O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pediu, em um pronunciamento em rede nacional, hoje, que os brasileiros que já tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid procurem os postos de saúde para completar, na data correta, a imunização contra o coronavírus.
"Dirijo-me em especial aos brasileiros que estão com a segunda dose em atraso. Peço que busquem os postos de vacinação para tomar a segunda dose, pois a sua imunização só estará completa após a conclusão do esquema vacinal", disse Queiroga.
O ministro também informou a previsão de que toda a população adulta receba a primeira dose até setembro, e a segunda, até dezembro.
A maior parte das vacinas já desenvolvidas e autorizadas em todo o mundo para o enfrentamento à Covid é administrada em duas doses – até agora, apenas a vacina da Janssen é de dose única.
Governos e cientistas de diversos países analisam a necessidade de aplicar doses extras, ao fim dessa primeira rodada de vacinação, como um "reforço" na proteção. Ainda não há uma conclusão sobre essa necessidade de uma terceira dose.
"Hoje, podemos nos orgulhar do sucesso da nossa campanha de vacinação. Cem milhões de brasileiros tomaram ao menos uma dose. [...] Com mais de 63% da população adulta vacinada com a primeira dose, registramos uma queda expressiva de 40% no número de casos e óbitos em apenas um mês", declarou Queiroga.
O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello chegou à Polícia Federal em Brasília, por volta das 9h45 de hoje, para prestar depoimento no inquérito que investiga se o presidente Jair Bolsonaro cometeu crime de prevaricação no caso Covaxin.





Uma segunda remessa de vacinas contra a Covid-19, contendo 204.500 doses da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, foi entregue em Pernambuco, hoje. A carga chegou ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre às 16h35, e foi remetida para o Programa Estadual de Imunização (PNI-PE), onde se juntará aos 43 mil imunizantes do mesmo fabricante e às 164,2 mil unidades da Coronavac/Butantan recebidos nesta manhã, totalizando 411.700 doses de vacina, que vão reforçar a campanha de imunização em todo o Estado.
Em entrevista, há pouco, a este blogueiro, pela Rede Nordeste de Rádio, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) evitou comentar sobre o caso de agressão sofrido pela deputada Joice Hasselmann (PSL), mas pontuou que a história parece ser “bastante esquisita”.

