
Até as capivaras do tradicional Parque Barigui, em Curitiba, sabem que o ex-juiz Moro é candidatíssimo ou à Câmara ou a voltar para os Estados Unidos
O ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (Podemos) pode jogar a toalha, desistir da disputa presidencial de 2022 com a vindoura nova rodada de pesquisa da PoderData. O levantamento será divulgado na Quarta-Feira de Cinzas, dia 2 de março, após o feriadão de Carnaval.
A pesquisa do PoderData promete ouvir 3.000 mil pessoas por meio de entrevistas em telefones fixos e celulares pela bagatela de R$ R$ 103.715,00, segundo registro no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Pela primeira vez, pesquisa mostra que Bolsonaro derrota Moro no segundo turno
Apesar de Moro jurar de pés juntos que não desiste da corrida pela Presidência, até as capivaras do tradicional Parque Barigui, em Curitiba, sabem que ele é candidatíssimo ou à Câmara ou a voltar para os Estados Unidos – onde ele tem parte com a Alvarez & Marsal, a firma de advocacia especializada em recuperação de empresas quebradas pela Lava Jato.
A 1ª pesquisa registrada para presidente e governador no Paraná exclui pré-candidatos
No último levantamento da XP/Ipespe, na sexta-feira (24/02), o ex-juiz e ex-ministro aparece 8% num quadro de empate técnico com Ciro Gomes, do PDT, que tem 7%. No entanto, o viés do pedetista é de “alta” enquanto o de Moro é de “baixa” – dentro da margem de erro.
Por outro lado, a tendência é que a pesquisa do PoderData afirme a liderança de Lula e o segundo lugar para Bolsonaro, qual seja, um quadro de polarização na disputa presidencial e sepultamento definitivo da terceira via – que não passou de um sonho de verão.
Sobre a pesquisa do PoderData
Na quarta-feira que vem, dia 2, além de divulgar as intenções de voto para presidente, a pesquisa PoderData também vai mostrar a opção religiosa do entrevistado; sobre o que pensa o eleitor acerca da pandemia; sobre a imagem da China e a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Postado por Madalena França
Acompanhado do deputado estadual Tony Gel, o empresário Tonynho Rodrigues entregou, hoje, um projeto que sugere a criação do Cartão da Moda, que beneficiará o Polo de Confecções do Agreste, ao governador Paulo Câmara (PSB).
Professores do município de Buíque, no Agreste, reivindicaram, na manhã de ontem, o reajuste anual do piso salarial do magistério, de 33,24%, divulgado pelo MEC. O protesto dos profissionais acontece porque, apesar do reajuste autorizado pelo MEC, a prefeitura quer conceder apenas 22% do valor, sem apresentar um estudo de impacto financeiro e descumprindo o que determina a lei./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/2/A/uANBANTcSjneZjDFSRAg/bbc-guerra-02.jpg)
Posição mais dura –
O secretário de Comunicação e Cultura do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Leonardo Gorgulho, disse, hoje, que, até o momento, o Brasil não tem um plano de resgate para retirar os brasileiros que estão na Ucrânia.
O presidente Jair Bolsonaro desautorizou, na noite de hoje, o vice-presidente Hamilton Mourão por declarações a respeito da invasão da Ucrânia pela Rússia. Pela manhã, Mourão disse que o Brasil não é neutro no conflito e não concorda com a invasão do território ucraniano.




ESPONTÂNEA
METADE DO ELEITORADO PERNAMBUCANO REJEITA BOLSONARO
O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou, hoje, que o Brasil não concorda com a invasão da Rússia à Ucrânia. O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, ainda não se pronunciou. “O Brasil não está neutro. O Brasil deixou muito claro que ele respeita a soberania da Ucrânia. Então, o Brasil não concorda com uma invasão do território ucraniano. Isso é uma realidade”, afirmou Mourão na chegada ao Palácio do Planalto.