panelaços em bairros do Recife, como é possível assistir neste vídeo, com gritos contrários ao presidente.
(informações Magno Martins)
Postado por Madalena França

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

O coração dos Casinhenses indignados com a afronta a liberdade do seu povo no dia da Independência

Prefeitura Municipal de CasinhasPin de Edjane Feitosa da Silva em 7 de setembro | Mensagem de whatsapp,  Mensagens de bom dia, Bandeira do brasil

Quem quiser saber o valor da liberdade, tenha a sua voz silenciada, os seu direitos negados, a sua propriedade invadida, e veja o dinheiro e o Poder sufocando a dignidade de um povo lutador.
O dia da Independência está sendo doloroso para a maioria dos  Casinhenses. Acredito. Desde ontem à noite,  se anuncia na mansão da Candidata "forasteira", uma queima de fogos de várias girândolas simultâneas que anunciará a invasão  logo mais. Postaram até um vídeo, ontem de uma prévia, como ocorrerá.
Isso remonta a chegada dos portugueses no Brasil, trocando bujingangas como espelhos, e chapéus em troca das riquezas brasileiras. Pobres nativos! Ninguém invadiu um território contando suas reais intenções. Perdoa Pai! Eles não sabem o que fazem! É impossível alguém amar mais a terra alheia do que a sua. É impossível alguém abandonar a sua casa para cuidar da do outro, sem um forte motivo econômico, e imperialista.
Como está o coração dos filhos conscientes de  Casinhas, vendo a sua liberdade ameaçada no dia da independência?
Por lá a Censura já começou. Os blogs de divulgação da notícia real e verdadeira, já foram afetados. O deboche já se instaurou, e contratando pessoas para um trabalho de certo provisório, contou uma internauta a esse blog, que foi comprado fogos e distribuído aos que se propuseram a trabalhar contra os filhos da terra, a soltarem estes fogos, a cada hora, em sinal de afronta e deboche a quem nasceu, se criou , trabalhou e construiu a história do seu lugar.
Sinceramente, não consigo nem cogitar uma situação de invasão semelhante em meu lugar. Que Deus proteja e abençoe essa gente guerreira e que o deboche proporcione uma injeção de ânimo nesse povo  para, desembainhar a espada e como D. Pedro, lutar por independência ou morte!
E se fosse com você?  Nem mesmo as famílias das vítimas de Covid 19 dessa cidade, podem sofrer seu luto sem uma festa de tamanho incômodo.
Solidariedade ao povo afrontado de Casinhas! Eu não queria está na pele de vocês.
Por Madalena França.


JOÃO ALFREDO: ZÉ MARTINS REÚNE TRÊS PARTIDOS EM UMA COLIGAÇÃO PARA A CORRIDA À PREFEITURA NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES

Com um slogan popular: a Força do Povo , Zé Martins deu hoje partida para consagrar seu nome a Gestor de João Alfredo. Experiente, carismático e muito trabalhador, Martins é articulador da boa política popular. Reunião três partidos em uma coligação e parte firme em busca de fazer seu sonho se tornar realidade. Ao amigo, desejo boa sorte e fico na torcida por uma brilhante vitória. Zé é gente do bem! Zé é 40, Zé é do povo.

João Alfredo no rumo certo... A força do povo.
Zé Martins está em João Alfredo, Pernambuco, Brazil.
Hoje, com o pé direito, demos o primeiro passo para a nossa caminhada rumo à vitória, rumo à construção de uma nova João Alfredo para o nosso povo, para as nossas famílias. A coligação PSB, PSDB, Avante e Republicanos está formada e não poderia ter outro nome: “A Força do Povo”.
Estamos juntos porque acreditamos que o nosso projeto político é um projeto de todos. Temos não apenas a esperança, mas a certeza de que é preciso fazer mais pela nossa cidade e vamos chegar lá. João Alfredo e a nossa gente merecem uma nova história! 💛
   Boa sorte, gente boa! Pode contar com essa amiga ...
A imagem pode conter: 1 pessoa
A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé, céu e ar livre
Por Madalena França.

A PÁTRIA DO HERODES POR FERNANDO BRITO...


