O governo de Michel Temer está recorrendo a empréstimos para conseguir honrar as despesas do dia a dia, incluindo a folha de pagamento de servidores civis e militares, o que desrespeita a chamada "regra de ouro" —mecanismo constitucional que proíbe o endividamento para pagar despesas de custeio; formalmente, norma não está sendo descumprida por conta de uma megapedalada de Temer e sua equipe econômica: desde 2016, o governo federal tem coberto a diferença entre a tomada de empréstimos e as despesas correntes com recursos recebidos do BNDES --foram R$ 100 bilhões em 2016, R$ 50 bilhões em 2017 e mais R$ 130 bilhões previstos para este ano. BR 247.
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