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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Alta no preço do botijão faz pobres trocarem gás por lenha


Via UOL
No barraco onde vive o casal Maria Lúcia da Silva, 50, e Weverton dos Santos, 30, o botijão de gás vazio está guardado debaixo da cama.
A pequena moradia tem um vão só, onde se espremem sofá, eletrodomésticos e as duas camas, onde o casal dorme com os dois filhos.


Em cima do antigo fogão, não há nada a não ser poeira. Para cozinhar, a família improvisou dois tijolos e uma grelha. O fogo vem da madeira velha –ou de restos dela– que Santos consegue catar na rua.
Há mais de um mês, os dois, que vivem na favela Sururu de Capote, na periferia de Maceió, não conseguem comprar um botijão de gás por conta do preço alto. Na região, não sai por menos de R$ 70.
“E já mandaram avisar que vai subir para R$ 80. Eu não tenho opção: ou compro o gás, ou a comida”, conta Santos, que é catador de latinhas e não tem renda mensal fixa.

O último reajuste da Petrobras ocorreu no dia 4, quando foi anunciada uma alta de 4,5% no preço no botijão de 13 kg. Desde junho, quando a estatal mudou a forma de políticas de preço, foram cinco aumentos, que somaram 54% de alta.

Sem esgoto, sem tijolo e agora sem gás

A favela Sururu de Capote reúne pescadores às margens da lagoa Mundaú e é marcada pela miséria: sem esgoto, com energia elétrica improvisada e barracos normalmente feitos de papelão, madeira ou lona. Poucas moradias são de tijolos, visto que a área é invadida.
Nesse cenário, o reajuste do botijão de gás excluiu do consumo dezenas de famílias, que hoje catam madeira para usar como lenha. “É difícil demais, um sofrimento grande. Um fogão faz falta. Mas não temos o que fazer a não ser se apegar a Deus para ver se a vida melhora”, relata Maria Lúcia.
A marisqueira Renilza de Araújo conta que vai aposentar o botijão de gás de vez
Ela conta que até o meio do ano ainda conseguia comprar um botijão a cada três meses pelo menos. O fogo a lenha era usado, mas apenas quando o botijão acabava e o dinheiro estava curto. “Comprava botijão a R$ 45, R$ 50 antes; agora, a R$ 70 e R$ 80, não podemos mais pagar”, diz.
Estou esperando meu gás acabar para aposentar o fogão de vez. Não tenho mais condições de comprar
Renilza de Araújo, marisqueira
Maria Ferreira dos Santos raciona o gás do botijão: “Uso o fogão só para esquentar uma coisa, cozinhar algo rápido”
Em vários barracos da comunidade visitados pelo UOL a situação é semelhante. “Quem me dera eu ter R$ 80 para comprar um botijão. Isso é metade da minha renda. Estou esperando meu gás acabar para aposentar o fogão de vez. Não tenho mais condições de comprar”, relata a marisqueira Renilza de Araújo, 42.
Com uma renda de aproximadamente R$ 150 por mês e sem receber benefícios do governo federal –como o Bolsa Família– há um ano, ela conta que a situação da comunidade ficou tão difícil que até madeira está faltando. “Nem sempre a gente acha lenha. Todo mundo está pegando. Tem gente que tira do mangue madeira verde. Usam também pó de serra”, diz.
Na casa de Maria Ferreira dos Santos, 45, o gás do botijão está sendo racionado ao máximo. “Eu uso o fogão só para esquentar uma coisa, cozinhar algo rápido. Para fazer feijão, coisa que demora mais, já estou usado lenha. E não vou conseguir comprar mais botijão daqui para a frente”, conta a beneficiária do Bolsa Família, que recebe R$ 164 por mês e mora na favela com as duas netas.

