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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

O segundo turno já pega carona no primeiro


É provável que a pesquisa Ibope de hoje à noite já aponte um empate estatístico entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad.
Não se trata de “chutar” números, apenas de observar as linhas que se desenharam em pouco menos de um mês, desde que surgiram os fatos relevantes na eleição: o ataque a faca a Bolsonaro, no dia 6 e a entronização de Fernando Haddad como candidato apoiado por Lula, não nas crônicas políticas, mas onde isso influi: na TV e  no rádio.
Bolsonaro, na semana passada, já havia interrompido sua trajetória de alta; Haddad continuava escalando os índices de intenção de voto.
O segundo turno começa a lançar sua presença sobre o primeiro round das eleições e os imensos movimentos do #EleNão foram a maior evidência disso.
Não atingiram, claro, o “núcleo duro” da campanha bolsonarista, formado por grande parte dos 30% que votariam (e já votaram, com Collor) em qualquer candidato de direita, por mais tosco que fosse.
Mas tornaram muito mais difícil que ele possa se expandir por outros setores da classe média e até entre os candidatos que, daqui a uma semana, estarão fora da disputa.
Hidrófobos, os chefes do bolsonarismo – até mais que o próprio candidato – não conseguem controlar o seu radicalismo furioso e virão mais episódios de misoginia, grosserias e agressões brutais.
Uma bobajada, como a que veio me dizer, na fila do banco, uma senhora que repetia que “nossa bandeira jamais será vermelha”. Eu apenas perguntei  se ela estava falando dos comunistas “feito o Fernando Collor”, aquele que tinha tirado o dinheiro da poupança da classe média. Saiu bufando, a coitada.
O discurso do medo, a ridícula escolha de uma “venezuelização” do Brasil, nada disso tem poder eleitoral, embora seja necessária uma articulação ampla para evitar que se torne, na Avenida Paulista e nos quartéis, fachada de uma nova ofensiva golpista, de recusa ao resultado das urnas.
Para quem enxerga a política além de algo como uma paixão clubística, esta já não é uma escolha de preferências pessoais. É, como expressa em sua carta, o ex-presidente Lula, uma “disputa entre civilização e barbárie” na qual  “deve-se escolher um lado”.
É legítimo e respeitável caminhar com outras candidaturas, nas quais até se imagina encontrar contendores mais fortes para enfrentar o adversário fascista.
Mas quem forma no campo popular tem, como primeiro dever, estar ao lado do povão e aceitar o terreno da luta que ele escolhe.
Ele escolheu e cabe a todos saber que o muro é para os covardes e para cúmplices envergonhados.

A censura de Fux é “Lula não pode ser visto nem ouvido”


Quer saber porque Luiz Fux se expôs ao ridículo jurídico ao atropelar todas as regras do STF e proibir a entrevista do ex-presidente Lula?
Leia um pequeno parágrafo da decisão de Ricardo Lewandowski que havia concedido a dos jornalistas (Monica Bergamo e Florestan Fernandes) e entenderá:
Isso posto, julgo procedente a reclamação para cassar a decisão reclamada, nos termos do art. 992 do CPC, restabelecendo-se a autoridade do STF exarada da decisão no acórdão da ADPF 130/DF, determinando que seja franqueado ao reclamante e à equipe técnica, acompanhada dos equipamentos necessários à captação de áudio, vídeo e fotojornalismo, o acesso ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a fim de que possa entrevistá-lo, caso seja de seu interesse.
Aí está a questão. Por escrito, como fez hoje na carta enviada ao JB, a entrevista não causaria danos maiores.
Mas Lula não pode ser visto nem ouvido, este é o motivo.
Este é o medo-pânico que eles têm e é por isso que Dias Toffoli está cedendo e nem mesmo vai colocar em julgamento o atropelo de Fux sobre o colega.
Em pleno Século 21, recriam o “Máscara de Ferro” da França do século 17.
Estes são os guardiões da lei, os responsáveis por manter o povo brasileiro na ignorância sobre o que pensa e diz Lula.
Madalena França via Tijolaço

Bendito seja Deus que nos acordou para um outubro perfumado...

