
Com a participação do ex-senador Roberto Requião (sem partido), o Comitê Lula Livre lança nesta segunda-feira (22/11), às 18h30, em Curitiba, o livro Memorial da Verdade –que denuncia a farsa da operação Lava Jato. A organização do evento conta ainda com a organização do PT e da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD).
O lançamento de hoje tem triplo significado:
1- Curitiba é considerada a base eleitoral do suspeitíssimo ex-juiz Sergio Moro;
2- Lula ficou preso ilegalmente 580 dias na capital paranaense; e
3- o local do evento [NINA – Comida com Arte] fica ao lado do Ministério Público Federal do Paraná –sede da finada Lava Jato– na Avenida Mal Deodoro 847, Centro.
Também há um sentido político importante: Lula está na frente de Moro das pesquisas de intenção de voto em Curitiba, ou seja, o ex-algoz perde do petista em casa.
No último dia 10 de novembro, a “IRG Pesquisa” em parceria com o Diário Indústria & Comércio divulgou sondagem mostrando que Lula virou na capital paranaense.
Nacionalmente, Lula tem 35% contra 11% de Moro –segundo levantamento divulgado hoje pela Paraná Pesquisas. Nesse cenário, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com 29%, polariza com o ex-presidente petista.
Lula também vence Moro na região Sul por 25% x 15%, de acordo com a mesma Paraná Pesquisas.
Sobre o livro Memorial da Verdade
Trata-se de livro e plataforma digital, contando como Lula, após ser alvo da maior farsa e perseguição judicial da história do Brasil, conquistou 22 vitórias nos tribunais, provou sua inocência, recuperou seus direitos e voltou a ser a esperança do povo na reconstrução do Brasil.
“Muita gente acha que eu deveria esquecer o que eu passei. Eu digo pra vocês, não é possível esquecer. O que é possível é deixar que isso seja o mais importante. Não ficar refém do ódio. Mas não é possível esquecer”, disse Lula em agosto, quando a obra foi apresentada em São Paulo. “Eu nunca imaginei que seria acusado de corrupção. Nunca imaginei que tentariam destruir nossa imagem. Eu acreditava que tinham aprendido a lidar com a existência de um Partido dos Trabalhadores.”
O ex-presidente Lula afirmou que conseguiu provar que o ex-juiz Sergio Moro “é um canalha”. O ex-magistrado foi quem o condenou na Lava Jato, cujos processos foram anulados e Moro declarado suspeito.
“A tentativa de destruir o PT, de destruir a esquerda brasileira, não deu certo. Saímos desse processo muito mais fortes”, declarou Lula.
Em síntese, o livro Memorial da Verdade desmonta a farsa jurídica e política que encarcerou Luiz Inácio Lula da Silva e o impediu de disputar as eleições de 2018.
MEMORIAL DA VERDADE – SERVIÇO:
Data: segunda-feira, dia 22/11
Horário às 18h30
Local: NINA – Comida com Arte
Av. Mal Deodoro 847, Centro – Curitiba/PR
Para ter acesso ao Livro Memorial da Verdade e demais materiais, acesse:
https://pt.org.br/memorialdaverdade/
Organização:
Comitê Lula Livre
Partido dos Trabalhadores
ABJD – Associação Brasileira de Juristas pela Democracia
Assista ao segundo episódio do documentário Memorial da Verdade:
Postado por Madalena França
A ação do 23º BPM que desbaratou uma quadrilha responsável pelo furto de uma carga de carne da Friboi levanta outro debate.
Ex-aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado federal Delegado Waldir (PSL-GO) afirmou que o governo pagou para que parlamentares votassem em matérias prioritárias no Congresso e na eleição de Arthur Lira (PP-AL) para a Presidência da Câmara. De acordo com ele, cada parlamentar obteve o direito de destinar R$ 10 milhões para suas bases eleitorais em troca de apoio à candidatura de Lira.
O vexame tucano

Quem é o presidente?
O cenário e o palco não poderiam ser mais indicados: Caruaru, a capital do forró; Alto do Moura, ambiente onde se respira cultura e arte, moldadas pelos bonecos de Vitalino. Tudo transcorreu perfeito no start da despedida de Flávio Leandro dos palcos da vida, que lhe deram régua e compasso. Deram-lhe o que todo artista persegue e sonha: fama. Um dos mais completos e múltiplos herdeiros do canto de Luiz Gonzaga, o forrozeiro que saiu da sua Bodocó para reinar no universo da música nordestina deu seu primeiro adeus ontem chorando e fazendo do seu pranto um oceano de lágrimas na plateia
Até hoje, desde que anunciou que não faria mais shows, há três meses, ninguém entendeu a razão. Flávio larga o palco no ápice da sua carreira gloriosa. É, sem, dúvida, um dos melhores forrozeiros da geração pós Gonzagão. Canta como um Sabiá, compõe verdadeiros poemas, letras que exaltam o Sertão, como fizeram Zé Dantas e Humberto Teixeira nas composições para o Rei do Baião. A inspiração brota do chão seco, mas encantador, do pé da serra da Chapada do Araripe.
É lá que ele mora, abrindo a janela para apreciar a roça, ouvir a sintonia dos pássaros e o berro das suas cabras. Flávio Leandro é tão sertanejo que cheira a bode, perfume inconfundível para quem tem alma euclidiana. Se fosse um pássaro, certamente seria uma Asa Branca, símbolo das terras secas.
Estive lá e vi muita gente aplaudindo e chorando já de saudade. O show foi na pousada Casa da Gente, do meu amigo Roberto, no coração do Alto do Moura, promoção de Quayada Produções, do meu amigo Evanildo Barros. Casa lotada com uma gente bonita e animada, uma tribo até de políticos, como a deputada Marília Arraes (PT), que, apesar da barriguinha de oito meses de gestação, não resistiu a ensaiar uns passos com o esposo André Cacau, ex-vereador de Salgueiro.
O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, foi ao Twitter hoje criticar a viagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Europa. Ele integrou a comitiva que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Oriente Médio.
