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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Marcelo Rezende na cola de William Bonner

10/09/2015 16:58


O "Cidade Alerta", da Record, empatou com o "Jornal Nacional", da Globo, na última segunda (7)

O apresentador diz que acompanha a audiência, mas não vive em função dela / Edu Moraes/ TV Record

Por: Camila Juliotti
camilaj@diariosp.com.br
Foi apenas por um minuto, mas o suficiente para comemorar. No comando do “Cidade Alerta”, Marcelo Rezende empatou com o “Jornal Nacional” na segunda-feira. É a primeira vez que isso acontece. “A maior audiência da Record é de "Os Dez Mandamentos”, disse ele, modesto. “O ‘Cidade Alerta’ tem uma função muito específica. Ele é o programa que vai alavancar as atrações noturnas. Pego a transição entre tarde e noite”, explicou.
Rezende falou do peso de ficar no ar por quatro horas. “É uma coisa inacreditável, um horário muito longo. Você sai do trabalho, está me vendo. Chega em casa, está me vendo. Toma banho, está me vendo. Vai jantar, está me vendo. Vai dormir, estou lá falando... É uma responsabilidade muito grande. A equipe que trabalha é muito reduzida. É a ‘equipe Cantareira’, seca ”, brincou o apresentador, que tem sete editores em seu time.
Para o jornalista, a fórmula do sucesso são as histórias que ele põe na tela. “A gente não faz um programa policial, tem uma matérinha ou outra, mas a gente conta histórias do que acontece neste mundo que a gente vive, de violência. E o contar de história faz com que as pessoas venham ver o que pode acontecer com elas de alguma maneira”, avaliou Rezende, que acredita haver sim um limite na busca pela audiência. “Não pode ser a qualquer preço. No episódio da Praça da Sé, eu fiz um discurso lá e quando coloquei a imagem no ar, era de celular e totalmente de longe. Você não pode explorar a desgraça. Você tem de mostrar o que aconteceu, mas não precisa mostrar, como algumas imagens que vi, o cara atirando e o outro morrendo devagarzinho. Existe um limite. O limite está no bom senso. Não gostaria que minha família ficasse vendo um cara dando tiro no outro”, completou.
Sobre a concorrência cada vez mais acirrada, Rezende acha democrático. “É a possibilidade de escolher coisas que tem a ver contigo. Ontem (quarta), não sei o numero consolidado, mas a prévia marcou que o ‘Cidade Alerta’ tinha 17 pontos e o ‘Jornal Nacional’, 20. A audiência, que era uma coisa muito verticalizada em relação à primeira colocada, começa a se dividir.”

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