Imagem relacionada Outubro chegou, perfumado de sonhos, carregado de otimismo, iluminado de boas ideias e carregado de amor.
Nesta semana decisiva para o Brasil, troque a arma pelas flores, todos os preconceitos por um abraço, as mágoas por um sorriso, a ganância pela união, e a ira pela fé.
Bom dia para você que já acordou, que está como eu , se preparando para o trabalho, pra você que está chegando do trabalho, pra você que vai à luta.
Pegue o caminho da tolerância, a estrada da persistência para se chegar ao Brasil da melhor igualdade.
Queremos um Brasil mais Feliz de Novo, um Orobó renovado pela esperança,  um Pernambuco no frevo da liberdade.
Está em nossas mãos fazer dessa semana a mais feliz da última década.
Decida, abrace, una-se, e vamos propagar #ELENÃO!
Um Pedido : Ponha a estrela no peito, Olha ela lá! Uma ideias ninguém pode aprisionar, nosso 13 vamos digitar? Mas seja você de qualquer partido, vamos pregar a Paz? As nossas armas tem que ser o amor e a liberdade.
Tenha um outubro com bênçãos abundantes, alegrias constantes e dias perfumados de amor.
Bom dia! Ótima semana a todos.
Paz e Luz em nossas vidas.

Por Madalena França.

Só dois dias depois, Folha pede que entrevista seja liberada


Dois dias depois de ter sido censurada, afinal a Folha reage.
Pede a Ricardo Lewandowski que mande cumprir a ordem de  permitir a entrevista de  Lula que autorizou na sexta-feira.
Provavelmente obterá a ordem, porque o despacho de Luiz Fux, ao que parece, é inepto do princípio ao fim.
Salvo um arranjo, o presidente do STF, Dias Tóffoli, não poderá dizer que estava ausente, pois estava em São Paulo que, ao que conste, é território nacional.
O presidente da República não transfere o cargo se for a Belo Horizonte, nem o presidente do Senado ou da Câmara se licenciam do cargo quando vão ao Ceará ou ao Rio.
Mas  Fux usurpou as prerrogativas do cargo, investindo-se na presidência do STF com a  viagem de Dias Tóffoli a SP.
E atropelou mais o Regimento: seu direito, como presidente interino (se o fosse) estaria limitado a decisões cautelares e não de mérito, como foi a de seu colega Lewandowski, ao decidir permitir a entrevista.
Pior ainda, aceitou uma ação de quem não tinha competência legal para apresentá-la: o Partido Novo, de João Amoedo.
Nunca estive no Poder Judiciário mas, no Executivo  – e não vejo porque seria diferente por lá –  há um documento formal de transmissão do cargo, hoje assinado digitalmente, com hora e data registrados.
Tóffoli passou a presidência do STF a Fux? Sim ou não? Se não, tudo é ilegal; se sim, porque, numa simples viagem a São Paulo?
Estamos diante de – não há terceira via possível – de uma fraude e ou de uma conspiração, onde a cadeira central da Suprema Corte foi deliberadamente deixada a quem não se constrangia em expor-se como um esbirro da ditadura de silenciamento de Lula.
Omis provável, como sugere a jurista Giselle Citadino, é que haja uma armadilha institucional: “Se Toffoli, na segunda, cassar a decisão de Fux, a partir de terça será descrito como a representação do PT no STF. Se não cassar a decisão, perde inteiramente sua capacidade política de exercer em sua plenitude a presidência do STF.”
Os apavorados com o poder da fala de Lula dizem que “preso não pode falar”, numa grotesca ideia de que quem é condenado não possa, nunca mais, defender-se.
Aboliu-se o trecho da Constituição que fala que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”e a sentença  esdrúxula de Lula não o foi nem o será.
Aqui, a notícia pode ainda ser abafada pelo conluio da mídia.Mas não lá fora.
O Judiciário brasileiro está cometendo um harakiri sem honra
Por Madalena frança via Tijolaço