Daniela Bispo, jornalista, é a mais nova vítima de feminicídio no Brasil


Redação Pragmatismo

“Eu fico me perguntando o que está acontecendo com o mundo para as mulheres estarem passando por isso”. Daniela Bispo lutou pela vida até o fim. Assassino continuou batendo na jornalista mesmo quando ela já agonizava. Preso, Mateus Viliam afirmou que estava se sentindo ameaçado e “com muita raiva” dela

jornalista assassinada feminicídio Brasil
A jornalista Daniela Bispo dos Santos, 38, foi morta com três pedradas na cabeça, na testa e no rosto na cidade Salvador (BA).

Mateus Viliam Oliveira Alecrim Dourado Araújo, 32 anos, confessou que, mesmo após Daniela estar agonizando no chão, ele continuou batendo nela, dando dois murros com a mão direita em seu rosto.
O detalhamento do crime foi feito por Mateus na audiência de custódia e descrito na decisão da juíza Patrícia Cerqueira Kertzman Szporer, que converteu a prisão de flagrante para preventiva nesta quarta-feira (15).
O assassino ainda afirmou estar “com muita raiva” de Daniela.
Após o crime, Mateus guardou a pedra na mochila e vestiu uma camisa de manga longa comprida, que ele havia levado consigo.
Ele vestiu a camisa, pegou um táxi e, dentro do táxi, pegou na mochila outra blusa de tecido fino na cor laranja, com listas pretas nos braços e ombros, tirou o tênis, Colocou uma sandálias havaianas de cor branca com detalhes azul e verde, pediu para o táxi deixá-lo na Praça Nossa Senhora da Luz, onde pegou um ônibus com destino a Lapa, Portão- Lapa”, descreve a decisão.
No documento, a juíza explica que Mateus disse a Daniela que iria entregar uma chave para ela, e que por isso ela foi encontrá-lo.
A juíza disse que a ação mostra claramente crueldade, premeditação e frieza. Mateus afirmou que Daniela estava pedindo dinheiro a ele e disse que a vítima o estava ameaçando, afirmando que iria contar do envolvimento dos dois para sua noiva.

Entenda o caso

De acordo com a polícia, no começo da noite de segunda-feira Mateus saiu de casa e foi ver Daniela. Os dois marcaram um encontro no mesmo prédio em que ela trabalhava.
Mateus contou para a polícia que no caminho pegou um paralelepípedo, que partiu em dois. Um dos pedaços ele deixou no local, e o outro colocou dentro da sua mochila.
A delegada Milena Calmon, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), contou que Mateus conhecia os funcionários que trabalham na portaria e, por isso, conseguiu entrar no edifício com facilidade.
Por volta das 19h, Daniela saiu da sala em que trabalhava, no 1º andar, e subiu até o 6º pavimento. Os dois se encontraram, mas a conversa tornou-se uma briga.
Houve uma discussão, e ele contou que começou a agredir ela com socos. Depois, retirou uma pedra que tinha levado na mochila e passou a agredi-la com pedradas.
Daniela caiu um lance de escadas, do 6º para o 5º andar. Em seguida, ele trocou de camisa enquanto descia as escadas e saiu pela garagem do prédio”, contou a delegada.
Durante apresentação no DHPP, Mateus disse estar arrependido.
“Ela me ameaçou, estava me chantageando. Ela queria que eu terminasse o meu noivado. Disse que iria procurar minha noiva para contar tudo. Eu não estava aguentando mais”, afirmou.
Para tentar se livrar de sinais do crime, Mateus trocou de camisa três vezes – além de mudar de blusa no local do crime e no táxi, fez uma terceira troca já no ônibus.

Frieza

Ainda segundo a polícia, depois de matar Daniela com socos e pedradas, Mateus foi para casa como se nada tivesse acontecido para dormir. Ele mora no bairro da Saúde, em Salvador.
Horas depois do crime, enquanto as pessoas ainda procuravam a jornalista, ele estava a caminho de uma entrevista de emprego quando foi preso.
O corpo de Daniela foi encontrado no dia seguinte, pela manhã. A polícia solicitou as imagens de segurança do prédio, onde ficou registrada a movimentação do suspeito e conversou com os amigos da jornalista que confirmaram que os dois tinham um relacionamento.