Poucas vezes um Sete de Setembro pode ter sido tão deprimente quanto o de hoje quando se pensa em futuro, progresso e humanidade no Brasil.
É certo que a pandemia tornava obrigatório o cancelamento do desfile militar, mas o pequeno ato protagonizado por Jair Bolsonaro à frente do Palácio da Alvorada deu-nos a medida da avacalhação a que está entregue este país.
Era uma cerimônia fechada ao público, mas virou “aberta” ao grupo organizado de apoiadores do ex-capitão que surgiu, como um Herodes moderno, cercado de criancinhas de comercial de TV, filhas e filhos de seus ministros e convidados.
Todas, naturalmente, amontoadas no Rolls Royce presidencial que, um ano e oito meses atrás, serviu de playground para Carluxo e sua Glock.
Tudo se revestia de um clima de festa, como se não estivéssemos beirando os 130 mil mortos, na maior tragédia do país em 100 anos.
Não houve nada, senão festa de adoração ao “Mito” e à “Mita”, como foi saudada a sua mulher, receptadora dos inexplicados R$ 89 mil de Fabrício Queiroz, sacolejando-se bandeiras dos Estados Unidos e de Israel.
Não era a Pátria a quem se saudava, mas ao tosco personagem que a sequestrou do papel de mãe gentil e deu-lhe ares de estupidez e brutalidade.
É a pátria madrasta que festejavam, a que exclui, a que empobrece, a que se torna violenta e Herodes, como se sabe, não era romano, mas em nome de Roma governava.

Grito dos Excluídos realiza ato no Recife


POSTADO POR MADALENA FRANÇA VIA MAGNO MARTINS
G1 PE
Um grupo de pessoas se juntou, no Recife, para participar da 26ª edição do Grito dos Excluídos, manifestação que ocorre tradicionalmente no Dia da Independência do Brasil, celebrado nesta segunda-feira (7). O tema deste ano foi "Vida em primeiro lugar", com o lema "Basta de miséria, preconceito e repressão. Queremos trabalho, terra, teto e participação".
Com bandeiras, faixas e cartazes, os participantes do ato também protestaram contra o governo Jair Bolsonaro (sem partido) e contra a política do governo federal. As vítimas da Covid-19 em todo o país e a morte do menino Miguel Otávio, que estava sob os cuidados da patroa da mãe quando caiu de um edifício, foram lembrados pelo movimento.
A concentração ocorreu no Parque 13 de Maio, no bairro da Boa Vista, por volta das 9h. O grupo saiu em caminhada pelas ruas do centro da capital pernambucana.
Estiveram presentes no Grito dos Excluídos diversos sindicatos, a Central Única dos Trabalhadores, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), representantes de partidos políticos e de organizações não governamentais.
Neste ano, por causa do novo coronavírus, o desfile de 7 de Setembro realizado todo ano na Zona Sul do Recife não ocorreu.
De acordo com o presidente da CUT, Paulo Rocha, a manifestação também fez um alerta para a pandemia da Covid-19 e ressaltou que, no Brasil, mais de 120 mil pessoas morreram devido à doença.

HOMENAGENS:Escolas Municipais de Casinhas destacam o 7 de setembro nas redes sociais. Confira



As Escolas Municipais de Casinhas, no Agreste do Estado de Pernambuco, destacam o dia 7 de Setembro com diversas homenagens de forma remota. A iniciativa partiu da Secretaria de Educação do Município em parceira com gestores, professores e alunos. O Secretário de Educação do Município Givanildo Melo, destacou a importância da Semana da Pátria e hasteamento da bandeira neste dia tão importante para Casinhas, Pernambuco e o Brasil. 
"E elas estão lá, as nossas bandeiras! Vibrantes, neste 7 de setembro, representando nossa força e coragem de continuar defendendo nosso chão! Verás que um filho teu não foge a luta".
Confira os vídeos abaixo: 



Do Casinhas Agreste: Postado por Madalena França 

Parabéns a todos os Brasileiros do bem! Brasil livre, povo feliz! Abrace a Liberdade...

Acesse e leia a história da "Independência do Brasil" | Frase de auto  confiança, Independencia do brasil, Frases de oração

É preciso pensar a Independência como uma busca constante pelo bem estar de todos os Brasileiros. Ser independente não significa separação territorial, mas liberdade de escolha, pensamento, expressão em todas as areas, econômica, política, social , religiosa e afetiva.
Refletindo sobre convido a todos os brasileiros e Oroboenses a ser livre. Poetizando eu homenageio a todos os brasileiros do bem e reforço o convite:


Parabéns Brasil! Viva o 7 de Setembro e a Liberdade!

Por Madalena França.

Antes que o dia termine vai os parabéns para uma linda mulher na essência da palavra: parabéns Isabelle Brito!

  Uma pausa neste fim de tarde chuvosa para espalhar muitas gotas de amor,para minha moça linda, a pequena Belinha que se transformou na mul...