CNT/MDA: Rejeição de Bolsonaro sobe 5 pontos e ele está ’praticamente inelegível’




O levantamento também testou junto aos entrevistados o limite de voto que candidatos à Presidência podem receber. Veja abaixo os índices dos que declararam "não votar de jeito nenhum" no nome apresentado, em ordem alfabética:

Ciro Gomes: 37,1% (tinha 38,1% no dia 17/09)
Fernando Haddad: 48,3% (tinha 47,1% no dia 17/09)
Geraldo Alckmin: 52,8% (tinha 53,4% no dia 17/09)
Jair Bolsonaro: 55,7% (tinha 51% no dia 17/09)

HORÁRIO ELEITORAL

Ao todo, 72,5% viram ou ouviram o programa eleitoral na televisão ou no rádio. Já 27,5% ainda não viram ou ouviram.



Na opinião de quem já viu ou ouviu, o candidato que está apresentando a melhor propaganda eleitoral é: Fernando Haddad (20,8%); Jair Bolsonaro (18%); Geraldo Alckmin (12,9%); Ciro Gomes (12,5%); Henrique Meirelles (3,1%); outros candidatos (5,5%); nenhum (14,5%); não souberam informar (12,7%).

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domingo, 30 de setembro de 2018

Lula pede esforço extra por Haddad na semana final


Um verso da velha música “Antonico” do sambista Ismael Silva – “Façam por ele como se fosse por mim” – o mote da carta assinada por Lula pedindo um esforço final à militância do PT para que saia “de casa todos os dias para fazer campanha e pedir votos para ele. ”
Lula quer este trecho da carta no programa de rádio e de televisão, porque sabe que, nas áreas populares e nos rincões mais remotos, onde tem eleitores fiéis, são estes veículos e o boca-a-boca que funcionam para informar que Haddad é seu candidato, informação que, projetando-se os últimos resultados do Datafolha, ainda não é do conhecimento de algo em torno de 20% dos cidadãos.
É sobre eles que Lula conta que a capacidade de mobilização dos militantes petistas possa agir:
(…)a vitória vai depender muito da garra e do empenho de cada militante. Essa é a diferença que sempre nos fez crescer nos momentos decisivos. Só PT tem essa militância que é a alma do nosso partido.
Vocês verão como os dois dias finais de propaganda na TV vão bater e rebater nesta tecla.
O que Lula pretende é um mutirão: não  basta saber que seu candidato é Haddad, é preciso informar isso a quem tem mais dificuldade.
Lula,claro, tinha deixado a carta pronta. Sabia que as mobilizações do final de semana “injetariam gás” na militância. E agora dá a ela a direção em que deve dirigir a chama.
Corrida que chega empatada à reta final é vencida por quem tem o melhor “sprint” final.
Leia o texto da carta:
Companheiras e companheiros do PT, 
Estamos chegando à reta final de uma das campanhas eleitorais mais importantes da nossa história. Estamos lutando pelos direitos do povo, pela soberania do país e até mesmo pelo restabelecimento da democracia.
Estamos lutando pela nossa dignidade e pela liberdade do povo. 
Fui proibido arbitrariamente de disputar essa eleição, como era desejo da maioria. Mas se a injustiça fechou a porta da minha candidatura, o povo está abrindo outra, que é a candidatura do companheiro Fernando Haddad. 
Ele me representa nesta eleição e, tenho certeza, vai cuidar da nossa gente com carinho, como eu sempre cuidei.
Por isso peço a vocês que lutem muito pela eleição do Haddad. Saiam de casa todos os dias para fazer campanha e pedir votos para ele. Façam por ele como se fosse por mim.
Mais uma vez, a vitória vai depender muito da garra e do empenho de cada militante. Essa é a diferença que sempre nos fez crescer nos momentos decisivos. Só PT tem essa militância que é a alma do nosso partido.
Vamos juntos, companheiras e companheiros, para vencer mais uma vez.
Um abraço com muito carinho do
Lula