Família desconhecia relação

A família da jornalista Daniela Bispo não sabia que ela mantinha um relacionamento de três anos com Mateus Viliam.
A informação foi confirmada pelo tio da jornalista, o agente comunitário Lindelson Corsino, durante o sepultamento.
“Ela era muito reservada. Não contava muito da vida dela. Todo mundo só descobriu quando pegou o celular dela e viu as mensagens com ele”, disse.
Daniela morava com os pais, os dois filhos de 16 e 19 anos, e cuidava também de um sobrinho.
Daniela era quem sustentava a família em casa. O pai da jornalista foi ao sepultamento, mas não quis falar com a imprensa. Já a mãe, muito abalada, não conseguiu ir ao cemitério.
Durante o enterro, pessoas próximas tentavam se consolar e entender o que tinha acontecido com a jornalista. “Eu fico me perguntando o que está acontecendo com o mundo para as mulheres estarem passando por isso”, disse um amigo.

Aécio ‘salva’ Picciani. Devolve o “Aezão” de 2014…


aezaodacana
Os cinco a zero com que se decidiu pela prisão do presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Picciani, são votos decorativos.
Como os deputados terão de votar se autorizam ou não a ordem de prisão, depois do entendimento do Supremo Tribunal Federal no caso de Aécio Neves, não há chance de Picciani ir preso.
Ironicamente, é a forma com que Aécio pode “retribuir” o esforço feito por Picciani por ele em 2014, quando lançou o “Aezão”, uma “dobradinha” extra-oficial para apoiar o candidato tucano contra Dilma, no que voi seguido por Marco Antonio Cabral, filho do ex-governador, e pelos filhos, entre eles o mais velho, Leonardo, que foi ministro da ex-presidenta, é ministro de Temer e, se não fosse a tempestade que se abateu sobre a família, seria ministro de qualquer um.
Picciani continuará comandando o Governo do Estado, pois o governador Luís Fernando Pezão tem muito pouco poder sem seu aval.
E se o leitor acha que é só no Rio, prepare-se. Daqui a pouco este filme de horror pode passar aí pertinho, num palácio de seu Estado.
A menos, claro, que ele seja governado pelo PSDB.

Revoltada por pagar pelo que não deve, moradora de Orobó convida a todos para manifestação contra COMPESA...

Tem Razão! Não se paga pelo que não foi usado!


A imagem pode conter: 1 pessoa, óculos, atividades ao ar livre e close-up

A celpe tem prontidão a gente liga e logo é atendida 
Ai vem uma " compesa ",que nos deixa sem paciência.
Aqui na rua em que moro já são quase dois meses sem água por falta de compromisso de um funcionário que ligou apenas pra uma parte da rua. Ai a gente tenta dá baixa na conta e diz o sistema que houve abastecimento pra essa rua. Tento ligar para o órgão competente pra falar com " chefe ", ninguém atende.
Se vamos na compesa dizem que está parado pra Orobó. Agora surgem comentários de rua, espero ñ ser verdade, que na rua que tiver muitos devedores ñ vai chegar água.
Genteeeee !!!!
Isso é absurdo !
Alguém da Compesa poderia nos dar uma explicação? Daqui há pouco chega outrra conta pra pagarmos. Eu estou em dia, porém muito insatisfeita de pagar o que ñ tenho ou melhor o que eu não devo.
Acredito que muita gente e várias ruas estão passando pelo que estou. Lamentável uma situação dessas sem ter como solucionar.
Curta, comente, compartilhe e se for o caso vamos nos juntar para uma manifestação.
Vamos pedir na justiça, um calendário de abastecimento que seja cumprido.
Poderíamos começar por um abaixo assinado?

Desembargadores votam pela prisão de Picciani, Albertassi e Melo


Parlamentares tiveram pedido de detenção feito pelo Ministério Público Federal

Desembargadores votam pela prisão de Picciani, Albertassi e Melo
Notícias ao Minuto Brasil
HÁ 41 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO
POLÍTICA DECISÃO
Os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) votaram nesta quinta-feira (16) pela prisão dos deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB-RJ. Dos cinco magistrados com poder de voto, uma faltou e os outros quatro optaram pela detenção. São eles: Abel Gomes, relator do caso, Paulo Espírito Santo, Messod Azulay Neto e Marcelo Granado.
Os parlamentares tiveram o pedido de prisão feito pelo Ministério Público Federal (MPF) por meio da operação Cadeia Velha, segundo a qual os peemedebistas recebiam propina para votarem projetos favoráveis a determinados empresários - além disso, segundo o G1, também aprovavam contas de governadores mesmo diante de ressalvas apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado.

Diante da decisão desfavorável aos deputados, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) deve colocar em prática uma ação para anular a sentença do TRF2.
Seja sempre o primeiro a saber. Baixe o

Doria enterra de vez a “ração para pobres’, que o enterrou antes


adeusfarinha
O Globo publica o anúncio de João Doria Júnior de que a Prefeitura de São Paulo encerrou de vez a história da tal “farinata” feita com alimentos inservíveis ao comércio.
Com a repercussão negativa da farinata, o prefeito recuou e passou a dizer que ela seria apenas um suplemento no cardápio da merenda das escolas municipais de São Paulo. Após mais uma série de repercussões negativas, que envolveram até protestos de mães e pais de alunos, recuou mais uma vez.
O prefeito marqueteiro pode, porém, orgulhar-se de ter produzido um momento que vai ficar para a história do marketing no Brasil: um dos piores, senão o pior, case de propaganda negativa em décadas, o que lhe provocou uma avalanche de críticas e lhe colou na testa, ainda mais, o rótulo de desprezador dos pobres.
E que acabou de arruinar sua já cambaleante pretensão de ser candidato a presidente.
Que, entretanto, parece que não quer morrer e se agarra à farinata política que é o governo Temer, de quem ainda nutre esperanças mínimas de ser ungido candidato.

Nem a Reforma Trabalhista, nem a da previdência, nem os boatos que rondam Orobó faz Ressuscitar o SINTEPE- Orobó?

Ainda existe algum professor associado, descontando para esse sindicato?

Nenhum texto alternativo automático disponível.Nenhum texto alternativo automático disponível. 

Diante da forma estranha como fui passada para trás pelo prefeito, imagino em conivência com o SINTEPE . ao renunciar de forma forçada, também me desfiliei do Órgão. No entanto eu nunca deixei de estar atenta aos direitos da minha classe, uma vez que eles também são meus. Desde a minha renúncia, não se teve outra coisa em Orobó e no Brasil que não tenha sido perdas de Direitos.
Salve engano ,acho que me afastei em Julho de 2016. Em  outubro, foi votada uma Lei na câmara que retirava o direito do professor primário, de se aposentar por suas 180 h aulas a que recebe e tem direito. O SINTEPE, não viu, nem denunciou nada.Fiquei sabendo só em julho do corrente ano, no ato de requerimento da minha aposentadoria. O IPREO responde não ter dinheiro para aposentar ninguém. Mas foi elevado o desconto para 14% justamente para isso. Um ano e meio depois, não se tem resposta de recuperação, nem de aposentadoria, nem de um passo a frente para isso. É Chaparral aqui e Temer lá. A ordem é morrer sem se aposentar.
Veio a Reforma Trabalhista a da Previdência está chegando. Vários boatos nas ruas de Orobó, inclusive partindo de Diretores de Escola , que vem mais bomba por aqui, em detrimento dos direitos dos educadores. Orobó é cidade pequena e as notícias correm rápido. Já ouvi em grupos de watzap, já recebi por mensagem, notícias,  dando conta que o Poder Executivo está se preparando pra retirada total do pó de giz.(gratificação do Magistério) de nós professores. Se isso se confirmar ,são 20% de perda salarial.
Nem assim o tal SINTEPE ressuscita?
Tira-se dai uma única conclusão: Expulsar Madalena do SINTEPE, foi não sobrar NADA! Por isso foi mobilizada toda força do prefeito para esse fim.
No meu tempo de líder da classe, a essa altura , eu já sabia quando seria pago o décimo? Se haveria ou não, rateio? Pelo menos, quanto OROBÓ teria recebido do FUNDEB durante o ano? Mesmo que não me passassem as despesas. Pelo menos a receita eu sabia.
Preocupada com essa situação, dei uma olhada na pg do SINTEPE - OROBÓ no facebook. A última atualização é do 15 de março. Portanto, completou mêsversário de 8 meses sem uma única informação. Acho que esse poder de mudar o mundo que tem o professor, foi reduzido a pó aqui na terrinha do OROBÓ Bonito...
Perguntar não ofende: Ainda há algum professor sócio desse vazio, mudo e surdo que se tornou essa Organização Sindical? Ou tem gente colhendo fruto sem saber o que é plantar? Estranho!