Juventude e classe média falaram na rua. Bolsonaro é “overdose”


Não tenho dúvidas de que qualquer candidato da direita “civilizada” teria grande chances de vencer estas eleições.
Só que a histeria despejada sobre a classe média, desde antes da eleição de 2014 produziu, para esta mesma direita um ícone aterrador.
Jair Bolsonaro.
O personagem é fascinantemente aterrador.
Inorgânico,cercado de filhos valentões,de um general boquirroto e de um economista voraz.
De pastores protestantes mais do que questionáveis, violentos e ambiciosos.
Homofóbicos, negrofóbicos, “bombados” prontos a resolver com “tiro, porrada e bomba” os impasses da sociedade.
Over, over, overdose.
As ruas mostraram isso hoje.
Não há um, nem dois, nem três partidos políticos ou candidatos capazes de arrastar tamanhas multidões às ruas.
Não foram eles, portanto, que levaram centenas de milhares, talvez milhões, de pessoas às ruas.
Muito menos ainda pessoas jovens, em maioria, como concordará qualquer um que tenha ido às ruas hoje, tão diferentes da minha geração de ex-jovens, cansada e contemplativa, aos 60 ou perto deles.
Fernando Haddad não é o candidato deles, mas passou a ser o estuário, a ferramenta, a arma contra Bolsonaro.
Está a caminho de ser o primeiro colocado,  pela soma do lulismo com o antifascismo, no primeiro turno das eleições.
E a ter uma vitória incontestável, apesar das ameaças de Bolsonaro, no segundo turno,dando ao governo eleito a legitimidade que precisará para tirar o Brasil do caos.
Madalena França Via Tijolaço.

Mulheres do #EleNão são mais valentes que a mídia do #CensuraSim


As palavras não são minhas, são do advogado da Folha de S. Paulo,Luís Francisco Carvalho Filho,  sobre a decisão de Luiz Fux de proibir que se faça ou que, tendo sido feita, que se publique, uma entrevista com Lula autorizada pelo também ministro do STF Ricardo Lewandowski.
A decisão do ministro Fux é o mais grave ato de censura desde o regime militar. É uma bofetada na democracia brasileira.
A bofetada foi aceita em silêncio pela Folha e por toda a “grande” imprensa, onde o dinheiro é grande, mas a alma é miúda como a de uma barata.
Passadas 24 horas, não foram ouvir um jurista, não procuraram uma declaração – em off, que fosse – de outros ministros do Supremo, não “repercutiram”, como se diz no jargão jornalístico, a decisão de Fux.
E não faltam juristas e ministros criticando, para quem quiser ouvir, a reedição da censura prévia.
Diante da bofetada, a Folha preferiu miar, lançando um editorial em que ataca Bolsonaro e Haddad da mesma forma, como se fossem ameaças idênticas à democracia.
Em 13 anos e pico de poder, qual foi a ameaça que o PT trouxe às instituições? Pode ter, a critério do jornal, errado, pode ter tido integrantes envolvidos em malfeitos, tanto quanto outros partidos numa política dominada pelo dinheiro.
Mas o ataque real, objetivo, grosseiro de Luiz Fux à liberdade de imprensa, a bofetada de que seu advogado falou, da Folha não mereceu uma linha, sequer mesmo uma palavra.
Nem dos demais “campeões da liberdade” da mídia, que não admitem que se controlem seus negócios com concessões públicas, mas aceitam de bom grado ordem sobre do que podem ou não podem falar.
Amanha, sua “ombudsman” vai reclamar que “o jornal demorou a reagir” ou ficará apenas tecendo loas à uma “imparcialidade” do editorial “murista”?
Quando comecei na profissão, 1978, a censura da ditadura militar já abrandara.
Já era impossível uma proibição como a  que fez Luiz Fux ontem.
Mas chefes se demitiriam se se os jornais acatassem docilmente a censura.
40 anos depois, a imprensa é mais pusilânime do que aquela que tinha de engolir as ordens dos generais.
As mulheres deram hoje uma lição de valentia com o movimento do #EleNão.
Não aceitam bofetadas.
A imprensa, ao contrário, parece que sim.
Madalena frança via tijolaço.

sábado, 29 de setembro de 2018

Candidato a deputado estadual, o Conterrâneo Amadeu Sarinho convida a Todos para uma Motocarreata em favor do IPVA Zero!



É importante apoiarmos toda ação a favor do povo. Quem tem moto vá lá dá uma força a boa ação do candidato. afinal é por você que ele está lutando.
Madalena França.

Para chegar a um cargo político é preciso ter alguma estrutura financeira, mas para permanecer nele , é preciso ter moral! Os vereadores Paulo Brito e Lívio Aguiar, tem trabalho, tem carisma, tem talento, tem coragem,mas acima de tudo, tem honestidade!



A imagem pode conter: 4 pessoas, incluindo Paulo Brito e Livio Aguiar, pessoas sorrindo, pessoas em pé

O povo de Orobó pode se sentir feliz. Esse dois vereadores tem feito um trabalho espetacular. Eles vão atrás e conseguem melhorias para o nosso povo.
No programa da rádio hoje , eles deram um verdadeiro Show. Informaram, conscientizaram, agradeceram, pediram, e mandaram fortes recados ao prefeito de Orobó.
 Eu exijo respeito, para com o povo. Nós não estamos pedindo nada que não seja para o povo e pelo povo.
Paulo falou de um poço artesiano em Varjão,  que foi feito de forma irregular inclusive emenda do deputado Zé Maurício, que está sendo votado pelo grupo de Dui do Bujão em Orobó, e que através do MP tudo já estava acertado com o Governo do estado para corrigir o erro da firma e botar o poço em funcionamento, quando o prefeito se entrometeu e foi fazer agora em véspera da eleição desnecessariamente. Por que ele não viu antes? Paulo pergunta por que esse dinheiro não foi usado, para cavar um poço na comunidade de Zezinho Feliciano, para atender a 35 famílias que não tem água e que até a caixa d´água que tinha na comunidade ninguém sabe onde foi parar?
Lívio falou das vistas ao povo. Segundo ele, encontrou pessoas com requisição de exames médicos de seis meses atrás, que nem é mais aceito, esperando uma vaga para ser marcado pela prefeitura e nada. Enquanto o povo de Orobó chora, o dinheiro tá sendo gasto, nos Municípios de Casinhas Machados, Surubim, Vertentes, João Alfredo, Bom Jardim, Olinda... Com piçarro , carro pipa com água, além das chapinhas acompanhadas de dinheiro.
Revoltados os vereadores afirmaram que a noticia que chega a eles, é que na região teve vereador de todo preço; cem ,80, 60, 50 mil, enquanto os vereadores do município não tem nada para socorrer o povo que morre a míngua, sem exames, sem remédio, sem saúde,sem nada.
Cobraram novamente, o que há 90 dias já cobram na câmara. Cadê os mais de 332 mil que o deputado André de Paula , mandou para equipar 7 PSFs do município, inclusive o de Jundiai  recebeu um carro popular 00 Km, no valor de 30 mil reais. Cadê as Notas fiscais cobram Paulo e Lívio? Cadê os agradecimentos e reconhecimento ao deputado?
Paulo: Como representante do povo. eu não peço, eu exijo, que o dinheiro público que é nosso, seja gasto em Orobó. Vou cobrar todas as carradas de piçarro, e pipas d'água, saindo do nosso município para outros, enquanto para nosso povo tudo falta. De onde sai tanto dinheiro prefeito? precisamos saber se é do nosso povo? Espere pela Justiça eleitoral. Bom Jardim tem um bom prefeito. As imagem do sítio Cacimba , já foram  captadas e você poderá responder por isso.
Lívio: Vou passar meu mandato até o último dia, cobrando responsabilidades. Estive hoje visitando casas e ouvi de professora formada , que recebe 300 reais a cada 60 dias. Tenha respeito mais prefeito pelo trabalhador. Eu quero que seja pago um salário mínimo e todo mês. Não foi isso que você prometeu em 2012?
Nunca vou votar em você enquanto estiver nessa linha completamente diferente da minha e da de Paulo,. Nós dois estamos aqui para defender o povo.
Todo seu dinheiro não Compra esses dois vereadores não. Nunca estive a venda. Fui eleito para representar meu povo e vou fazer isso até o último dia do meu mandato.
Foi uma enxurrada de informações e repúdio a esse desgoverno do marido da Juju. Ficou impossível assimilar tudo.
No final Lívio fez uma reflexão dizendo que eles tem dois bons candidatos, Joaquim Lira e André de Paula , que Dui e Dr. Reinaldo também tem candidatos e que a hora da verdade chegou.Que a Hora de dá a resposta é agora . Que estão votando em candidatos diferentes, mas se juntarão num futuro próximo, para um projeto de um Orobó decente com todas as oposições que querem o bem de Orobó. Quem não concorda com essa ditadura vote na oposição. Vote nos candidatos dele e de Paulo, se não, é preferível até votar nulo. Mas não votem na turma do Temer. Eles mentem no palanque, mas na chapinha não tem o 13. não tem o Lula, tem um projeto derrotista, o que é de pior para o Brasil. Ainda disse: estão dando piçarro e água agora, peguem! já é seu por direito, mas não vote para derrotar a si mesmo. Vote Lula, vote 13!
Paulo: jogue essa chapinha no lixo, porque ela representa a derrota do Brasil, dos direitos dos trabalhadores e a condenação do Lula, o melhor presidente do Brasil.
Opinião: Que mais posso dizer, meus queridos vereadores? Muito Obrigada! fiquei Maravilhada. Vocês falaram com a minha voz! Que Deus abençoe vocês e livre Orobó desse mal da corrupção, do ódio , da mentira e do desamor. Contem comigo sempre!