Escrito por Madalena França.

Globo absolve a si mesma de corrupção??!!


A Black Friday de Michel Temer…


Por Bernardo Mello Franco / Folha

No governo Temer, a Black Friday vai começar mais cedo. A debandada do PSDB antecipou o saldão de cargos na Esplanada. O presidente promete negociar até 17 ministérios, segundo as contas do senador Romero Jucá. A primeira pasta em liquidação é a das Cidades, que ficou vaga com a saída do tucano Bruno Araújo. O favorito para arrematar a cadeira é o PP, partido com mais políticos investigados na Lava Jato.

O ministério foi criado em 2003, no início do governo Lula. No discurso, serviria para melhorar as políticas públicas de saneamento, transporte e habitação. Na prática, virou mais uma mercadoria a ser trocada por votos no Congresso.

PASTA DO PP – O fisiologismo abocanhou a pasta em 2005. Em plena crise do mensalão, Lula demitiu o petista Olívio Dutra e entregou o lugar ao PP. A escolha do novo ministro coube a Severino Cavalcanti, que renunciou à presidência da Câmara após ser acusado de achacar um dono de lanchonete. Nas Cidades, o partido descobriu uma vocação insuspeita para os assuntos urbanos. Os pepistas comandariam a pasta por dez anos. Foi um período marcado por obras milionárias e operações da Polícia Federal.

PP NÃO É BURRO – A revoada dos tucanos abriu caminho para que o PP volte ao ministério, que terá R$ 8 bilhões para gastar no ano eleitoral. O clima de flashback é tão forte que os dois candidatos mais cotados para assumir o cargo já passaram por ele: Aguinaldo Ribeiro e Gilberto Occhi.

Líder do governo na Câmara, Ribeiro foi denunciado ao Supremo no mês passado, sob acusação de integrar uma organização criminosa. Presidente da Caixa Econômica Federal, Occhi foi delatado por Lúcio Funaro, que o acusou de cobrar propina em empréstimos do banco.

Quando Lula despejou Olívio, perguntaram a Severino por que seu partido tinha tanto interesse no Ministério das Cidades. “Tem uma coisa que vocês precisam admitir: o PP não é burro”, respondeu o ex-deputado.