Madalena França.





Em tempos de guerra , vamos falar de amor? Um Sábado abençoado para todos...

Resultado de imagem para uma Rosa branca imagens da paz Seja você de que partido for, vamos falar de amor?
A uma semana das eleições, vejo tanta gente brigando desnecessariamente até com parentes, por causa de candidatos. A violência entrou nessa política de forma muito arraigada. Penso que nossas divergências devem  ser apenas no campo das ideias.
Perdão aos eleitores de Bolsonaro. Mas tá ficando feio!
Eles não discutem propostas, eles ofendem. As redes sociais está parecendo campo de guerra. Nós não devemos revidar da mesma maneira. Vamos dizer#Elenão! mas vamos dizer #Elanão! Ela, a violência. Em tempos de guerra vamos falar de amor?
A eleição está semeando discórdias e magoas em família. Respeite o voto do outro. Isso é violência familiar#ElaNão!;
A campanhas  aqui mesmo em nosso município Orobó,  está espalhando ódios e tem gente já sofrendo ameaças, isso é tortura psicológica# ElaNão!
Ontem ao chegar em casa encontrei duas chapinhas de Juju, em cima da minha mesa de cozinha. Sorri e perguntei ao meu filho, O que é isso aqui? Ele sorriu e disse : "deixaram ai na escada ,guardei para a senhora." Respondi ,muito bem meu filho! Para que deixar alguém pisando na Juju?
Minha resposta a ela é na urna e não com violência que não me leva a nada.
Eu não voto na Juju em hipótese alguma, mas eu quero meus amigos que nela vota.
Hoje é sábado !Ligue para aquele amigo que você não ver a dias, para os seus familiares e diga bom dia! Eu te amo! feliz sábado e #ElaNão! a violência! Essa, temos que banir das nossas vidas.
Feliz Sábado para você de todos os partidos. Vamos ser feliz?

Madalena França.

O GLOBO ENTRA NA CARGA SOBRE BOLSONARO: 2 CASAS ESCONDIDAS



O que devem dizer os que acham justo condenar Lula por suspeitas de ter “atribuído” a si um apartamento que não está em nome dele ou de parentes e que lotam, agora, revoltados contra o “comunismo” do jornal as seções de comentários de O Globo na matéria que detalha, com os registros de cartório, que Jair Bolsonário prestou falsa declaração à Justiça Eleitoral deixando de declarar a propriedade de duas casas, avaliadas em R$ 2,6 milhões?
Sim, duas.
A primeira, a da Rua Maurice Assuf, na Barra da Tijuca,no Rio, avaliada em R$ 1,6 milhão, no processo da partilha de bens com Ana Cristina  revelado pela “Veja”. Foi comprada em novembro de 2002 e nunca declarada na Justiça Eleitoral, como é obrigatório.
A segunda, a de número 58 do Condomínio  Vivendas da Barra, à beira-mar, comprada com um valor escritural abaixo da metade do valor de mercado usado no cálculo do ITBI, em  janeiro de 2009 e omitida na declaração apresentada em julho de 2010, quando de seu registro como candidato a deputado federal.
O assunto, portanto, não é mais “barraco conjugal”, mas o de falsidade ideológica para a ocultação de patrimônio.
E não é “convicção”, é prova, documentos de cartório, assinados por ele próprio. http://www.tijolaco.com.br/blog/o-globo-entra-na-carga-sobre-bolsonaro-2-casas-escondidas/