Merval diz de Lewandowski o que Dodge evitou dizer


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Pouca gente, na imprensa, percebeu o que se registrou ontem, aqui: o despacho de Ricado Lewandowski, do STF, não homologando a delação premiada de Renato Pereira, marqueteiro que irrigou as campanhas de Sérgio Cabral, Pezão, Eduardo Pais e da família Picciani não é importante porque levantou o sigilo de informações já vazadas aos esguichos, mas porque recusou o poder do Ministério Público de “acertar”, por conta própria, a redução de penas aos delatores.
Hoje, em editorial, a Folha assume que essa é uma decisão fadada a gerar polêmica, mas é o “ministro informal” do STF Merval Pereira quem parte para o ataque  frontal a Lewandowski, o que a procuradora Raquel Dodge só fez de forma lateral.
Diz Merval que a decisão do ministro “pode colocar em xeque as delações premiadas em negociação”, porque “muitos delatores não se sentirão garantidos para negociar com o Ministério Público”.
Merval, como um exegeta das decisões do Supremo, afirma que ” o ministro Ricardo Lewandowski está indo de encontro a uma decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) em que ficou derrotado pela maioria”.
Ele está, monocraticamente, se rebelando contra uma decisão final da própria corte da qual faz parte.
Na visão do Merval, o STF já bateu o martelo sobre ser seu papel ser apenas o de dizer “sim ou não” ao que é tratado pelo delator com os procuradores, seja na homologação seja ao final, quando avaliará se a transação foi ou não eficaz. Mas não sobre o grau dos benefícios concedidos.
O que Lewandowski criticou e que Merval defende é simplesmente isso: se o Ministério Público tem o poder de fixar tipo e durações das penas – e de forma irrecorrível. Ou seja, se é o próprio juiz e, neste caso, juiz supremo.
O que, no Direito de antigamente se chamava usurpação de poder.

Sexto lote do Imposto de Renda está liberado a partir de hoje...

A Receita Federal paga hoje (16) o sexto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017. O lote contempla 2.358.433 contribuintes, totalizando mais de R$ 2,8 bilhões. O lote multiexercício inclui restituições residuais do período de 2008 a 2016. O crédito bancário chega a R$ 3 bilhões. Desse total, R$ 107,844 milhões referem-se aos contribuintes com prioridade: 26.209 idosos e 3.354 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante a entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita a consulta às declarações do IR e à situação cadastral no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento pela internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. (Agência Brasil)

Crise de sinceridade de Sardenberg: “compra-se a reforma”


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Algo aconteceu ontem  para levar o ultramercadista  Carlos Alberto Sardenberg, onipresente membro da equipe econômica da Globo , a uma crise de sinceridade em seu artigo de hoje.
Diz que a reforma da previdência não tem 308 votos sinceros de que precisa para aprovar – sinceridade não tem nem 100 votos para coisa alguma por lá.
Diz que “a proposta só passa com votos fisiológicos. E esse tipo de voto se compra,” dando como exemplo o Ministério das Cidades e as verbas do “Minha Casa, Minha Vida”.
Quantos votos pela reforma da Previdência vale uma carta dessa?
É esse tipo de conta que o presidente Temer e seu time da política estão anotando.
Dirão: realismo pragmático. O importante é que o cara vote, não interessando se é por consciência ou por negócio
É também o que pensa o mercado. Vai até mais longe: o governo Temer tem corrupção? Passa projetos no balcão de negócios? Compra votos?
Sim, mas entrega as reformas ou ao menos parte delas? Se entregar, tal é o pragmatismo do mercado, está bom. É feio, não ajuda o saneamento das instituições, mas, segue o pragmatismo, pode-se deixar isso para mais tarde.
Como é o mercado o que importa, o “saneamento das instituições” já não vem ao caso e a compra de votos passa a ser o jeito de salvar o país, na visão do mercado. Mais especificamente, de ganhar muito.
Diz que o “centro” político pode se beneficiar disso, mas reconhece que a coisa está difícil pelo lado de lá, “porque o presidente pode adquirir o voto de um deputado, mas não o dos eleitores desse deputado”.
Diz que a crise interna do PSDB o partido “atrapalha o país”, diz que Henrique Meirelles pode se tornar um candidato viável (para  o mercado pu para o eleitor?) “se arranjar partidos e coligações”, o que , para Luciano Huck, “é difícil”.
Difícil? Quem fala é “a casa”? Mas “a casa” não tinha verbalizado,por Merval Pereira, que quem tinha chances era justamente Huck, porque podia fazer uma “campanha populista” porque “conserta carro e distribui casa”?
Some isso às sugestões, sopradas para jornalistas, de que a mulher de Huck, Angélica, estaria resistindo à aventura, porque ficaria também fora do ar e dos negócios de publicidade e é possível imaginar que se esteja articulado o “minha mulher não deixa” como saída para buscar outro nome.
Joaquim Barbosa voltou ao mercado.
Onde, diz Sardenberg, na sua espantosa sinceridade, temos  um “balcão de negócios, de votos e papéis da Bolsa

Nova Reforma proíbe seguro-desemprego para quem ganha por período


A MP que regulamenta itens pendentes da reforma trabalhista ainda levantava dúvidas sobre se as mudanças seriam aplicadas apenas para contratados

Nova Reforma proíbe seguro-desemprego para quem ganha por período
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ECONOMIA TRABALHADOR
AMedida Provisória que regulamenta itens pendentes da reforma trabalhista, assinada pelo presidnete Michel Temer (PMDB) na última terça-feira (14), acaba com a possibilidade de proteções ao trabalhador 'chamado contrato intermitente'. Um deles, é a possibilidade de acesso ao seguro-desemprego.
De acordo com a Folha de S. Paulo, a MP que regulamenta itens pendentes da reforma trabalhista ainda levantava dúvidas sobre se a seria aplicada apenas para contratados. No entanto, a lei "se aplica, na integralidade, aos contratos de trabalho vigentes", diz o texto.
Havia dúvida se a nova regra seria aplicada apenas para contratados após a sua entrada em vigor. A MP esclarece que a lei "se aplica, na integralidade, aos contratos de trabalho vigentes".
O chamado contrato intermitente, em que o trabalhador ganha por período (dias, semanas ou meses não consecutivos). O sistema tende a ser adotado por comércios, bares e restaurantes.
O texto original prevê que são necessários 18 meses para a migração de um contrato tradicional para um de caráter intermitente. A MP define que essa regra só valerá até 2020. A partir daí, será possível demitir e imediatamente recontratar. Ela também muda a concessão de benefícios gerais.
O temporário terá acesso aos auxílios maternidade e doença, mas num processo de concessão diferente. Normalmente, o salário-maternidade é pago integralmente pelo empregador, que depois faz um tipo de compensação com o governo. Para o intermitente, o benefício deverá ser pago pelo Estado.
Já o auxílio-doença será todo pago pela Previdência, diferentemente do funcionário comum, que recebe o benefício do empregador nos 15 primeiros dias de afastamento.
O QUE MUDA?
GRÁVIDAS E LACTANTES
Para a gestante, a MP determina que deve ser afastada de atividades insalubres durante a gestação, mas permite que atue em locais com insalubridade em grau médio ou mínimo quando ela "voluntariamente" apresentar atestado com a autorização.
TRABALHO INTERMITENTE
A MP prevê uma quarentena de 18 meses para a migração de um contrato por prazo indeterminado para um de caráter intermitente. Essa regra vale somente até dezembro de 2020.
CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA
A MP estabelece que o empregador deve fazer o recolhimento das contribuições previdenciárias, inclusive do trabalhador, e o depósito do FGTS com base no valor pago no mês ao trabalhador intermitente. Quem receber menos de um salário mínimo deve complementar o recolhimento do INSS para ter direito a benefícios da Previdência Social.
DANO MORAL
A MP traz novo parâmetro para o pagamento de indenização por dano moral, que chega a 50 vezes o teto do INSS (R$ 5.531,31). Antes, o texto colocava o próprio salário do trabalhador como parâmetro.
Seja sempre o primeiro a saber. 

Antes que o dia termine vai os parabéns para uma linda mulher na essência da palavra: parabéns Isabelle Brito!

  Uma pausa neste fim de tarde chuvosa para espalhar muitas gotas de amor,para minha moça linda, a pequena Belinha que se transformou na mul...