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

“Sangue nas mãos”: a carta de um pastor às igrejas que apoiam Bolsonaro


 
Hermes Fernandes. Foto: Reprodução/Facebook
Publicado originalmente na fanpage do autor no Facebook
POR HERMES FERNANDES
CARTA ABERTA AOS PASTORES E IGREJAS QUE APOIAM BOLSONARO
Senhores (as) líderes evangélicos, graça, paz e discernimento!
As eleições se avizinham, e boa parte dos pastores de nosso país tem manifestado seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro. A maioria alega ser ele o que melhor representa os anseios do povo evangélico, principalmente devido ao seu discurso favorável à família tradicional e aos valores morais tão caros ao cristianismo.
De repente, sinto-me como se houvesse viajado no tempo e revivesse os dias da guerra fria, quando o mundo se via ameaçado pela eclosão de uma guerra nuclear envolvendo as duas potências mundiais: A União Soviética e os Estados Unidos. Colegas vociferam de seus púlpitos sobre o perigo do comunismo que ronda a nossa sociedade. Pergunto-me em que mundo estamos vivendo, afinal? Qualquer um que levante sua voz a favor do pobre, do excluído, do oprimido, logo é tachado de esquerdopata, comunista, “agente do inferno”, e coisa parecida.
Os senhores já pararam para se perguntar sobre o que estaria por trás deste discurso ultraconservador? Há uma onda conservadora varrendo a Europa e os EUA, suscitando velhos rancores contra os imigrantes, os homossexuais, as minorias, a classe operária, etc.
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No meio desta avalanche de intolerância, eis que uma voz destoante se faz ouvir mundo afora. Não de um pastor como foi nos dias de Luther King nos EUA, ou de Bonhoeffer na Alemanha, mas de um Papa, líder da instituição mais conservadora do mundo. Por ironia, justamente o primeiro Papa latino-americano se levanta contra tudo e contra todos os que insistem em ressuscitar um discurso que há décadas parecia ter sido abandonado e enterrado. Enquanto isso, a igreja evangélica, que por tanto tempo esteve na vanguarda na luta pelos direitos humanos passa a se aliar com o que há de mais retrógrado e ultrapassado. Que vergonha! Tudo em nome de nossos escrúpulos moralistas.
Conseguiram a façanha de diluir o puro Evangelho da graça num discurso de ódio e intolerância.
Esquecemo-nos dos colegas que foram perseguidos, torturados, e, alguns até mortos e desaparecidos, durante o regime militar. Justificamo-nos no fato de que o tal candidato defenda os mesmos valores. Será que ser a favor da tortura soa menos cruel quando se é contrário ao aborto? Será que ser a favor do armamento da população condiz com o que foi ensinado por Jesus? Afinal, bem-aventurados são os pacificadores ou os que pretendem armar a população? Ser pela família tradicional abona a conduta de quem se revela contrário aos direitos trabalhistas conquistados a duras penas? Se você, pastor, é contra tais direitos, recomendo que não aceite mais dízimos de décimo-terceiro ou de férias de seus membros.
Não ajamos como o profeta Natan que encorajou a Davi a construir o templo, afirmando-lhe categoricamente que Deus o havia escolhido para aquela empreitada. Porém, o Senhor não o tinha autorizado a fazer tal coisa, de modo que, mesmo constrangido, teve que retornar ao rei e dizer-lhe a verdade. Por causa do sangue que havia em suas mãos, Deus não o designou para edificar Sua casa, ainda que já houvesse levantado todos os recursos para tal, e recebido do Senhor a planta, caberia ao seu sucessor tocar a obra.
Quem somos nós para abençoar o que Deus não abençoou? Quem somos nós para encorajar o que contraria frontalmente a Sua vontade?
Sei que muitos alegarão que tudo não passa de manipulação da mídia esquerdista. Mas basta assistir aos inúmeros vídeos de discursos e entrevistas do candidato para verificar que exatamente assim que ele pensa. Ele mesmo afirma que o trabalhador terá que escolher entre ter seus direitos assegurados ou o emprego. Ele é quem diz com todas as letras que o Estado não é laico, mas cristão e que as minorias terão que se dobrar à vontade das maiorias. Ele diz que seria incapaz de amar um filho homossexual e que a homossexualidade é falta de p*rrada na infância. Diz que não empregaria uma mulher, já que esta engravida. Diz que educou seu filhos para que jamais namorassem negras. Diz que em seu governo os índios não receberiam nem mais um centímetro de terra. Se ele é a favor da família tradicional, por que disse que usava o apartamento para “comer gente”? Como defender quem diz que uma mulher não merecia ser estuprada por ser feia? Como apoiar quem defende o uso da tortura se somos seguidores de um Cristo torturado e morto numa cruz? Como apoiar quem diz que ordenaria que helicópteros metralhassem uma favela se os criminosos não se rendessem? Será que na favela só mora bandido? Com que cara visitaremos os presídios para pregar o amor de Cristo depois de apoiar que tem como slogan “bandido bom é bandido morto”?
O sangue de toda uma geração poderá cair em nossas mãos!
Se você é pastor de uma pequena congregação, talvez esteja indo na onda de grandes líderes que já manifestaram seu apoio a Bolsonaro. Não seja ingênuo. Muitos deles o fazem, não por convicção, mas por conveniência, movidos por interesses nem sempre louváveis (alguns até sórdidos).
Lembre-se de quem nos considerou fiéis, pondo-nos em seu ministério (1 Timóteo 1:12), e que um dia, teremos que prestar contas (Hebreus 13:17).
Por isso, deixo aqui uma recomendação que deveria perturbar o sono de todos os que levam a sério o ministério pastoral:
“Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados. Olhem por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir. Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho.” 1 Pedro 5:2,3
Não compete a pastor algum dizer em quem seu rebanho deve votar. Mas compete-nos instrui-los a reconhecer os riscos por trás de todo discurso de ódio e intolerância.
Jesus disse que enquanto o bom pastor dá a vida pelas ovelhas, o ladrão, ao ver o lobo, foge e deixa suas ovelhas à mercê do perigo. Portanto, cumpramos nosso papel. Pois cuidar das ovelhas que nos foram confiadas é a melhor maneira de dizer: TU SABES QUE TE AMO, SENHOR.
Madalena França.

Cidadã de Orobó mostra toda sua indignação sobre o sequestro dos Precatórios do FUNDEF dos professores...

 Em um texto muito coerente e verdadeiro, uma cidadã de Orobó descreveu e ilustrou o retrato fiel de uma Gestão desumana em conluio com par...